O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mudar de opinião exige uma reavaliação das crenças que sustentam os argumentos, principalmente no que diz respeito a teses de investimento
Depois de ler o último texto de Morgan Housel, autor do livro Psicologia Financeira que está entre os três mais recomendados da Biblioteca Market Makers, fiquei pensando nas convicções que muitos analistas (inclusive eu) carregam em suas carteiras ou recomendações de investimento.
Se você perguntar a um analista qual é a maior convicção em sua carteira, a resposta, na maioria das vezes, será uma palavra de quatro letras e um número.
O último analista a quem fiz essa pergunta tinha como maior convicção o short em uma ação que cai mais de 60% em dólares nos últimos 12 meses. “Ela vai implodir”, disse ele, tamanha a sua ‘convicção’ na tese.
Eu gosto de conversar com investidores que demonstram convicção. Não só pelo fato de parecerem ter uma resposta para tudo, mas também por apresentarem maior confiança e paixão em relação à tese.
Gostar muito de uma tese ou ter paixão por ela não necessariamente é ruim desde que o analista esteja aberto a mudar de opinião, o que é mais difícil de se fazer quando há algum tipo de sentimento envolvido.
Conforme disse Morgan Housel: “mudar de ideia é difícil porque é preciso admitir que a certeza que se acreditava ter, era uma ilusão”.
Leia Também
Mudar de opinião exige uma reavaliação das crenças que sustentam os argumentos. Isso pode ser doloroso e desconfortável, especialmente se for investido muita energia ou tempo construindo uma tese de investimento, por exemplo.
O ser humano tem uma tendência a preferir enganar-se acreditando em uma mentira do que admitindo um erro, o que se aplica a todas as áreas, incluindo política, religião e investimento.
Portanto, ter a habilidade de se adaptar rapidamente às mudanças, ajustando as convicções conforme as novas informações são apuradas é uma das características mais importantes que um investidor deve desenvolver.
Um abraço,
Matheus Soares
Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade
Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje
A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal
A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta
A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida
Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje
Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]
Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs
Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual
Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje
Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026