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Maior interesse do BTG não está na marca do Nacional, mas nos ativos que o banco fundado pela família Magalhães Pinto ainda carrega no balanço
Lembrado até hoje pelos fãs da Fórmula 1 por patrocinar Ayrton Senna, o Banco Nacional voltou ao "grid de notícias" na semana do Grande Prêmio do Brasil.
Isso porque o BTG Pactual (BPAC11) fechou acordo para assumir o controle do banco que quebrou em 1995, um ano depois da morte do lendário piloto brasileiro.
Na época, a parte "boa" do Nacional foi vendida para o Unibanco. Enquanto isso, a parte ruim entrou em um processo de liquidação que se arrasta até hoje.
Procurado, o BTG informou que a operação faz parte da estratégia de compra de carteiras de créditos inadimplentes.
Ou seja, o maior interesse não está na marca, mas nos ativos que o banco fundado pela família Magalhães Pinto ainda carrega no balanço. Entre eles, créditos tributários e do Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS).
Além do Nacional, o banco já adquiriu as massas falidas dos bancos Bamerindus e Econômico.
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O Nacional pretende fazer um aumento de capital de até R$ 1,529 bilhão para deixar o processo de liquidação extrajudicial. O valor equivale a R$ 15,82 por lote de mil ações.
O banco marcou uma assembleia de acionistas para o próximo dia 24 de novembro para aprovar a operação.
Junto com o aumento de capital, os controladores do Nacional concederam ao BTG uma opção de compra e de venda sobre as ações do banco.
Por fim, vale lembrar que o BTG ainda precisa do aval dos reguladores, incluindo o Banco Central, para receber a "bandeira quadriculada" e concluir a compra do Nacional.
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