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Câmeras da Prefeitura registraram o momento em que antiga mina de sal-gema da Braskem se rompe; movimentação do solo continua cinco anos depois dos primeiros tremores de terra na região
A Defesa Civil de Maceió informou, na começo da tarde deste domingo (18), que a mina 18, antiga mina da Braskem (BRKM5), sofreu um rompimento parcial às 13h15 que pôde ser percebido num trecho da Lagoa Mundaú, no bairro do Mutange.
"No momento, técnicos da Defesa Civil estão monitorando o local em busca de mais informações. A Defesa Civil ressalta que a mina e todo o seu entorno estão desocupados e não há qualquer risco para as pessoas", diz a nota do órgão ligado à Prefeitura.
Em seu site, a Defesa Civil publicou vídeos nos quais é possível ver uma movimentação intensa nas águas da lagoa no momento em que parte da mina se rompe. O prefeito de Maceió, JHC, também fez o anúncio e publicou os vídeos em uma postagem no seu perfil do X, o antigo Twitter:
Às 13h15 de hoje, a mina 18 sofreu um rompimento, no trecho da lagoa próximo ao Mutange. Estarei em instantes sobrevoando a área com os nossos técnicos. A Defesa Civil de Maceió ressalta que a mina e todo o seu entorno estão desocupados e não há qualquer risco para as pessoas.… pic.twitter.com/7sCZmYsRFB
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE— JHC (@jhcdopovo) December 10, 2023
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Na manhã de hoje, a Defesa Civil de Maceió já havia informado que a mina de número 18 havia afundado 12,5cm nas últimas 24h, totalizando um afundamento de 2,35m, o que corresponde a uma velocidade de deslocamento vertical de 0,52 centímetros por hora.
"Por precaução, a recomendação é clara: a população não deve transitar na área desocupada até uma nova atualização da Defesa Civil, enquanto medidas de controle e monitoramento são aplicadas para reduzir o perigo", alertou o órgão.
A Braskem publicou um comunicado em seu site sobre o caso e disse que segue colaborando com as autoridades. Veja a nota na íntegra:
"Às 13h15 deste domingo, câmeras que monitoram o entorno da cavidade 18 registraram movimento atípico de água na lagoa Mundaú, no trecho sobre esta cavidade. Toda a área, que vem sendo monitorada nos últimos dias, já estava isolada.
Movimento semelhante ocorreu por volta das 13h45. O sistema de monitoramento de solo captou a movimentação por meio de DGPS instalados na região.
As autoridades foram imediatamente comunicadas, e a Braskem segue colaborando com elas."
O caso do afundamento do solo em bairros de Maceió, capital do Alagoas, começou depois do registro de tremores de terra em 2018 em uma região da cidade na qual a Braskem explorava sal-gema, insumo da cadeia produtiva do PVC.
Os tremores provocaram rachaduras em casas e edifícios, além de crateras nas ruas de vários bairros da cidade. Assim, milhares de moradores foram forçados a se mudar por questões de segurança.
Em abril do ano seguinte, as autoridades brasileiras entraram com processo contra a Braskem, e em maio o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) publicou um estudo com a conclusão que, de fato, a principal causa das rachaduras era a atividade da petroquímica.
A Braskem teve de encerrar a exploração de sal-gema e também as fábricas de cloro-álcali e dicloreto de etileno em Maceió. Desde então, a companhia já desembolsou R$ 9,2 bilhões em reparações e fez provisões no valor de R$ 14,4 bilhões.
Recentemente, a Defesa Civil incluiu mais um bairro na área atingida pelo evento geológico, o que motivou uma Ação Civil Pública contra a empresa, de modo a incluir mais famílias entre aquelas que devem receber reparações. A Prefeitura de Maceió também deseja rediscutir com a Braskem o valor da indenização devido ao município.
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