O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Resultado negativo foi o primeiro do grupo francês desde que abriu o capital na B3
Quando o Carrefour Brasil anunciou que iria comprar o Grupo BIG, no ano passado, houve entusiasmo da parte dos investidores devido ao potencial ganho de mercado que a rede francesa obteria. Mas os desafios eram tão grandes quanto o nome da adquirida e isso está se revelando nos resultados do Carrefour.
A rede de supermercados reportou números aquém do esperado para o primeiro trimestre deste ano, o que levou a ação na B3 a anotar a maior queda do Ibovespa nesta quarta-feira (3), acima de 9%.
O grupo registrou seu primeiro prejuízo líquido, de R$ 113 milhões, desde que abriu capital na bolsa brasileira. No cálculo ajustado, que deduz receitas e despesas não recorrentes, o prejuízo foi ainda maior, de R$ 375 milhões.
Além disso, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), uma medida relevante para verificar a saúde da operação, caiu 16,8% na comparação anual, somando R$ 1,04 bilhão. Porém, removendo o BIG, o Ebitda ajustado foi de R$ 1,25 bilhão, o que representa alta de 0,6% em relação ao ano anterior.
“Nossa opinião é que o Carrefour Brasil apresentou resultados decepcionantes devido ao doloroso e demorado processo de integração com o Grupo Big”, escreveram analistas do Bradesco BBI. Para eles, tirando o Atacadão, todo o restante da operação do Carrefour teve resultados aquém do esperado.
O BTG Pactual também considerou os números fracos e chamou atenção para a tendência de desaceleração do preço dos alimentos, o que deve continuar afetando os resultados do Carrefour nos próximos trimestres.
Leia Também
Os números fizeram o Itaú BBA cortar o preço-alvo para as ações da rede de supermercados de R$ 17 para R$ 13,50, mas a casa manteve a recomendação de compra dos papéis.
Ao mesmo tempo em que os resultados operacionais do varejo de alimentos não foi dos melhores, o Banco Carrefour apresentou quase lucro zero no primeiro trimestre. A queda foi de 96% em relação ao mesmo período de 2022, chegando a R$ 3 milhões.
Associado a uma diminuição da rentabilidade, o Banco Carrefour também sofre com a alta da inadimplência, que atingiu 13,2% no primeiro trimestre.
A continuidade das taxas de juros altas no Brasil, aliada ao aumento dos devedores, são riscos que podem levar a uma revisão para baixo das estimativas calculadas para a operação do Carrefour pelo BTG Pactual. O banco prometeu revisá-las em breve.
A decisão de comprar a operação do Grupo BIG foi anunciada pelo Carrefour em 2021, mas a conclusão só aconteceu em junho do ano passado.
No total, o grupo francês pagou R$ 7,5 bilhões, mas, no mês passado, houve uma redução de R$ 1 bilhão. O abatimento veio de negociações entre compradores e vendedores após as análises feitas por auditores, sem que houvesse qualquer tipo de litígio político entre as partes.
Na dúvida se deve comprar ações do Carrefour? Confira as recomendações das casas às quais o Seu Dinheiro teve acesso:
| ANALISTA | RECOMENDAÇÃO | PREÇO-ALVO |
| BTG PACTUAL | COMPRA | R$ 21 |
| SANTANDER | COMPRA | R$ 20 |
| BRADESCO BBI | COMPRA | R$ 19 |
| ITAÚ BBA | NEUTRA | R$ 13,50 |
| UBS BB | NEUTRA | R$ 13 |
A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária
Banco mantém visão positiva no longo prazo, mas diz que expectativas altas e trimestre fraco podem mexer com a ação
A companhia tem uma dívida considerada impagável, de R$ 2,7 bilhões, praticamente o dobro do seu valor de mercado
À primeira vista, o mercado teve uma leitura positiva da proposta de migração da empresa para o nível mais elevado de governança corporativa da B3; saiba o que muda
Operação reúne as empresas Exiro Minerals, Orion Resource Partners e Canada Growth Fund, e prevê investimento de US$ 200 milhões
Citi cortou preço-alvo, mas manteve a recomendação de compra graças a uma arma que pode potencializar o negócio da companhia de software
Para o BTG, a situação financeira para as empresas do setor será mais apertada em 2026; veja quais são as empresas mais eficientes e que podem gerar mais retornos
A parceria dá à Unipar Indupa o direito de adquirir, após cumprir algumas condições, uma participação de 9,8% do capital total da Ventos de São Norberto Energias Renováveis
Empresa convoca acionistas para votar migração ao segmento mais alto de governança da B3; veja o que muda para os investidores
A venda da operação na Rússia era a última peça que faltava para a conclusão da estratégia de simplificação corporativa da Natura e retorno ao foco na América Latina
O tombo da mineradora foi o grande responsável por colocar o Ibovespa no terreno negativo nesta quarta-feira (18); sem o impacto de VALE3, o principal índice da bolsa brasileira teria subido 0,21%
Analistas da XP apontam quais são as perspectivas para as construtoras de alta renda em 2026 e os desafios que o investidor pode esperar
Com cortes de até 51% nas taxas logísticas e redução na mensalidade dos vendedores, a gigante norte-americana eleva a pressão sobre o Mercado Livre no México e reacende o temor de uma escalada na guerra do e-commerce na América Latina
Banco aponta spreads baixos, queima de caixa acelerando e avalia que Petrobras dificilmente fará aporte para evitar impacto na política de dividendos
Veja as tendências para as ações de empresas do ramo de alimentos e bebidas com o avanço do uso de canetas emagrecedoras, como Mounjaro e Ozempic, e da busca pelo bem-estar
Segundo site, a Shell teria apresentado uma proposta diferente da alternativa discutida pela Cosan e por fundos do BTG para a Raízen; veja o que está na mesa
Aportes fazem parte do plano de recuperação aprovado nos EUA e incluem oferta de ações com direito de preferência aos acionistas
Dados da empresa de tecnologia mostram que a adesão da tecnologia no Norte Global é quase o dobro em comparação às nações emergentes
Instituição, que já se chamou Indusval, Voiter e Pleno, mudou de dono e de estratégia antes de terminar sob liquidação do Banco Central; entenda
Imóvel histórico no centro de Milão será transformado no 18º hotel da rede Fasano; operação de 52,5 milhões de euros reforça estratégia de expansão internacional e foco em receitas recorrentes da companhia