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A Vinci Real Estate, gestora do FII, comunicou a suspensão das negociações do Centro de Distribuição Cachoeirinha, localizado no Rio Grande do Sul

Pouco menos de uma semana após virar notícia com a venda milionária de um galpão, o fundo imobiliário Vinci Logística (VILG11) volta aos holofotes pelo motivo oposto. As cotas do FII recuam na B3 nesta terça-feira (6) após o anúncio do cancelamento da venda de outro imóvel.
A Vinci Real Estate, gestora do fundo, comunicou ontem a suspensão das negociações do Centro de Distribuição Cachoeirinha, localizado no Rio Grande do Sul. O valor da transação era estimado em R$ 100 milhões e representava um cap rate — indicador que calcula a média de retorno do capital investido em imóveis — de 7,6%.
Com isso, o fundo opera em queda na B3. O movimento negativo foi maior perto da abertura e o VILG11 chegou a testar o patamar de R$ 100, mas as cotas apagaram parte das perdas ao longo da sessão e, por volta das 14h30, recuavam 0,32%, a R$ 101,95.
O motivo do cancelamento do acordo, firmado no final de janeiro deste ano, não foi revelado. Na época do anúncio, a gestora já havia destacado que ele não representava uma garantia de conclusão da operação, uma vez que os processos de diligência e de cumprimento de condições precedentes ainda estavam em andamento.
Com a suspensão, o VILG11 permanecerá com CD Cachoeirinha no portfólio por mais tempo. O FII é dono de 100% do ativo, que possui 36,7 mil metros quadrados e, atualmente, está 100% locado.
"Reforçando o conceito de gestão ativa, o gestor continuará a avaliar cuidadosamente as possibilidades de reciclagem de portfólio e a explorar alternativas que possam otimizar o retorno do fundo", cita o comunicado.
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Vale relembrar que o VILG11 anunciou na semana passada a venda de 100% de sua participação no ativo Jundiaí Business Park por R$ 34,7 milhões. E não há riscos de cancelamento: o dinheiro da venda já foi integralmente pago ao VILG11.
O cap rate dessa operação foi de 8,3% e resultará em um caixa extraordinário de cerca de R$ 2,86 milhões, ou R$ 0,19 por cota, para o fundo.
A gestão optou por diluir a distribuição do resultado aos cotistas na forma de dividendos ao longo dos próximos meses.
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