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OPERAÇÃO QUESTIONADA

Gafisa (GFSA3) dispara mais de 25% após homologar polêmico aumento de capital em meio à disputa com Esh Capital; gestora diz que operação é ‘ilegal’

Enquanto isso, as ações da construtora estão em um rali e acumulam alta de mais de 243% no último mês, quando os desdobramentos do imbróglio com a Esh foram divulgados ao mercado.

Logo da incorporadora Gafisa em meio aos prédios da cidade de São Paulo
Logo da incorporadora Gafisa em meio aos prédios da cidade de São Paulo - Imagem: Montagem Andrei Morais/Shutterstock

Mesmo após todos os esforços judiciais da Esh Capital, o aumento de capital da Gafisa (GFSA3) — um dos alvos da disputa entre a gestora e a construtora de Nelson Tanure — foi homologado.

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O montante é inferior aos R$ 150 milhões previstos pela companhia na época do anúncio: ficou em pouco mais de R$ 78 milhões, com emissão de 13,2 milhões de novas ações.

Mas, ainda assim, deve provocar uma diluição dos acionistas, incluindo a Esh, pois os novos papéis saíram a R$ 5,89. A cifra é 346% inferior à cotação atual das ações, que, por volta das 15h, operavam com um salto de 25,8%, cotadas em R$ 26,28.

Por falar nelas, as ações da construtora estão em um rali desde o final de 2022 e acumulam alta de mais de 243% no último mês, quando os desdobramentos do imbróglio com a Esh foram divulgados ao mercado.

A alta volatilidade nos últimos dias também é justificada por um motivo técnico: com o aumento de capital iminente, investidores desmontaram suas posições vendidas no papel.

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Na ocasião, a gestora havia obtido um parecer favorável da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para que a assembleia de acionistas convocada para 2 de janeiro fosse realizada. Ainda assim, a Gafisa manteve a convocação para o dia 9 deste mês.

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O que está por trás da disputa entre Gafisa e Esh?

Apesar de pouco distantes, as datas eram muito relevantes nesse caso justamente por conta do aumento de capital. Um dos itens na pauta da AGE era discutir a decisão de aprovar a operação — que, segundo nota enviada pela Esh ao Seu Dinheiro, “se deu de forma ilegal”.

Já a Gafisa garante, também em nota, "que está atuando dentro da legalidade". "Qualquer outra posição é meramente especulativa e com intenções duvidosas", diz a empresa.

O encontro dos acionistas deliberará sobre uma possível ação de responsabilidade contra Nelson Tanure e outros administradores e membros do conselho fiscal da Gafisa, assim como a destituição desses integrantes e eleição de substitutos por quebra de deveres fiduciários.

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Segundo fontes ouvidas pelo Seu Dinheiro, um dos temores da gestora era que o grupo ligado a Tanure poderia aumentar a sua participação no capital social da Gafisa após a operação e, com isso, chegar mais forte à assembleia.

“Ao promover o aumento de capital, a Gafisa atropelou a prerrogativa da AGE de deliberar sobre essa decisão. Obviamente a administração da companhia tem interesses conflitantes e no mínimo deveria se declarar impedida de deliberar sobre isso”, diz a Esh.

Vale lembrar que a gestora, por meio do fundo Esh Theta, elevou recentemente sua fatia na incorporadora para pouco mais de 15,1%. Mas a participação deve ser diluída pois a gestora não subscreveu ações no aumento de capital.

Além da operação, a Esh questiona ainda a 17ª emissão de debêntures da companhia. Os ativos foram alvo do primeiro embate jurídico entre gestora e construtora, que terminou com a Esh obtendo uma liminar que impediu a conversão das debêntures em ações.

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A Gafisa afirma que essa liminar trará prejuízo. Isso porque a decisão limita a capacidade de prosseguir com o desenvolvimento de projetos estratégicos em imóveis adquiridos com os R$ 245,5 milhões levantados pela operação.

Esses empreendimentos, aliás, são o motivo por trás do pedido inicial. A Esh alega que os terrenos negociados pertencem a uma empresa de Nelson Tanure, o controlador da companhia.

Ainda segundo fontes consultadas pela reportagem, a gestora afirma que todas as etapas da emissão foram irregulares e representam um “flagrante prejuízo à companhia e seus acionistas” para beneficiar Tanure.

Os títulos são conversíveis em ações. Considerando isso, a Esh acredita que o objetivo final da operação também é diluir os acionistas e aumentar a participação do empresário na companhia.

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