O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Pesquisa com pacientes de câncer de pele mostrou queda no risco de morte e de recaídas a partir da combinação dos medicamentos

A combinação de uma vacina experimental da Moderna com o imunoterápico Keytruda, da Merck, parece emergir como um caminho na busca pela cura do câncer de pele. É o que indicam testes divulgados neste domingo pelo laboratório Moderna.
O uso de uma vacina baseada em tecnologia de mRNA para o combate ao câncer junto com o imunoterápico da Merck reduziu em 44% o risco de morte ou reincidência de um tipo mais letal de melanoma.
Foram usados como base de comparação pacientes tratados somente com o Keytruda, um medicamento que vem ganhando espaço por acelerar a resposta do sistema imunológico dos pacientes de câncer aos tratamentos, rotineiramente agressivos.
Já a vacina da Moderna é desenvolvida sob medida para que o sistema imunológico identifique e ataque mutações específicas nas células cancerígenas com base na análise dos tumores do paciente após a remoção cirúrgica.
As descobertas sugerem que a combinação da vacina contra o câncer da Moderna com o Keytruda pode prolongar o tempo que os pacientes com melanomas agressivos têm sem recaídas ou morte pela doença.
A afirmação foi feita neste domingo pelo doutor Jeffrey Weber ao anunciar o resultado da pesquisa.
Leia Também
O estudo divulgado hoje contou com a participação de 157 pacientes que tratavam um tipo de melanoma especialmente agressivo.
Um total de 79% dos pacientes tratados com a vacina experimental da Moderna junto com o Keytruda ficou livre da doença em 18 meses, em comparação a 62% dos pacientes que receberam apenas a imunoterapia.
Os resultados, apresentados na reunião da Associação Americana para Pesquisa do Câncer em Orlando, Flórida, trouxeram mais detalhes em relação a dados parciais divulgados pelas empresas em dezembro de 2022.
"Estou bastante encorajado com o fato de que isso abrirá uma nova sequência de testes", disse Weber. Vice-diretor do Perlmutter Cancer Center da NYU Langone Health, ele atuou no estudo como investigador sênior.
“Do ponto de vista terapêutico geral, há um grande potencial de avanço”, disse o doutor Ryan Sullivan, especialista em melanoma do Mass General Cancer. Ele também trabalhou no estudo.
Os efeitos colaterais mais graves desenvolveram-se em igual medida entre os pacientes tratados com e sem adição da vacina.
Já a fadiga foi o efeito colateral mais citado pelos pacientes tratados com a combinação.
A Moderna e a Merck pretendem agora expandir a pesquisa para outros tipos de câncer.
As empresas também planejam realizar um estudo mais amplo para confirmar a segurança e eficácia da vacina no tratamento de melanomas.
De acordo com Eliav Barr, chefe de desenvolvimento clínico global e diretor médico da Merck, resultados mais abrangentes devem ser esperados apenas para daqui a três ou quatro anos.
*Com informações da Reuters e da Associated Press.
MINÉRIO DE FERRO
BARRADAS
REAÇÃO AO RESULTADO
Entra ou não entra?
O QUE QUASE NINGUÉM VIU?
VAI E VEM DOS SPREADS
HIPOCRISIA?
TROCA DE CEO
ENTREVISTA AO ESTADÃO
COMPRAR OU VENDER?
DO CAMPO AO BALANÇO
NÃO PARA NA LAVOURA
DESTAQUES DA BOLSA
COMPETIÇÃO ACIRRADA
Conteúdo BTG Pactual
VEJA ONDE APOSTAR
PASSO A PASSO
AUMENTO DE CAPITAL
PREPAREM O BOLSO
CISÃO OU CIZÂNIA?