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MERCADOS HOJE

Bolsa agora: Ibovespa sobe quase 1% com commodities, mas curva de juros e dólar avançam com Galípolo no BC

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8 de maio de 2023
7:19 - atualizado às 14:59

RESUMO DO DIA: No aguardo da divulgação dos números oficiais de inflação, as bolsas nos Estados Unidos tiveram um dia de movimentos mistos e contidos. O Ibovespa, no entanto, foi na direção contrária.

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Por aqui, o principal índice da B3 foi fortemente influenciado pelo bom desempenho das commodities, repercutindo a melhora de perspectiva para a demanda global. Ainda assim, o mercado de juros e de câmbio foram fortemente influenciados pelo noticiário político e a confirmação de Gabriel Galípolo como indicação para ocupar uma cadeira na diretoria do Banco Central.

Confira os principais destaques do dia:

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas do dia no fechamento das negociações:

CÓDIGONOMEULTVAR
ALPA4Alpargatas PNR$ 9,247,44%
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 9,467,26%
BRFS3BRF ONR$ 7,027,01%
ASAI3Assaí ONR$ 11,196,57%
BRKM5Braskem PNAR$ 25,306,48%

Confira as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
SLCE3SLC AgrícolaR$ 39,49-6,80%
IGTI11Iguatemi ONR$ 20,65-2,69%
JBSS3JBS ONR$ 17,80-2,63%
CASH3Meliuz ONR$ 0,86-2,27%
EZTC3EZTEC ONR$ 15,30-2,24%
FECHAMENTO

O Ibovespa encerrou o dia em alta de 0,85%, aos 106.042 pontos.

FECHAMENTO EM NOVA YORK

No aguardo dos dados de inflação que serão divulgados nesta semana, as bolsas em Nova York tiveram dificuldade para encontrar um sentido único nesta segunda-feira. Ao fim do dia e com pouco fôlego, apenas o Dow Jones encerrou a sessão em queda.

  • Dow Jones: -0,17%
  • S&P 500: +0,03%
  • Nasdaq: + 0,18%

FECHAMENTO

Em dia marcado pela incerteza com relação ao futuro da política monetária do país e eventual conflito entre Banco Central e o Executivo, o dólar à vista encerrou o dia em alta de 1,37%, a R$ 5,0115. O movimento foi mais forte do que o visto entre as principais moedas emergentes.

MELHORA EM NOVA YORK

Depois de abrir o dia no vermelho, as bolsas em Nova York tentam se firmar em alta. Apenas o Dow Jones recua.

FECHAMENTO

De olho na demanda chinesa, o petróleo do tipo Brent encerrou o dia em alta de 2,27%, a US$ 77,01

SLC AGRÍCOLA (SLCE3) EM FORTE QUEDA

As ações da SLC Agrícola (SLCE3) lideram a queda do Ibovespa nesta segunda-feira (08). Os papéis repercutem uma mudança da alteração de recomendação feita pelos analistas do Bank of America (BofA).

O banco alterou de neutro para venda sua indicação para as ações, e também reduziu o preço-alvo para 2023, a R$ 41. As mudanças ocorrem após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2023.

Para o BofA, a companhia está encerrando um ciclo de ouro, uma vez que as condições climáticas tendem a ser menos favoráveis com a chegada do fenômeno do El Niño. Nas projeções, os analistas apontam que as produções mais elevadas de milho e soja podem não trazer alívio relevante para as margens da companhia.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Em dia de ganhos para a bolsa brasileira, o principal destaque do dia fica com as ações da rede de supermercados Carrefour. Mais cedo, o Carrefour negou que nenhum de seus funcionários são responsáveis pela agressão filmada em uma unidade em Salvador, na Bahia.

A Braskem (BRKM5) desacelerou da forte alta de mais de 20% exibida no começo do dia, mas seguem em forte alta após confirmar que a Novonor recebeu uma oferta vinculante para a venda da sua fatia na petroquímica.

Confira as maiores altas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 9,477,37%
ALPA4Alpargatas PNR$ 9,217,09%
BRKM5Braskem PNAR$ 25,447,07%
BRFS3BRF ONR$ 7,027,01%
SMTO3São MartinhoR$ 34,055,48%

Confira também as maiores quedas:

CÓDIGONOMEULTVAR
SLCE3SLC AgrícolaR$ 39,77-6,14%
ELET6Eletrobras PNBR$ 36,39-2,41%
JBSS3JBS ONR$ 17,86-2,30%
ELET3Eletrobras ONR$ 33,22-2,18%
EZTC3EZTEC ONR$ 15,41-1,53%
INFILTRADO DO GOVERNO? AS IMPLICAÇÕES DA INDICAÇÃO DE GALÍPOLO PARA A DIRETORIA DO BC

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta segunda-feira (8) o nome de Gabriel Galípolo para o cargo de diretor de Política Monetária do Banco Central — no que seria uma indicação trivial, não fosse o fato de o governo estar em uma queda de braço com BC por conta do juro alto. 

Galípolo é secretário-executivo da Fazenda, considerado um número 2 da pasta; e, mais que isso: é o braço direito de Haddad. 

Esse posto agora será ocupado pelo advogado Dario Durigan, que foi assessor especial do ministro da Fazenda quando era prefeito de São Paulo e, atualmente, é o chefe de Políticas Públicas do WhatsApp.

O BC e o governo: um relação complicada

A indicação de Galípolo para a diretoria de política monetária do BC seria apenas mais uma não fosse a atual relação do governo com a instituição comandada por Roberto Campos Neto (RCN). 

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REAÇÃO MISTA

Apesar do Ibovespa ter mantido a sua tendência de alta, sustentado pelo forte avanço das commodities metálicas, o dólar à vista e a curva de juros reagem com maior cautela à confirmação do nome de Guilherme Galípolo para a diretoria de Política Monetária do Banco Central.

Como Galípolo é hoje o número 2 do ministério da Fazenda, o temor é de que o governo ganhe mais voz em sua tentativa de reduzir o patamar da Selic e alterar a meta de inflação para os próximos anos.
Confira a movimentação do mercado de juros:

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,18%13,20%
DI1F25DI Jan/2511,62%11,68%
DI1F26DI Jan/2611,32%11,34%
DI1F27DI Jan/2711,47%11,44%
DI1F28DI Jan/2811,66%11,62%
DI1F29DI Jan/2911,89%11,84%
ITAÚ (ITUB4) SOBE NA BOLSA APÓS LUCRAR QUASE 'DOIS BRADESCOS'

O Itaú Unibanco (ITUB4) justificou, mais uma vez, por que suas ações são as mais recomendadas para compra dentre os bancos privados. A instituição registrou lucro recorrente gerencial de R$ 8,4 bilhões no primeiro trimestre deste ano, praticamente o dobro do que o Bradesco (BBDC4) apresentou ao mercado na semana passada, R$ 4,280 bilhões. A cifra também é quase quatro vezes o lucro informado pelo Santander Brasil (SANB11) no período.

Mais do que o lucro em si, o balanço do Itaú mostrou que ele tem gerenciado com sabedoria sua carteira de crédito. Enquanto o Bradesco observou um salto de 0,8 ponto percentual na inadimplência no trimestre, para 5,1%, o Itaú manteve o indicador estável em 2,9%.

O Itaú conseguiu melhorar ainda mais a rentabilidade medida pelo retorno sobre o patrimônio (ROE), que avançou 0,3 ponto percentual no ano, chegando a 20,7%. O índice também subiu 1,4 ponto percentual na comparação com o quarto trimestre de 2022.

Com esse resultado, as ações do Itaú operam em alta na bolsa brasileira, chegando a subir mais de 1%.

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FECHAMENTO NA EUROPA
  • Londres — FTSE100: feriado
  • Frankfurt — DAX: -0,04%
  • Paris — CAC 40: +0,10%
  • Madrid — Ibex 35: +0,59%
  • Europa — Stoxx 600: +0,35%
GALÍPOLO NO BC

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta manhã (08) que Gabriel Galípolo, número dois do ministério da Fazenda e secretário-executivo da pasta, será o novo diretor de política monetária do Banco Central.

De acordo com Haddad, o nome de Galípolo foi uma sugestão do próprio presidente do BC, Roberto Campos Neto, e a indicação favorecerá a coordenação das conversas entre as instituições.

O nome do novo diretor era aguardado com cautela pelo mercado, que temia uma indicação política que ampliasse a crise entre o governo e o BC. A bolsa brasileira reage de forma positiva ao nome. Há pouco, o principal índice da B3 exibia alta de 1,10%.

Galípolo será substituído por Dario Durigan na secretaria-executiva da Fazenda.

GIRO DO MERCADO EMPIRICUS

No Giro dos Mercados desta segunda-feira (08), o analista Caio Araújo comenta a sequência de altas dos fundos imobiliários em abril. Pela primeira vez no ano, o Ifix registrou uma alta de 3,5% na janela mensal. Será que estamos diante de um ponto de virada para esses ativos?

Ainda nesta edição, Larissa Quaresma fala sobre o resultado do Banco Itaú (ITUB4) no primeiro trimestre. Mais uma vez a instituição superou os seus concorrentes com resultados positivos.

Aperte o play e acompanhe:

BRF (BRFS3) LIDERA OS GANHOS

As ações da BRF (BRFS3) avançam 5,64% no Ibovespa, enquanto os pares Marfrig (MRFG3) e JBS (JBSS3) recuam mais de 2%, com a repercussão do resultado mais fraco do frigorífico americano Tyson Foods.

Isso porque Marfrig e JBS são mais expostos ao mercado dos EUA e os investidores realizam troca de posições no setor hoje.

Minerva (BEEF3),com presença maior na América Latina, acompanha o tom positivo de BRF.

Confira as cotações do setor:

CÓDIGONOMEULTVAR
BRFS3BRF ONR$ 6,905,18%
BEEF3Minerva ONR$ 8,992,04%
MRFG3Marfrig ONR$ 6,68-0,89%
JBSS3JBS ONR$ 17,70-3,23%
BOLSAS EM NY

As bolsas americanas não sustentaram os ganhos da abertura e voltaram ao tom negativo nesta primeira hora de pregão. Os investidores aguardam o relatório do Federal Reserve (Fed, banco central americano) sobre empréstimos bancários, que deve ser divulgado ainda hoje.

Na semana passada, depois da decisão sobre os juros, o presidente do Fed, Jerome Powell, disse que a pesquisa mostrará ritmo mais fraco de empréstimos e aperto nos padrões de concessão de crédito.

Confira o desempenho das bolsas em NY:

  • S&P 500: -0,15%;
  • Dow Jones: -0,25%;
  • Nasdaq: -0,34%.
REAÇÃO AO BALANÇO: ITAÚ UNIBANCO (ITUB4)

Os papéis preferenciais do Itaú Unibanco (ITUB4) operam em leve alta de 0,65%, a R$ 26,16, com investidores reagindo ao balanço trimestral.

O Itaú Unibanco registrou lucro líquido gerencial de R$ 8,435 bilhões no primeiro trimestre de 2023, de acordo com balanço divulgado nesta segunda-feira. O resultado é 14,6% superior ao observado no mesmo intervalo de 2022, e em relação ao quarto trimestre do ano passado, representa um crescimento de 10%.

Em relação ao mesmo período do ano passado, o banco observou um crescimento das margens e também das receitas com serviços e do resultado de seguros. Estes fatores ajudaram a compensar um aumento de 30% no custo de crédito, que chegou a R$ 9,088 bilhões, diante do cenário mais arriscado em especial no segmento de varejo, que atende a pessoas físicas e a empresas de menor porte.

*Com informações de Broadcast

AÉREAS SOBEM

As ações da Gol (GOLL4) e Azul (AZUL4) avançam mais de 2% no Ibovespa, apesar da alta do dólar. O movimento positivo deve-se aos números de tráfego de abril da Gol e a expansão do acordo da Azul com a United Airlines, que prevê a inclusão de seis novos destinos aos EUA.

CÓDIGONOMEULTVAR
GOLL4Gol PNR$ 7,162,87%
AZUL4Azul PNR$ 11,942,41%
REAÇÃO AO BALANÇO: BTG PACTAL (BPAC11)

As ações do BTG Pactual (BPAC11) sobem 1,30%, a R$ 24,19, com investidores repercutindo o balanço trimestral divulgado nesta segunda-feira (8) antes da abertura dos mercados e em meio à teleconferência.

O BTG Pactual registrou lucro líquido ajustado de R$ 2,263 bilhões no primeiro trimestre de 2023, o que representa um aumento de 10% frente ao mesmo intervalo de 2022 e uma alta de 28% se comparado ao quarto trimestre.

O retorno sobre o patrimônio líquido anualizado caiu no primeiro trimestre para 20,9%, de 21,5% no mesmo trimestre de 2022 e subiu de 16,7% no quarto trimestre, quando o resultado foi afetado pelas provisões não recorrentes relacionadas a Americanas.

*Com informações de Broadcast

O dólar à vista renova máxima a R$ 4,9702, com alta de 0,54%.

ELETROBRAS (ELET6) CAI 2%

Os papéis da Eletrobras (ELET6) recuam 2,47%, a R$ 36,37 com investidores repercutindo a ofensiva do governo contra a privatização da companhia, oficializada há quase um ano.

Mais cedo, a ex-estatal informou que teve conhecimento, por notícia divulgada em site oficial da Advocacia-Geral da União, do ajuizamento de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI).

Em linhas gerais, a medida prevê a restrição de voto aos acionistas que, individual ou coletivamente, reúnam mais de 10% de ações do capital votante da companhia.

No último sábado (6), o presidente Lula manifestou o interesse em ajuizar ação questionando a privatização da Eletrobras, em fala a jornalistas durante viagem ao Reino Unido.

BRASKEM (BRKM5) REDUZ ALTA APÓS LEILÃO

Na retomada dos negócios, as ações da Braskem (BRKM5) avança 18,31%, a R$ 28,12.

BRASKEM (BRKM5) SOBE 19% NA ABERTURA

As ações da Braskem (BRKM5) entraram em leilão há pouco após avanço de 19,70%, a R$ 28,44, com investidores repercutindo a proposta da Novonor de venda de participação da companhia.

A Braskem não revelou detalhes, mas na sexta-feira o Seu Dinheiro revelou que a Novonor recebeu uma oferta de R$ 47 por ação da companhia. A antiga Odebrecht controla a companhia ao lado da Petrobras.

A proposta partiu da Adnoc, petroleira estatal dos Emirados Árabes Unidos, em conjunto com o fundo americano Apollo Global Management, de acordo com fontes.

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ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abriu em alta de 0,36%, aos 105.161 pontos, com impulso dos índices de Nova York e forte avanço das commodities.

Com a agenda esvaziada, os investidores aguardam os dados de inflação por aqui e nos EUA. Por outro lado, os ruídos sobre a privatização da Eletrobras (ELET6).

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Com a melhora do humor nos EUA, com alívio sobre o setor bancário e a reta final da temporada de balanços, os índices futuros operam em alta. Os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras acompanham o tom positivo e o forte avanço das commodities.

  • Petrobras (PBR): +2,16%, a US$ 14,20;
  • Vale (VALE): +2,73%, a US$ 14,28.
BRASKEM (BRKM5) CONFIRMA PROPOSTA POR FATIA DA NOVONOR

Na novela da venda da participação da Novonor (ex-Odebrecht), a Braskem (BRKM5) confirmou as "cenas dos próximos capítulos" que o Seu Dinheiro antecipou na sexta-feira. A empresa confirmou que recebeu uma proposta não-vinculante pelas ações que possui na petroquímica.

A Braskem não revelou detalhes, mas na sexta-feira o Seu Dinheiro revelou que a Novonor recebeu uma oferta de R$ 47 por ação da companhia. A antiga Odebrecht controla a companhia ao lado da Petrobras.

A proposta partiu da Adnoc, petroleira estatal dos Emirados Árabes Unidos, em conjunto com o fundo americano Apollo Global Management, de acordo com fontes.

As ações da petroquímica (BRKM5) reagiram em forte alta de 25,43% à notícia na sexta-feira e fecharam cotadas a R$ 24,22. E nesta segunda-feira as ações da companhia chegaram a disparar quase 20% nas máximas logo após a abertura do pregão da B3. Mas os papéis perderam parte do fôlego e por volta das 11h10 subiam 7,20%, a R$ 25,47.

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MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

UMA SEMANA INFLACIONADA

Bom dia, pessoal.

Lá fora, os mercados asiáticos iniciaram a semana em alta, impulsionados pelo rali de sexta-feira em Wall Street, que foi alimentado por uma forte recuperação nos bancos regionais americanos e dados de empregos otimistas.

Naturalmente, os investidores permanecem cautelosos diante da possibilidade de uma nova agitação no sistema financeiro dos EUA após a turbulência da semana passada.

Os mercados europeus e os futuros americanos amanhecem igualmente em alta.

A semana será dominada por dados de inflação no Brasil e nos EUA, além de outras notícias importantes do mercado financeiro global, como a decisão de política monetária do Banco da Inglaterra (BoE), que deverá manter sua postura dura, em linha com os seus pares internacionais.

Além disso, vários membros do Fed (EUA) e do BCE (Zona do Euro) têm falas previstas para os próximos dias, o que pode influenciar as expectativas para as taxas de juros dessas instituições.

A ver…

00:44 — Formando expectativas para o arcabouço e para o IPCA de abril

No Brasil, os investidores devem se debruçar amanhã sobre a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que trará mais detalhes sobre a postura da autoridade monetária.

Fora isso, contamos com a continuidade da temporada de resultados, com nomes pesados para o Ibovespa, como Itaú (hoje) e Petrobras (quinta-feira). Outro fator interessante é a escolha dos novos diretores do BC, que devem representar um meio do caminho entre o Banco Central e o Poder Executivo.

Enquanto esperamos pela votação do arcabouço fiscal, que só deve acontecer semana que vem na Câmara — quando Fernando Haddad e Lula voltarem da reunião do G7, no Japão —, podemos digerir com calma a inflação oficial de abril.

O IPCA deve desacelerar de 0,71% em março para 0,55% em abril, na comparação mensal, em linha com a prévia (IPCA-15). O indicador deve continuar desacelerando até junho para voltar a acelerar no segundo semestre.

01:30 — Depois dos dados de emprego da semana passada

Nos EUA, os dados de payroll (relatório mensal de emprego) mostraram revisão nos números de fevereiro e março, com o resultado de abril vindo em linha com as expectativas.

O relatório mostrou a abertura de 253 mil vagas em abril, acima das projeções (185 mil), enquanto a taxa de desemprego caiu de 3,5% para 3,4% — a taxa caiu com a manutenção da taxa de participação e com a contratação de pessoas.

O que mais chamou a atenção foi o crescimento de 0,48% do salário médio por hora, também acima das expectativas, o que é inflacionário.

Como o Fed agora é totalmente “data dependence” (dependente de dados), o número não é muito bom por favorecer uma inflação elevada. Ao mesmo tempo, dá vigor para a perspectiva de uma economia forte e ainda um pouco distante de uma recessão.

Por isso, o barulho dos formuladores de política monetária nesta semana deve interessar os participantes do mercado. Paralelamente, a secretária do Tesouro, Janet Yellen, está alertando para a possibilidade de uma crise por causa da questão envolvendo o teto da dívida.

Tanto as falas como qualquer resolução envolvendo a queda do teto pode trazer volatilidade para a curva de juros lá fora.

02:29 — E a inflação americana

Ainda nos EUA, também contamos com o relatório de inflação de abril, previsto para 10 de maio.

Do ponto de vista internacional, pode ser o principal evento da semana, com projeções apontando para um aumento de 0,4% na comparação mensal e 5,5% na anual. Se vier mais fraco ou até mesmo em linha, podemos ter mais um vetor que favorece a tese do fim do ciclo de aperto monetário do Fed.

Complementarmente, na quinta-feira (11), teremos o índice de preços ao produtor para o mês de abril, que deverá continuar desacelerando para 2,5% na comparação anual de 2,7% do mês anterior.

Não podemos nos enganar, contudo, com os movimentos ao produtor. Ainda que eles indiquem para mais desacelerações do índice ao consumidor em um segundo momento, o nível dos preços ainda é preocupante.

03:19 — Questões europeias

O Banco da Inglaterra (BoE) anunciará na quinta-feira a sua decisão sobre a política monetária. Espera-se que ele aumente a taxa de juros em 25 pontos-base, para 4,5% ano, ano, em linha com o que o BCE fez.

O Reino Unido tem enfrentado uma inflação de dois dígitos há meses, com o índice superando 10% em março em relação ao ano anterior, o que o torna o único país da Europa Ocidental com uma taxa de inflação de dois dígitos. A inflação alta e o mercado de trabalho devem manter apertada a política.

Enquanto isso, a União Europeia está considerando sanções contra sete empresas da China, algo que os Estados Unidos já fizeram, mas a UE ainda não. Isso pode prejudicar adicionalmente as relações entre a UE e a China, que já enfrentam discordâncias em questões comerciais e de direitos humanos — as empresas são acusadas de violações dos direitos humanos, incluindo trabalhos forçados em Xinjiang (um tema já debatido há algum tempo).

04:01 — Se preparando para a próxima pandemia

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o fim da emergência global de saúde Covid-19 na sexta-feira. Com isso, os EUA anunciaram que vão parar de contar casos.

Embora a decisão de baixar o nível de alerta seja amplamente simbólica, uma vez que a maior parte do mundo já reabriu e se ajustou para conviver com o vírus, que matou mais de 20 milhões de pessoas desde que foi descoberto em Wuhan, na China, em 2019, é um passo importante para os livros de história.

Enquanto isso, especialistas de todo o mundo estão se preparando para lidar com a próxima pandemia. Para tal, estão praticando em tempo real com o H5N1, a cepa mais virulenta da gripe aviária.

A rápida contenção da gripe aviária na pequena vila cambojana de Rolaing destacou a importância da rapidez com que as autoridades de saúde pública podem identificar e responder a novas ameaças — a equipe conseguiu montar rapidamente um centro de testes e rastreamento de contatos.

A eficácia da resposta global na contenção da próxima pandemia dependerá da capacidade das autoridades de identificar e responder rapidamente a novas ameaças.

Contanto que não haja algum grau de omissão logo no início, como aconteceu no caso da Covid-19, o mundo deverá estar mais preparado para lidar com problemas de ordem global como o que aconteceu entre 2020 e 2022.

Com isso, choques sobre os ativos de risco devem ser cada vez menos prováveis quando advindos de situações assim.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros abriram estáveis, repercutindo o Boletim Focus divulgado mais cedo. O relatório semanal mostrou um melhora da inflação após a manutenção da taxa Selic em 13,75% ao ano, definido pela reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central na semana passada.

Há pouco, as curvas mais longas ensaiam alta de olho na cautela doméstica, com a declarações do presidente Lula contra a privatização da Eletrobras, efetivada em junho do ano passado. Soma-se a isso, a valorização do dólar ante o real.

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,20%13,20%
DI1F25DI Jan/2511,70%11,68%
DI1F26DI Jan/2611,36%11,34%
DI1F27DI Jan/2711,46%11,44%
DI1F28DI Jan/2811,64%11,62%
ELETROBRAS (ELET3) CONFIRMA QUE LULA NÃO ESTÁ PARA BRINCADEIRA E, DESTA VEZ, QUESTIONA PODER DE VOTO DO ESTADO NA COMPANHIA

A privatização da Eletrobras (ELET3) sequer completou um ano e, no que depender do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não haverá muitas outras comemorações para celebrar a data — ele já declarou que deseja reverter o processo. E, como se não bastasse, o governo agora questiona o próprio poder de voto que possui na companhia.

A Eletrobras confirmou que a Advocacia Geral da União (AGU) entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando esse ponto. O objetivo é que o governo tenha um poder de voto proporcional às ações que detém na empresa.

Hoje, a União é dona de 43% dos papéis ordinários, mas seu poder de voto é limitado a 10%, visando justamente maior equilíbrio nas decisões.

Em fato relevante arquivado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Eletrobras reforça que sua privatização ocorreu dentro da lei e que tomará as medidas necessárias para garantir a "manutenção de ambiente confiável para a realização de investimentos pela Eletrobras no país e a segurança jurídica de todos os seus acionistas e do mercado em geral."

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O BITCOIN SAIU DO AR? ENTENDA O QUE ACONTECEU COM A MAIOR CRIPTOMOEDA DO MUNDO

O fim de semana foi agitado para as maiores criptomoedas do planeta, em especial para o bitcoin (BTC). A maior moeda virtual do mundo viveu um forte congestionamento da rede no domingo (07), o que fez a Binance suspender as negociações diversas vezes ao longo do dia.

Mas para entender o que houve, é preciso voltar alguns passos. O protocolo Ordinals, recentemente lançado na rede do bitcoin, é o principal suspeito. 

Esse protocolo facilita a criação de certificados digitais (tokens não fungíveis ou NFTs, na sigla em inglês) na blockchain do bitcoin. Entretanto, a popularidade desse mecanismo foi tão grande que acabou congestionando a rede. 

Em números, a blockchain da maior criptomoeda do planeta acumulou 400 mil transações não confirmadas, o que fez as taxas de transação mais que dobrarem de preço.

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ABERTURA DO DÓLAR

O dólar à vista abriu em alta de 0,33%, a R$ 4,9597.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

Com o apetite ao risco do exterior e forte avanço das commodities, o Ibovespa futuro abriu em alta de 0,15%, aos 106.755 pontos, em dia de agenda esvaziada.

COMMODITIES EM ALTA

Em movimento de retomada dos ganhos, as commodities operam em forte alta nesta segunda-feira (8).

O minério de ferro avança 5,02%, com a tonelada a US$ 104,29 em Dalian, na China. Já o petróleo sobe 2,43%, a US% 77,12 o barril.

BOLETIM FOCUS

Confira o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (8) com as projeções do mercado para indicadores da economia local:

Inflação

  • IPCA/23: de 6,05% para 6,02% (↓)
  • IPCA/24: de 4,18% para 4,16% (↓)
  • IPCA/25: permanece em 4,00% (=)

Atividade econômica

  • PIB/23: permanece em 1,00% (=)
  • PIB/24: de 1,41% para 1,40% (↓)
  • PIB/25: permanece em 1,80% (=)

Dólar

  • Câmbio/23: permanece em R$ 5,20 (=)
  • Câmbio/24: permanece em R$ 5,25 (=)
  • Câmbio/25: de R$ 5,30 para R$ 5,25 (↓)

Juros

  • Selic/23: permanece em 12,50% (=)
  • Selic/24: permanece em 10,00% (=)
  • Selic/25: permanece em 9,00% (=)

CAÇADOR DE TENDÊNCIAS

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da BRF (BRFS3).

BRFS3: [Entrada] R$ 6.59; [Alvo parcial] R$ 6.81; [Alvo] R$ 7.14; [Stop] R$ 6.22

Recomendo a entrada na operação em R$ 6.59, um alvo parcial em R$ 6.81 e o alvo principal em R$ 7.14, objetivando ganhos de 8.3%.

O stop deve ser colocado em R$ 6.22 evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

Leia mais.

BALANÇOS DO DIA

ANTES DA ABERTURA:

  • BTG Pactual;
  • Caixa Seguridade;
  • Inter;
  • Itaú Unibanco.

DEPOIS DO FECHAMENTO:

  • Alliança (ex-Alliar);
  • Braskem;
  • CBA;
  • Dasa;
  • Direcional Engenharia;
  • GetNinjas;
  • Grupo SBF (Centauro);
  • Iochpe Maxion;
  • Natura &Co;
  • Pague Menos;
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AGENDA DO DIA

A segunda semana de maio tende a ser mais esvaziada que a anterior. As atenções voltam-se à Brasília com a expectativa de início da apreciação da proposta do arcabouço fiscal, apresentando em abril pelo governo, na Câmara dos Deputados.

Confira a agenda do dia no Brasil e no exterior:

HorárioPaís / RegiãoEvento
Todo o diaReino UnidoFeriado bancário
8h30BrasilPublicação do Boletim Focus semanal
10hBrasilDados da Anfavea de produção e venda de veículos em abril
12hEstados UnidosExpectativas de inflação ao consumidor
14hChinaReservas cambiais em dólar
Fonte: Investing.com
FUTUROS DE NOVA YORK OPERAM SEM ÚNICO SINAL

Os índices futuros de Nova York amanheceram sem direção única.

O rali experimentado pelos investidores na última sexta-feira perdeu fôlego nesta manhã. A agenda esvaziada desta semana deixa os investidores à mercê do noticiário.

Confira:

  • S&P 500 futuro: +0,13%
  • Dow Jones futuro: +0,17%
  • Nasdaq futuro: -0,04%.
BOLSAS DA EUROPA SOBEM COM ALÍVIO DOS BANCOS

As bolsas da Europa sobem após a abertura.

Os investidores aguardam os dados de inflação dos EUA, medidos pelo índice de preços ao consumidor (CPI, em inglês), e a decisão de juros do Banco da Inglaterra (BoE).

O que impulsiona os índices hoje é o relativo alívio com o setor bancário, que deflagrou um rali em Wall Street na última sexta-feira.

Confira:

  • DAX: +0,10%
  • FTSE 100: +0,98%
  • CAC 40: +0,20%
  • Euro Stoxx 50: +0,20%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM EM ALTA

Os investidores asiáticos estenderam os ganhos de sexta-feira das bolsas de Nova York.

O rali de Wall Street fez com que as principais bolsas da região avançassem nesta segunda-feira. O alívio com as preocupações envolvendo o setor bancário ajudaram o bom sentimento dos investidores.

Confira o fechamento das bolsas por lá:

  • Xangai: +1,81%
  • Hang Seng: +1,24%
  • Kospi: +0,49%
  • Nikkei: +0,71%

LUCRO DO BTG PACTUAL

O BTG Pactual (BPAC11) conseguiu superar um começo de ano complicado para as principais linhas de negócio e registrou lucro líquido ajustado de R$ 2,263 bilhões no primeiro trimestre de 2023.

O resultado foi 9,7% maior que o dos três primeiros meses de 2022 e ficou acima das expectativas do mercado. O Itaú BBA, por exemplo, esperava um ganho de R$ 2,069 bilhões.

Apesar do lucro maior, a rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROAE, na sigla em inglês) recuou de 21,5% para 20,9% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado.

Ainda assim, o BTG conseguiu sustentar o retorno acima do patamar de 20%, uma espécie de meta informal do banco.

Leia mais.

O QUE ROLOU NOS MERCADOS NO ÚLTIMO PREGÃO?

O Ibovespa encerrou a sessão da última sexta-feira (05) em alta de 2,91%, aos 105.148 pontos. Na semana, o avanço foi mais modesto, de 0,66%.

O dólar à vista encerrou o mesmo dia em queda de 0,99%, aos R$ 4,9436. Na semana, a queda foi de 0,88%.

Confira o que foi destaque na semana passada clicando aqui.

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