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O FII, que já detinha 50% do edifício desde 2020, exerceu seu direito de preferência para a aquisição de uma fração extra do ativo
Quando se trata do setor de lajes corporativas, há poucos mercados mais aquecidos que o da região da Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo. Por isso, o fundo imobiliário VBI Prime Properties (PBVI11) não mediu esforços para aumentar sua participação e garantir o controle de um imóvel localizado naquele que é considerado um dos centros financeiros do país.
O FII, que já detinha 50% do Edifício Faria Lima 4.440 desde 2020, comunicou ao mercado na última segunda-feira (12) que exerceu seu direito de preferência para a aquisição de uma fração adicional de 0,5% do ativo. O valor pago pela fatia extra não foi divulgado.
Além disso, o VBI Prime Properties também aumentou indiretamente sua participação no empreendimento ao subscrever cotas do FL4440 — fundo constituído no final do mês passado e indicado pelo próprio PVBI11 para a compra dos outros 49,5% do prédio por R$ 371,18 milhões.
Com a fatia extra, o PVBI11 passa a controlar o imóvel e, segundo o comunicado, continuará "com o processo ativo de gestão". De acordo com a VBI Real Estate, gestora do fundo imobiliário, o foco atual é na manutenção de 100% de ocupação do prédio e melhorias contínuas na gestão patrimonial para seguir "atraindo bons inquilinos".
De acordo com o último relatório gerencial do FII, o Edifício Faria Lima 4.440 está com a vacância física zerada, com 10 inquilinos e Área Bruta Locável (ABL) total de 22,1 mil metros quadrados. O prédio representava 27% da receita do VBI Prime Properties até o mês passado.
Por falar no aquecimento da demanda na região da Faria Lima, o fundo imobiliário Zavit Real Estate (ZAVI11) celebrou um novo contrato de locação para um imóvel localizado nos arredores da avenida.
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Segundo comunicado enviado ao mercado ontem, uma empresa do ramo financeiro ocupará 50% — ou cerca de 246,2 metros quadrados — do Edifício Tabapuã pelos próximos 72 meses. A locação reduziu em 0,43% a vacância do fundo e ocorrerá na modalidade Turn-key: o FII ficará responsável por costumizar a laje para o inquilino.
"O contrato foi firmado com um aumento de 79% do valor de locação por metro quadrado em relação ao preço pago pelo inquilino anterior, o que reforça a tese do Turn-key e o reconhecimento e valorização dos novos locatários frente aos investimentos realizados no edifício", destaca a gestão.
Mas a cifra superior só terá impacto na receita do FII em aproximadamente 60 dias. Este é o prazo estimada para a conclusão da reforma e o início do recebimento do aluguel.
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