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Destaque do trimestre

Itaú lucra quase “dois Bradescos”, controla inadimplência e lidera rentabilidade entre bancos privados; ações sobem na B3

Sem surpresas, banco mostrou melhor gestão da carteira de crédito do que seus pares

Fachada de agência do Itaú
Fachada de agência do Itaú -

O Itaú Unibanco (ITUB4) justificou, mais uma vez, por que suas ações são as mais recomendadas para compra dentre os bancos privados. A instituição registrou lucro recorrente gerencial de R$ 8,4 bilhões no primeiro trimestre deste ano, praticamente o dobro do que o Bradesco (BBDC4) apresentou ao mercado na semana passada, R$ 4,280 bilhões. A cifra também é quase quatro vezes o lucro informado pelo Santander Brasil (SANB11) no período.

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Mais do que o lucro em si, o balanço do Itaú mostrou que ele tem gerenciado com sabedoria sua carteira de crédito. Enquanto o Bradesco observou um salto de 0,8 ponto percentual na inadimplência no trimestre, para 5,1%, o Itaú manteve o indicador estável em 2,9%.

O Itaú conseguiu melhorar ainda mais a rentabilidade medida pelo retorno sobre o patrimônio (ROE), que avançou 0,3 ponto percentual no ano, chegando a 20,7%. O índice também subiu 1,4 ponto percentual na comparação com o quarto trimestre de 2022.

Com esse resultado, as ações do Itaú operam em alta na bolsa brasileira, chegando a subir mais de 1%.

Inadimplência no Itaú deve se manter estável

Se nos resultados passados o Itaú se mostra mais robusto que seus pares, o mesmo se aplica para as estimativas futuras. O Bradesco, mesmo com a forte piora da inadimplência, revelou que ela ainda não chegou no pico. Já o Itaú estima que a estabilidade observada no 1T23 deve se manter ao longo do resto do ano.

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"A gente já vinha antecipando há alguns trimestres que a nossa expectativa era de que o atraso acima de 90 dias se estabilizaria no 1T23. Nossa capacidade de gestão de crédito baseada em atualização constante de dados tem dado resultado pela previsibilidade", afirmou o CEO do Itaú, Milton Maluhy, em coletiva de imprensa.

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A inadimplência no Itaú ficou estável justamente no público que vem mostrando maiores dificuldades em cumprir com suas obrigações, as pessoas físicas. As micro, pequenas e médias empresas, que também estavam com as dívidas crescendo, conseguiram inverter a curva e mostraram queda.

Tesouraria incerta

Uma das poucas linhas do resultado do Itaú que vieram desfavoráveis foi a tesouraria, que reduziu 13,8% em relação ao quarto trimestre de 2022, para R$ 645 milhões. Apesar da queda, o resultado veio melhor do que os concorrentes, que ainda estão no negativo.

O número foi impactado principalmente pelo resultado na América Latina, enquanto no Brasil houve uma melhora em relação ao trimestre anterior.

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"O que acontece na América Latina é fortemente explicado pelo Itaú Chile. No Chile, tanto a atividade de trading como de banking tiveram dificuldade de gerar resultado", afirmou Maluhy.

O CEO do Itaú destacou que, devido à alta inflação no Chile no ano passado, todos os bancos tiveram resultados fortes na margem com o mercado. Mas nesses primeiros três meses de 2023 a inflação chilena veio abaixo do esperado e teve um efeito importante.

Para o restante do ano, Maluhy destacou que o resultado da tesouraria é difícil de projetar, mas reforçou as estimativas do banco de chegar ao final de 2023 com um resultado entre R$ 2 e R$ 4 bilhões.

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