O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Octavio de Lazari Junior era CEO do Bradesco desde 2018 e agora vai para o conselho de administração do banco, que indica Marcelo Noronha como substituto
Em um movimento surpreendente, o Bradesco (BBDC4) anunciou na manhã desta quinta-feira a saída de Octavio de Lazari Junior do cargo de CEO.
Quem vai substituí-lo no comando é Marcelo Noronha, que há oito anos ocupa uma das vice-presidências do segundo maior banco privado brasileiro.
Noronha já tem 20 anos de Bradesco, mas será o primeiro CEO da história da instituição que não é 100% "prata da casa".
Lazari, por exemplo, começou no banco quando tinha apenas 15 anos de idade e foi subindo na hierarquia da instituição. Ele era CEO do Bradesco desde 2018 e agora será indicado como membro do conselho de administração.
O novo presidente do Bradesco também não veio da seguradora do banco, como aconteceu com Lazari e Luiz Carlos Trabucco Cappi, antecessor dele no cargo.
Antes de se estabelecer na Cidade de Deus, Marcelo Noronha foi diretor do Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA). Com 58 anos de idade, o novo CEO do Bradesco iniciou a carreira bancária, em 1985, no Recife, e transferiu-se para São Paulo em 1994.
Leia Também
O executivo tem formação em Administração pela UFPE - Universidade Federal de Pernambuco, com especialização em finanças pelo IBMEC - Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais e Advanced Management Program - AMP pelo IESE - Instituto de Estudios Empresariales da Universidade de Navarra, em Barcelona.

A troca de CEO no Bradesco acontece no momento em que o banco ficou claramente para trás em relação aos concorrentes — notadamente o Itaú Unibanco (ITUB4).
O banco vem de uma sequência de resultados ruins nos últimos trimestres. Entre julho e setembro deste ano, por exemplo, registrou a menor rentabilidade entre os grandes bancos brasileiros.
Além de sofrer com o aumento da inadimplência, o Bradesco vem sendo questionado por parte dos analistas sobre a estratégia para competir com as novas empresas que entraram no mercado nos últimos anos, como o Nubank.
“Marcelo Noronha apresenta carreira consistente, sólida, e acreditamos que suas prerrogativas serão adequadas e compatíveis à conjuntura econômica e às exigências do mercado”, afirmou, em nota, Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do conselho de administração do Bradesco.
Aliás, a primeira reação do mercado à mudança no comando do Bradesco é positiva. As ações do banco (BBDC4) subiam mais de 3% e lideravam as altas do Ibovespa por volta das 10h30.
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança
A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub
Estatal cita guerra no Oriente Médio e pressão de órgãos reguladores ao anunciar correção nos valores do GLP; entenda o imbróglio
Mudança segue o rodízio entre os grandes bancos privados e mantém o comando da entidade nas mãos do Itaú até 2029
Em 2025, a empresa investiu R$ 15,2 bilhões. Já para 2026, os planos são mais ambiciosos, de R$ 20 bilhões em capex
Em uma apresentação institucional, o Digimais afirma ser um banco focado em crédito com forte ênfase em financiamento de automóveis