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O FII gastou R$ 60 milhões com o pré-pagamento do último CRI indexado ao CDI de seu portfólio
Uma das resoluções de Ano Novo mais comuns é quitar dívidas para começar um novo ciclo com menos obrigações financeiras. E esse item já pode ser riscado lista do fundo imobiliário BTG Pactual Logística (BTLG11).
Segundo comunicado enviado ao mercado, o FII desembolsou R$ 60 milhões na última segunda-feira (18) para o pré-pagamento do último Certificado de Recebível Imobiliário (CRI) indexado ao CDI da carteira.
O título em questão venceria em julho de 2027, a uma taxa contratada de CDI+2,95%. De acordo com a administradora, o pagamento reduziu a alavancagem do BTLG11 em 26,4%. Já a razão da dívida sobre o total de ativos do portfólio caiu de 7,2% para 5,3%.
Vale destacar que a operação foi realizada sem multa. Além disso, o fundo deixará de pagar a despesa financeira referente ao título, que correspondia a R$ 0,02/cota.
Com o pré-pagamento, restaram três CRIs na carteira do BTG Pactual Logística. O volume dos ativos somam R$ 152 milhões, com taxas que variam entre IPCA+5,90% e IPCA+5,82% e vencimentos em dezembro de 2028 e julho de 2031.
O pagamento do CRI ocorre menos de um mês após o BTLG11 desembolsar R$ 760 milhões para a compra de três imóveis e um projeto aprovado.
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Os três ativos prontos totalizam 233 metros quadrados e estão totalmente locados, enquanto o empreendimento que ainda será construído terá cerca de 74 mil metros quadrados.
Vale destacar que todos eles estão localizados em São Paulo, com 70% da área total em um raio de 30 quilômetros da capital do estado.
Considerando os custos e os aluguéis dos imóveis já locados, o fundo cacula um yield de 15% até o pagamento da parcela final. Além disso, a receita estimada da operação é de R$ 0,19 por cota; já o cap rate — taxa de capitalização — é de 9,2%.
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