O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Justiça aceitou um pedido de suspensão para que a recuperanda e sua principal credora negociem um acordo
Os problemas econômicos e a subsequente recuperação judicial de três holdings do grupo Gramado Parks (GPK) têm pesado sobre as cotas de fundos imobiliários que investem em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) da empresa desde o mês passado.
Por isso, a notícia de que o processo de RJ será temporariamente interrompido traz alívio para os FIIs nesta quinta-feira (27).
A Vara Regional Empresarial da Comarca de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, aceitou um pedido de suspensão feito pelas recuperandas e pela Forte Securitizadora (Fortesec) — principal credora do grupo e emissora dos CRIs. O objetivo é que as duas partes tenham uma janela para negociar uma autocomposição, método de resolução de conflitos.
Segundo o Seu Dinheiro apurou, há tratativas avançadas para que os credores cheguem a um acordo com ao menos uma das empresas do grupo incluídas na RJ.
Por volta das 12h15, os seis fundos que confirmaram a exposição à empresa operavam em alta. Confira abaixo o desempenho do Devant Recebíveis Imobiliários (DEVA11), Hectare CE (HCTR11), Tordesilhas EI (TORD11), Versalhes RI (VSLH11), Banestes RI (BCRI11) e Kilima Volkano (KIVO11):
Vale reforçar, porém, que a suspensão é temporária e termina na próxima terça-feira (02). Depois, o processo deve voltar a correr normalmente e inclui a suspensão do pagamento a credores.
Leia Também
Títulos como os CRIs da Gramado Parks possuem garantias, como quotas de empresas e imóveis, que podem ser acionadas em momentos como este.
Mas a recuperação judicial também impede a securitizadora de executar essas garantias por enquanto. A Fortesec e outros credores têm um prazo de 30 dias para apresentarem suas habilitações de crédito à administradora judicial do processo.
A Gramado Parks, por outro lado, deve entregar um plano de recuperação em até 60 dias. Os credores terão outros 30 dias para manifestarem objeções a respeito da proposta da companhia.
A mediação aceita pela Justiça pode facilitar a construção do plano de recuperação, mas, de acordo com o despacho, “não poderá abranger a natureza jurídica e a classificação dos créditos”.
A decisão da Vara Regional Empresarial da Comarca de Caxias do Sul prevê ainda que credores e empresa apresentem ao administrador judicial e Ministério Público a minuta de qualquer acordo realizado durante a suspensão do processo. Eventuais propostas só poderão ser homologadas após essa análise.
É importante destacar que alguns dos credores e fundos imobiliários que sofrem com a recuperação judicial da Gramado Parks estão indiretamente ligados à companhia.
As gestoras dos FIIs DEVA11, HCTR11, TORD11 e VSLH11 — Devant Asset, Hectare e RCAP Asset — fazem parte da holding RTSC, que investe em diversas empresas do mercado financeiro.
O grupo também é controlador indireto da Fortesec, emissora de parte dos títulos de dívida do grupo GPK. Além disso, a RCAP Asset é responsável pela gestão do FII Serra Verde (SRVD11), acionista da Gramado Parks no qual investem os fundos HCTR11 e TORD11.
Questionada a respeito, a holding RTSC informou que o posicionamento oficial sobre o tema será feito por meio da Fortesec. Já a securitizadora destacou, em nota, que a recuperação judicial afeta apenas um dos CRIs emitidos pela empresa: o Brasil Parques, com montante atual de R$ 266 milhões.
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)