O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Município quer rediscutir valor da indenização de R$ 1,7 bilhão que petroquímica se comprometeu a pagar em julho em razão da inclusão de novo bairro na área de acompanhamento de risco
A Braskem (BRKM5) confirmou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), na noite da última sexta-feira (09), que recebeu correspondência da Prefeitura de Maceió com pedido para reabrir acordo selado em julho em que a petroquímica se comprometeu a pagar indenização de R$ 1,7 bilhão ao município em razão do afundamento de bairros na capital alagoana, provocado pela exploração de sal-gema na região.
O comunicado ao mercado responde a um pedido de esclarecimentos, por parte da CVM, em razão de uma reportagem publicada pelo jornal Correio Braziliense.
A Braskem diz que não emitiu fato relevante a respeito por se tratar de "uma abordagem inicial" por parte da prefeitura e que "está avaliando tal correspondência e irá responder oportunamente".
O motivo do contato da Prefeitura de Maceió é o fato de a Defesa Civil municipal ter incluído, no último dia 30, mais um bairro, Bom Parto, na área de acompanhamento de risco do desastre ambiental decorrente da atuação da Braskem na capital alagoana.
A nova versão do documento inclusive embasou a decisão da Justiça Federal determinando que a Braskem realoque os moradores de Bom Parto, em atendimento a uma Ação Civil Pública movida pelos Ministérios Públicos Federal e Estadual, bem como a Defensoria Pública da União.
Em outras palavras, a Braskem não só precisará incluir novas famílias entre aquelas que devem receber reparações, como também pode ter de pagar uma indenização maior à Prefeitura pelos danos patrimoniais e prejuízos futuros decorrentes do afundamento dos bairros.
Leia Também
Com a ampliação da área atingida pelo que a petroquímica chama de "evento geológico", o valor de R$ 1,7 bilhão a ser pago ao município pode necessitar de uma complementação.
A inclusão de novo bairro na área de acompanhamento de risco e a decisão da Justiça contra a Braskem vem pesando sobre as ações da companhia na bolsa. Desde o dia 30 de novembro, os papéis BRKM5 recuam quase 14%.
O caso contra a Braskem começou depois do registro de tremores de terra em 2018 em uma região de Maceió na qual a empresa explorava sal-gema, insumo da cadeia produtiva do PVC.
Os tremores provocaram rachaduras em casas e edifícios, além de crateras nas ruas de vários bairros da cidade. Assim, milhares de moradores foram forçados a se mudar por questões de segurança.
Em abril do ano seguinte, as autoridades brasileiras entraram com processo contra a Braskem, e em maio o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) publicou um estudo com a conclusão que, de fato, a principal causa das rachaduras era a atividade da petroquímica.
A Braskem teve de encerrar a exploração de sal-gema e também as fábricas de cloro-álcali e dicloreto de etileno em Maceió. Desde então, a companhia já desembolsou R$ 9,2 bilhões em reparações e fez provisões no valor de R$ 14,4 bilhões.
Após frustração com o precatório bilionário, Wilson Bley detalha como decisão pode afetar dividendos e comenta as perspectivas para o futuro da companhia
O complexo fica situado próximo à Playa Mansa, uma das regiões mais sofisticadas da cidade uruguaia
A alta participação negociada demonstra uma insegurança do mercado em relação à companhia
Estatal reforça investimento em petróleo, mas volta a apostar em fertilizantes, área vista como “fantasma” por analistas, em meio à disparada dos preços globais
O termo de criação da NewCo previa que a Oncoclínicas aportaria os ativos e operações relacionados às clínicas oncológicas, bem como endividamentos e passivos da companhia
Medidas aprovadas pelo conselho miram redução de custos, liberação de limites e reforço de até R$ 200 milhões no caixa
A Justiça deu novo prazo à Oi para segurar uma dívida de R$ 1,7 bilhão fora da recuperação judicial, em meio a um quadro financeiro ainda pressionado, com geração de caixa insuficiente e dependência de medidas emergenciais para manter a operação
Duplo upgrade do BofA e revisão do preço-alvo reforçam tese de valorização, ancorada em valuation atrativo, baixo risco e gatilhos como disputa bilionária com o Estado de São Paulo e novos investimentos
Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil
A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel