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Um estudo feito pelo banco ING deu o caminho das pedras para quem quiser superar o dólar e se tornar o novo “rei da selva”; veja
Deixar de usar o dólar como principal moeda para transações internacionais, a chamada "desdolarização", é um processo idealizado por países emergentes há um tempo. O movimento começou com a Rússia e logo contagiou os BRICS, bloco que inclui Brasil, a própria Rússia, Índia, China e a África do Sul (o “S” vem do inglês South Africa).
Agora, um estudo feito pelo banco ING deu o caminho das pedras para quem quiser se tornar o novo "rei da selva": para conseguir superar o dólar, a moeda precisa dominar o mercado internacional de dívidas.
E é aí que o dólar encontra a moeda chinesa, o renminbi, também chamado de yuan — isso porque, os Panda Bonds, como é chamado o mercado de dívida emitida em renminbi, é o principal adversário dos norte-americanos nesse segmento.
Acontece que moeda norte-americana ainda não tem um concorrente à altura. Em resumo, até mesmo o yuan chinês precisa ganhar força, não apenas no mercado de dívida, mas também no volume de transações internacionais, para ter uma chance contra o dólar. E essa força pode vir do próprio BRICS.
É isso que nós revelamos em uma publicação exclusiva no perfil do Instagram do Seu Dinheiro. Confira logo abaixo e aproveite para nos seguir por lá (basta clicar aqui). Assim, você recebe DE GRAÇA:
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O dólar está operando abaixo dos R$ 4,90 desde a última quinta-feira (14), quando chegou a ser cotado a R$ 4,8628 (-1,11%), na mínima intradiária. Esse comportamento é no mínimo curioso, principalmente quando paramos para pensar que a moeda norte-americana foi considerada um dos melhores investimentos de agosto.
O que será que mudou? O que está levando o dólar a inverter o jogo e operar no vermelho neste mês?
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