O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Junto com o balanço, o Bradesco anunciou a redução na estimativa de crescimento do crédito e na margem financeira em 2023; veja os números
No ano em que completa 80 anos, os acionistas do Bradesco (BBDC4) têm pouco a comemorar até o momento, pelo menos no que diz respeito aos balanços. O segundo maior banco privado brasileiro registrou lucro líquido de R$ 4,518 bilhões no segundo trimestre.
O resultado representa uma queda de 35,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Mas ficou um pouco acima do esperado pelo mercado, que projetava um lucro de R$ 4,473 bilhões.
Com o lucro menor, a rentabilidade (ROAE, na sigla em inglês) do Bradesco foi de apenas 11,1%, bem abaixo dos níveis históricos do banco.
Foi um "empate técnico" com o retorno de 11,2% do Santander Brasil, que divulgou o balanço do segundo trimestre no dia 26 de julho. Itaú e Banco do Brasil completam o pelotão dos resultados dos bancões na próxima semana.
Junto com o balanço, o Bradesco anunciou uma revisão das projeções (guidance) para os resultados no ano. Isso inclui uma redução na estimativa de crescimento do crédito e na margem financeira.
Em compensação, o banco espera agora um maior resultado com seguros e um avanço menor nas despesas.
Leia Também
O aumento dos calotes no crédito em meio às condições mais duras da economia com a taxa básica de juros (Selic) alta segue pesando no Bradesco.
O índice de inadimplência acima de 90 dias na carteira do banco atingiu 5,9%, um salto de 0,8 ponto percentual no trimestre e bem acima dos 3,5% de junho do ano passado.
Com a alta dos calotes, as despesas com provisões para perdas no crédito (PDD) aumentaram 94,2% no segundo trimestre, para R$ 10,3 bilhões.
"A inadimplência acima de 90 dias já começou a demonstrar sinais de desaceleração no ritmo de crescimento, quando observamos os meses do segundo trimestre", escreveu o banco, no relatório que acompanha o balanço.
Seja como for, o Bradesco resolveu pisar no freio. A carteira de financiamentos do banco encerrou junho em R$ 869 bilhões, o que representa uma queda de 1,2% no trimestre e um avanço de 1,6% nos últimos 12 meses.
Como consequência, a margem financeira, que inclui as receitas do banco com crédito menos os custos de captação, subiu apenas 1,2% em relação ao segundo trimestre do ano passado.
O destaque positivo do resultado foi mais uma vez o negócio de seguros, cujo resultado cresceu 30,6% e somou R$ 4,8 bilhões.
Foi um brilho praticamente isolado, já que a receita com prestação de serviços e tarifas também decepcionou com uma queda de 2,5% na comparação com o segundo trimestre de 2022.
Já as despesas operacionais aumentaram 13,4%, para R$ 13 bilhões.
O ano para o Bradesco não começou bom e provavelmente não terminará muito melhor. E quem espera isso é o próprio banco.
A instituição revisou a estimativa (guidance) para várias linhas do balanço em 2023. Confira a seguir:
Os papéis da companhia chegaram a subir mais de 8% nesta sexta-feira (13) com a revisão do preço-teto do leilão de reserva
Os papéis da mineradora acumulam ganho de 22% em 2026; saiba se ainda há espaço para mais ou se VALE3 chegou ao topo da valorização para o ano
Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento
A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa
Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas
Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério
Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora
Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times
Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço
As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda
A Petrobras optou por não comprar a parte da Novonor para se tornar dona sozinha da petroquímica, nem vender sua própria fatia na mesma operação
FGC impõe reforço extraordinário e eleva contribuição anual dos bancos para recompor liquidez; entenda o impacto para o BB
Administração fala em “low teens” para o ROE e prioriza ajuste da carteira antes de aumentar remuneração ao acionista
A empresa fechou os últimos três meses de 2025 com um lucro 44,3% maior em base anual; XP diz que o trimestre foi consistente
A petroleira optou por não exercer seus diretos de preferência e tag along na operação, abrindo caminho para a gestora finalizar o negócio
Essa será a primeira vez que a Havan patrocina diretamente um produto da Globo desde que Jair Bolsonaro foi eleito à presidência
Ações do Assaí (ASAI3) disparam hoje com mais um avanço do atacarejo no mundo digital, apesar de resultado fraco
Operação ainda depende de aprovações regulatórias e reforça estratégia do banco no crédito digital
Apesar de um balanço mais forte que o esperado, o mercado ainda não se deu por convencido; entenda o que continua a frear o otimismo
Com recorde de produção e volta ao topo do ranking global, mineradora chega aos resultados financeiros com expectativas mais altas de receita e Ebitda