O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os dois principais produtores de petróleo do mundo se juntaram mais uma vez para sustentar as cotações da commodity no mercado internacional; confira detalhes do acordo
Nem a cautela externa com China e nem as incertezas sobre a economia global abalam as negociações do petróleo. Os rumores dos últimos dias — que agora foram confirmados — refletem em forte alta da commodity.
Nesta terça-feira (5), o barril do petróleo tipo Brent alcançou a marca de US$ 90 pela primeira vez desde novembro de 2022. Por volta de 10h50 (horário de Brasília), os futuros do petróleo considerado referência global registrava alta de 1,37%, a US$ 90,20.
Esse avanço está sendo patrocinado por Arábia Saudita e Rússia — dois rivais no mercado de petróleo que se juntaram mais uma vez para apoiar as cotações da commodity no mercado internacional.
A Arábia Saudita, um dos maiores produtores mundiais do petróleo e líder da Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep), anunciou a prorrogação do corte voluntário de produção do óleo em 1 milhão de barrispor dia até o final do ano, segundo a mídia estatal.
A decisão estende o movimento de junho, quando o país árabe “deu um passo” unilateral para evitar maiores quedas dos preços internacionais do petróleo. Inicialmente, a redução de oferta seria encerrada em setembro.
A Rússia, por sua vez, acompanhou a Arábia Saudita e também estenderá o corte até dezembro. No caso de Moscou, a redução será de 300 mil barris por dia, segundo o vice-primeiro-ministro russo, Alexander Novak.
Leia Também
Apesar da forte alta registrada hoje, os investidores já aguardavam o anúncio desde a semana passada, em meio a rumores iniciados na última quinta-feira (31).
Por fim, vale ressaltar que a redução da oferta da Arábia Saudita e da Rússia são considerados cortes voluntários, já que as decisões foram tomadas fora da política oficial da Opep+, grupo formado pelos países da Opep — liderados pelos sauditas — e por aliados liderados pela Rússia.
No Brasil, as ações das petroleiras negociadas no Ibovespa avançaram na esteira da valorização do petróleo no mercado internacional.
Confira a cotação das companhias, por volta das 10h30 (horário de Brasília):
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 47,25 | 1,37% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 35,39 | 0,54% |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 32,38 | 0,28% |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 33,00 | 0,46% |
Entre as companhias do setor, PetroRecôncavo (RECV3), que ingressou ontem (4) na carteira do Ibovespa, ignora o desempenho da commodity. Os papéis RECV3 operam em queda acima de 4%. Acompanhe a cobertura de mercados.
*Com informações de CNBC
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas
Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso
Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.
Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz
Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações
Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora
Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo