O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A realização do follow-on está ligada a um aumento de capital e precisa acontecer até dezembro do ano que vem
O BR Partners pode estar perto de lançar uma oferta de ações que deve dobrar a quantidade de papéis em circulação no mercado. Isso porque o banco fechou um acordo nesta quinta-feira (31) que mudará sua estrutura societária.
Esse acordo estabelece que os sócios (partnership) ficarão com uma fatia da participação de famílias investidoras, que deixarão de ser acionistas do banco, e chegarão a 55% do capital.
Em 2009, dez famílias colocaram R$ 100 milhões para a criação do BR Partners. Em troca, ficaram com 50% das ações do banco.
Com a expansão e a abertura de capital, essa participação foi diluída e atualmente está em cerca de 30%.
Quando colocaram os recursos no novo banco, as famílias se comprometeram a manter as ações até 2030 — o chamado lock-up, que nesse caso foi de 20 anos.
Só que negociações recentes levaram essas famílias a concordarem em vender parte dessa fatia, a preços de mercado, para os sócios do BR Partners, que detêm 46,8% das ações totais.
Leia Também
Esses sócios (partnership) comprariam 8% dos cerca de 30% que as famílias detêm, e o restante (cerca de 21%) seria oferecido ao mercado, em uma oferta de ações.
O prazo para o follow-on e as condições serão determinados pelo BR Partners, mas deve acontecer até dezembro do ano que vem.
Essas famílias precisam ainda decidir de forma unânime se vendem ou não no preço da oferta — caso a decisão seja não vender, as famílias continuarão sujeitas ao lock-up que vai até 2030.
SEU DINHEIRO EXPLICA — Dá para pagar uma faculdade de medicina com o Tesouro Educa+? Fizemos as contas para você!
Se a oferta for adiante, o número de ações em circulação (free float), de 24% do capital do banco, passaria para 45%, o que daria mais liquidez para o papel — atualmente considerada baixa.
As ações do BR Partners foram negociadas a uma média de R$ 1,6 milhão por dia em 30 dias. Na B3, o valor de mercado do banco é de R$ 1,5 bilhão e ele negocia a 10,5 vezes o lucro estimado para 2023.
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista
Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço
No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio