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RESUMO DO DIA: O Ibovespa voltou a operar no campo positivo nesta quarta-feira (22), com apoio dos índices de ações internacionais.
Por aqui, o investidor acompanhou a agenda do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Em evento, ele afirmou que o Brasil melhorou na credibilidade.
A cautela, no entanto, voltou a aparecer no mercado com a atualização de projeções do Ministério de Planejamento e Orçamento. O Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do 5º bimestre revisou para cima a estimativa de déficit de 2023, para R$ 177,4 bilhões, o que equivale a 1,7% do PIB.
A tramitação de pautas econômicas em Brasília, por sua vez, continuou a ser um foco de atenção dos investidores. Hoje, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal aprovou o projeto de lei que trata da taxação de fundos exclusivos e offshore e deu sinal verde para a proposta das apostas esportivas (bets). As matérias seguem para apreciação no plenário da Casa.
Lá fora, os índices de Nova York sustentaram o tom positivo após os números do balanço trimestral da gigante de tecnologia Nvidia. Amanhã (23), Wall Street não opera devido ao feriado de Ação de Graças.
O Ibovespa encerrou o pregão com alta de 0,33%, aos 126.035 pontos.
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O dólar à vista terminou o dia a R$ 4,9017, com leve avanço de 0,07%.
Confira o que movimentou os mercados nesta quarta-feira (22):
O Ibovespa sustentou os 125 mil pontos, com apoio de Nova York.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| IRBR3 | IRB Brasil ON | R$ 46,81 | 6,19% |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 8,90 | 5,58% |
| JBSS3 | JBS ON | R$ 22,17 | 4,04% |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 14,98 | 4,03% |
| ENEV3 | Eneva ON | R$ 13,14 | 3,38% |
E as maiores quedas do pregão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CMIG4 | Cemig PN | R$ 11,35 | -9,71% |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 9,67 | -3,40% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 2,08 | -2,35% |
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 24,77 | -2,29% |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 3,66 | -2,14% |
O Ibovespa fechou o pregão com alta de 0,33%, aos 126.035 pontos.
O principal índice da bolsa brasileira operou na esteira do desempenho de Wall Street. Por lá, o otimismo ganhou força após o resultado no terceiro trimestre da gigante de tecnologia Nvidia, acima do esperado pelo mercado.
Por aqui, os investidores acompanharam um dia intenso em Brasília. A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal aprovou o projeto de lei que trata da taxação de fundos exclusivos e offshore e deu aval para a proposta das apostas esportivas (bets).
As matérias devem ser submetidas à apreciação do plenário da Casa.
Os ganhos do Ibovespa foram limitados, porém, com os investidores repercutindo uma nova estimativa de déficit primário do Ministérios do Planejamento e Orçamento para 2023. Segundo as projeções do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do 5º bimestre, o rombo aumentou para R$ 177,4 bilhões.
A equipe econômica também elevou a projeção para a Selic acumulada de 13,11% para 13,19%. Já a estimativa do câmbio passou de R$ 4,99 para R$ 5,01 no fim do ano.
Por fim, o recuo do petróleo também pesou sobre os ativos das petroleiras, com destaque para Petrobras (PETR4).
As bolsas de Nova York encerraram o pregão em tom positivo, na véspera do feriado do Dia de Ações de Graças.
Os resultados fortes de Nvidia, com números do terceiro trimestre acima das expectativas, impulsionaram os ganhos do Nasdaq ao longo do pregão.
Confira o fechamento dos índices de Nova York:
As ações das estatais mineiras Cemig (CMIG4) e Copasa (CSMG3) passaram a cair forte na tarde desta quarta-feira (22) após a notícia de que o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (NOVO-MG), concordou com a proposta do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) de transferir ativos estaduais para a União como forma de equacionar a dívida bilionária do estado com o governo federal.
Entre esses ativos, poderiam figurar justamente a Cemig, que Zema tinha planos de privatizar, e a Copasa, cuja possível privatização também era uma esperança do mercado. Isso significa que elas passariam do comando de um governo disposto a privatizá-las para o de um governo avesso a privatizações em geral.
Com isso, as ações CMIG4 passaram a cair mais de 10%, enquanto as CSMG3 recuavam mais de 4%. Acompanhe nossa cobertura de mercados.
A proposta de Pacheco também inclui a cessão de créditos à União ligados à reparação de danos causados pelo rompimento da barragem da Samarco em Mariana.
Com as declarações do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo-MG), as ações da Cemig (CMIG4) aceleraram as perdas há pouco.
Os papéis da companhia caem 12,25%, a R$ 11,03.
Zema participou de reuniões em Brasília, entre elas, com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para tratar da eventual fidelização da companhia para a redução da dívida federal do Estado de Minas Gerais.
"Após décadas, temos a perspectiva de solução para a dívida bilionária acumulada no passado", afirmou Zema à imprensa.
O dólar à vista encerra em leve alta de 0,07%, a R$ 4,9017.
A moeda norte-americana ganhou força com o forte recuo do petróleo no mercado internacional. Além disso, os investidores locais operaram mais cautelosos de olho nas receitas e despesas do governo federal.
Segundo as projeções do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do 5º bimestre, divulgado hoje pelo Ministério de Planejamento o Orçamento, a nova estimativa de déficit primário aumentou para R$ 177,4 bilhões, aproximadamente 1,7% do PIB de 2023.
No Senado Federal, o projeto de lei que trata da taxação dos fundos exclusivos e de offshore foi aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
Os contratos mais líquidos do petróleo encerraram a sessão em queda nesta quarta-feira (22), com o adiamento da reunião da Organização dos Países Produtores de Petróleo e seus aliados (Opep+).
Os futuros para janeiro do petróleo Brent fechou em baixa de 0,59%, com o barril a US$ 81,96, na Intercontinental Exchange (ICE).
Já os contratos para o mesmo mês do WTI terminaram em queda de 0,86%, a US$ 77,10 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).
Mais cedo, a Opep+ adiou a reunião ministerial que estava prevista para os dias 25 e 26 de novembro, próximo fim de semana. Sem explicar razões para o adiamento, o cartel reagendou o encontro para 30 de novembro.
Conhecida pelos investidores por ser uma boa pagadora de dividendos, a Isa Cteep (TRPL4) se tornou a mais forte candidata a ingressar na “elite” da B3 a partir de janeiro, quando começa a valer a nova carteira do Ibovespa.
A B3 divulga a primeira prévia da próxima carteira do principal índice da bolsa no começo de dezembro, que deverá contar com as ações da empresa de transmissão de energia elétrica, de acordo com BTG Pactual, Itaú BBA e Genial Investimentos.
Na ponta oposta, as ações da Casas Bahia (BHIA3) podem deixar o índice após a forte queda que deixou as cotações da varejista abaixo de R$ 1 na bolsa.
Vale relembrar que, para fazer parte do índice, a B3 considera critérios como o volume de negociação e o status da empresa — companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 não são elegíveis, por exemplo.
Com os investidores digerindo a revisão das estimativas de déficit fiscal pela equipe econômica, o Ibovespa inverteu o sinal há pouco e opera em leve queda de 0,03%, aos 125.590 pontos.
O desempenho negativo é impulsionado também pelo recuo do petróleo no mercado internacional, enquanto as bolsas de Nova York operam em alta.
As ações da Cemig (CMIG4) recuam 9,55%, a R$ 11,37, e lidera as perdas do Ibovespa.
Os papéis recuam com os investidores precificando a potencial fidelização da companhia para a redução da dívida federal do Estado de Minas Gerais. Copasa (CSMG3) também estaria incluída no processo.
O processo de "abatimento" de dívidas é articulado pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
Fora do Ibovespa, as ações da companhia de educação Ânima (ANIM3) operam com alta de 5,28%, a R$ 3,79.
Os papéis são beneficiados pela expectativa de que a companhia negocia a venda da Universidade São Judas por cerca de R$ 1 bilhão. Segundo o jornal Valor Econômico, há pelo menos três grupos educacionais interessados no negócio, entre eles a Cruzeiro do Sul e a Yduqs.
O Ibovespa retomou os 126 mil pontos, há pouco, apoiado na esticada dos ganhos em Wall Street.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 8,97 | 6,41% |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 14,99 | 4,10% |
| VAMO3 | Vamos ON | R$ 10,13 | 3,90% |
| JBSS3 | JBS ON | R$ 22,04 | 3,43% |
| DXCO3 | Dexco ON | R$ 7,42 | 3,49% |
E as maiores quedas do pregão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 24,77 | -2,29% |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 46,90 | -2,25% |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 9,83 | -1,80% |
| BHIA3 | Casas Bahia ON | R$ 0,57 | -1,72% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 74,46 | -1,62% |
Os contratos mais líquidos do petróleo reduziram as perdas há pouca na reta final da sessão.
O barril do petróleo Brent, que chegou a cair quase 4%, opera agora em queda de 1,64%, a US$ 81,11. Já o petróleo WTI cai 1,80%, a US$ 76,38 o barril.
Com o arrefecimento da perdas, as ações da Petrobras (PETR4) também diminuíram a baixa e são negociados a 1,44%, a R$ 34,82.
“Vocês não imaginam o prazer que é estar de volta”, diria Sam Altman, fundador da OpenAI — a empresa por trás do ChatGPT — no Vale do Silício nesta quarta-feira (22), quando voltou à empresa que ele mesmo criou após uma demissão que durou cinco dias.
Isso mesmo. Menos de uma semana depois da “expulsão” de Altman da empresa e de negociações de alto risco, a startup de inteligência artificial (IA) anunciou que traria de volta o executivo como CEO.
A decisão vem na esteira da ameaça de quase todos os funcionários pedirem demissão se Altman não fosse reintegrado à equipe.
“Eu amo a OpenAI, e tudo o que fiz nos últimos dias serviu para manter esta equipe e sua missão unidas. Quando decidi ingressar na MSFT [Microsoft] no domingo à noite, ficou claro que esse era o melhor caminho para mim e para a equipe. Com a nova diretoria e o apoio de Satya, estou ansioso para retornar à OPENAI e desenvolver nossa forte parceria com a MSFT”, anunciou Altman, em publicação no X, antigo Twitter.
A queda do petróleo começou a pesar sobre o Ibovespa e o índice perdeu os 126 mil pontos, mas sustenta o tom positivo.
O Ibovespa sobe 0,35%, aos 126.071 pontos.
O dólar à vista também ganhou fôlego à medida que o petróleo recuo no mercado internacional. A moeda norte-americana avança 0,03%, a R$ 4,8998.
O enfraquecimento do desempenho acontece após a divulgação de uma nova estimativa de déficit primário dos ministérios da Fazenda e do Planejamento para 2023. Segundo as projeções do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do 5º bimestre, o rombo aumentou para R$ 177,4 bilhões.
A equipe econômica também elevou a projeção para a Selic acumulada de 13,11% para 13,19%. Já a estimativa do câmbio passou de R$ 4,99 para R$ 5,01 no fim do ano.
Os principais índices de ações da bolsa de Nova York operam em alta, na esteira da queda dos juros projetados pelos títulos de dívida do governo norte-americano, que atingiram o nível mais baixo em dois meses.
O destaque é o Dow Jones, que dá um salto de mais de 150 pontos em um sinal de recuperação do mercado norte-americano antes do feriado de Ação de Graças.
Entre as ações, 69,1% do papéis que fazem parte do Nasdaq operam em alta, acompanhadas de perto por ativos de empresas de bens de consumo básico e das companhias de pequena e média capitalização.
Confira a variação e a pontuação dos principais índices de ações de Wall Street agora:
A Marfrig (MRFG3) brilha na bolsa nesta quarta-feira (22) após o Bank of America (BofA) elevar a recomendação da ação do frigorífico de neutro para compra, colocando-a como preferida do setor.
O preço-alvo do ativo também foi elevado, de R$ 8,50 para R$ 13, o que representa um potencial de alta de 54% em relação ao fechamento de ontem.
O banco americano vê uma melhor relação de risco-retorno para as ações da companhia neste momento e, em paralelo, baixou o preço-alvo de Minerva (BEEF3), mantendo a recomendação neutra, além de reiterar a recomendação underperform (equivalente a venda) para BRF (BRFS3).
Na opinião do BofA, a Marfrig vem sendo avaliada, na bolsa, a um valor inferior ao da soma das suas partes (como sua fatia na BRF), além de o preço de tela também não refletir a venda de ativos feita recentemente para a concorrente Minerva.
Um banco digital com perspectivas positivas e cujo retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) deve crescer novamente no quarto trimestre — essas são algumas das projeções que o BTG Pactual tem para o Inter (INBR32) e que fariam muito investidor querer os Brazilian Depositary Receipts (BDRs) na carteira.
Mas não é o que o BTG recomenda nesse momento. O banco de investimentos rebaixou a indicação para os ativos do Inter de compra para neutro — mas ainda assim manteve o preço-alvo de R$ 31, o que significa um potencial de valorização de 9,8% em relação ao último fechamento.
A mudança foi o gatilho para os BDRs do Inter operaram em queda na B3. Por volta de 14h35, os ativos INBR32 caíam 4,22%, cotados a R$ 27,04. No mês, no entanto, eles acumulam alta de 20,5% e, no ano, esse ganho acumulado supera os 140%. Acompanhe a nossa cobertura ao vivo dos mercados.
Embora o BTG considere que as perspectivas para o Inter continuam positivas, afirma que o rali dos papéis foi muito mais rápido do que a melhora dos resultados — ainda que o desempenho seja, de fato, bom e a administração tenha demonstrado de forma eficaz que as alavancas continuam as mesmas.
Com a agenda esvaziada, os índices europeus encerraram o pregão majoritariamente em tom positivo.
A bolsa de Londres recuou após o anúncio de corte nos impostos.
O ministro das Finanças do Reino Unido, Jeremy Hunt, chamou o pacote de "maior corte de impostos na história britânica", defendendo que a proposta ajudará a aliviar o impacto da desaceleração econômica sem inflamar novamente a inflação.
Ele também disse que o déficit fiscal será de 4,5% em 2023 e 2024, com previsão de redução nos anos seguintes.
Confira o fechamento dos principais índices europeus:
O Ibovespa sustenta os 126 mil pontos, com apoio de Nova York e otimismo dos investidores locais após declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.
Entre as movimentações no índice, Marfrig (MRFG3) lidera os ganhos com elevação de recomendação para as ações pelo Bank of America (BofA).
As companhias mais sensíveis aos juros, como o setor de varejo, ganham fôlego com o alívio nos DIs.
As empresas aéreas recuperam as perdas em meio à forte queda do petróleo e desvalorização do dólar no mercado à vista.
Confira as maiores altas do Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 8,95 | 6,17% |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 15,12 | 5,00% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 17,90 | 4,80% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 9,27 | 4,63% |
| NTCO3 | Natura ON | R$ 16,37 | 4,47% |
A ponta negativa é dominada pelas petroleiras, acompanhando a queda próxima de 4% do barril do petróleo Brent. O movimento acontece em reação ao adiamento da reunião da Opep+, que estava prevista para o próximo fim de semana.
Confira as maiores quedas (até agora) do pregão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 46,63 | -2,81% |
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 24,75 | -2,37% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 36,83 | -2,36% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 6,89 | -2,27% |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 34,47 | -2,13% |
A instabilidade do petróleo nos últimos dias não é surpresa. Após a disparada dos preços em outubro, com temores do conflito entre Israel e o Hamas, a commodity passou a operar sem grandes estímulos nos últimos dias.
Isso porque a escalada do conflito no Oriente Médio ficou em segundo plano à medida que os combates foram se caracterizando como regionais. Mas, o petróleo voltou a sentir um novo baque nesta quarta-feira (22).
Hoje, os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência mundial e para a Petrobras (PETR4), operam em queda de quase 4% no mercado internacional. Por volta das 13h10 (horário de Brasília), o barril era cotado a US$ 79,35.
Mesmo com o anúncio do cessar-fogo temporário no conflito entre Israel e Hamas, a forte desvalorização da commodity está relacionada ao principal cartel do mundo: a Organização dos Países Produtores de Petróleo e seus aliados, que formam o grupo conhecido como Opep+.
O volume de emissões de cotas de fundos imobiliários já ultrapassava os R$ 4,5 bilhões com as ofertas que vieram a público em novembro. E essa cifra acaba de ser turbinada após o Valora Hedge Fund (VGHF11) anunciar que também deve movimentar uma soma bilionária com uma operação do tipo.
O FII aprovou a realização de uma emissão de, inicialmente, 130,57 milhões de cotas. Considerando o preço unitário de R$ 9,19, que foi fixado com base no valor patrimonial das cotas do fundo em 31 de outubro deste ano, a oferta movimentará R$ 1,2 bilhão.
Mas esse número pode ser ainda maior caso o lote adicional, de 32,64 milhões de cotas, entre em jogo. Nesse caso, a captação total pode ficar próxima de R$ 1,5 bilhão.
Quem quiser participar da operação, que é destinada a investidores no geral, pagará R$ 9,29 por cada nova cota, incluindo a taxa de distribuição primária. O valor é 0,75% inferior à cotação do o VGHF11 no mercado secundário nesta quarta-feira (22).
O Ibovespa sustenta os 126 mil pontos com Nova York, apesar da forte queda do petróleo no mercado internacional. O principal índice da bolsa brasileira sobe 0,52%, aos 126.276 pontos, após renovar a máxima do ano.
Com a agenda local e externa mais esvaziada, os investidores acompanham a tramitação de pautas econômicas em Brasília. Entre elas, o projeto de lei que trata da taxação de fundos exclusivos e offshore, aprovado mais cedo na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal.
Além disso, o mercado reage às declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Em evento pela manhã, o dirigente afirmou que o Brasil melhorou em termos de credibilidade. Ontem (21), Campos Neto disse que há uma "possibilidade grande" de a inflação ficar dentro da meta em 2023 e 2024.
Os juros futuros (DIs) recuam em toda a curva, na esteira dos juros projetados dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys.
O dólar opera em queda de 0,09%, a R$ 4,8939, no mercado à vista.
Já faz quase três meses desde que a Copel (CPLE6) realizou a oferta de ações (follow-on) que marcou a privatização e a saída do governo paranaense do controle da elétrica — e as mudanças na companhia já estão a todo o vapor, segundo o CEO Daniel Slaviero.
No Copel Day, o segundo encontro com investidores desde o follow-on, o executivo afirmou que a migração para o Novo Mercado da B3, o nível mais alto de governança corporativa da bolsa de valores brasileira, é um dos principais objetivos da empresa.
“Quero reafirmar o nosso compromisso e a intenção da Copel de ir ao Novo Mercado”, disse Slaviero, durante evento.
“Temos conversado com os principais acionistas para construir esta oportunidade, mas não temos dúvida que estar no mais alto nível de governança da B3 e ter uma única classe de ações será muito benéfico para a companhia.”
Ainda sobre os desdobramentos da eleição argentina, é a vez de falar sobre o Bitcoin (BTC) e como a criptomoeda pode ser beneficiada pela vitória de Javier Milei no último domingo (19).
O analista Paulo Camargo, da Empiricus Research, participa do Giro do Mercado desta quarta-feira (22) para comentar as perspectivas para a criptomoeda e também sobre o caso da Binance, que viu seu CEO e fundador, Changpeng Zhao, deixar a empresa ontem (22).
A fabricante de chips Nvidia registrou um lucro líquido de US$ 9,24 bilhões no seu terceiro trimestre fiscal. Trata-se de um crescimento de mais de 12 vezes em relação ao resultado apresentado no ano passado, de US$ 680 milhões.
Acompanhe:
A Nvidia (BDR: NVDC34 / Nasdaq: NVDA) virou o tema central do debate de tecnologia neste ano, especialmente com a expansão de atividades relacionadas à Inteligência Artificial (IA).
Isso se reflete nos papéis da da fabricante de chips e componentes de computadores, que têm a maior alta do índice Nasdaq 100 em Wall Street em 2023, com um avanço acumulado de cerca de 245% no ano.
E o otimismo é justificado, ao menos de acordo com o balanço do terceiro trimestre do ano fiscal de 2024 da empresa, encerrado em outubro deste ano.
Um dos principais destaques foi a receita recorde do período, que apresentou aumento de 206% em relação ao ano anterior, atingindo US$ 18,1 bilhões, superando as estimativas de Wall Street de US$ 16,2 bilhões na média.
Após leilões, as ações da Americanas (AMER3) recuam 6,77%, a R$ 1,10, na B3.
Os papéis realizam os lucros das sessões anterior, com a perspectiva de acordo com os bancos credores. Ontem (21), a companhia afirmou que, até o momento, as partes seguem em negociação, "não sendo possível precisar se ou quando tais negociações serão concluídas".
Na ocasião, a varejista também confirmou a assembleia geral de credores para o dia 19 de dezembro, em primeira convocação, e para o dia 22 de janeiro, em uma segunda convocação.
As bolsas de Nova York abriram em tom positivo, com os investidores "animados" com o balanço de Nvidia e à espera de novos dados do mercado de trabalho.
O projeto de lei que trata da taxação de fundos exclusivos e offshores foi aprovado, em votação simbólica, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal.
Após a votação, a sessão foi encerrada para o relator buscar acordo com parlamentares para evitar os destaques. Superadas as etapas na CAE, o texto deve ser submetido à análise do plenário da Casa.
O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou há pouco de que foram realizados ajustes no Plano Estratégico da empresa para o período entre 2024 e 2028.
"Fizemos ajustes, não tem crise", disse o CEO da estatal à jornalistas.
O comando da Petrobras é, mais uma vez, alvo de incertezas e temores de interferência do governo. Rumores dão conta de que Prates deixar a cadeira em breve, em meio a discordâncias sobre os preços dos combustíveis praticados pela estatal e o Ministério de Minas e Energia.
Hoje, Prates tem uma reunião com o presidente da República Lula.
Após operar em leilão por cerca de 30 minutos, os papéis da Coelce (COCE3) recuam 1,29%, a R$ 41,31, na B3.
Os papéis reagem à notícia de suspensão do processo de venda da companhia, anunciada pela Enel hoje, antes da abertura dos negócios. Segundo a companhia, a suspensão das tratativas tem caráter temporário.
Após os fortes ganhos da sessão anterior, os papéis da Bradespar (BRAP3) operam em queda de 8,54%, a R$ 22,91, com realização de lucros.
Na véspera, as ações ganharam tração na esteira de Vale (VALE3), com forte alta do minério de ferro. Hoje, porém, os papéis da mineradora operam voláteis por passarem a operar ex-dividendos.
Quem vai ficar com a Coelce (COCE5)? A resposta definitiva do longo processo de venda do controle da distribuidora de energia do Ceará deve se arrastar ainda mais. Isso porque a companhia anunciou na manhã desta quinta-feira que a Enel decidiu suspender temporariamente a operação.
A notícia, que saiu pouco antes da abertura do pregão, fez a B3 suspender os negócios com as ações da Coelce por 20 minutos. Logo após o início dos negócios, os papéis COCE5, de maior liquidez, recuavam 1,29%, a R$ 41,31.
A Enel, cuja atuação vem sendo questionada depois do apagão que deixou a cidade de São Paulo sem luz por vários dias, não informou por que decidiu frear a venda da participação na Coelce.
O grupo italiano possui 74% do capital da distribuidora cearense e anunciou a intenção de se desfazer do negócio em novembro do ano passado.
As ações da Marfrig (MRFG3) operam em alta de 5,58%, a R$ 8,90, e lidera os ganhos do Ibovespa na primeira hora do pregão.
Os investidores seguem mais otimistas com margens mais altas da companhia no último trimestre de 2023. Segundo analistas, o fim do ciclo de alta do boi nos Estados Unidos tende a beneficiar a companhia, com a redução dos custos de produção.
Além disso, a Marfrig anunciou um plano de recompra de ações ontem (21). A operação deve movimentar o equivalente a R$ 260 milhões.
O Ibovespa renovou a máxima do ano há pouco ao atingir 126.655 pontos, alta de 0,82%.
O tom positivo é sustentado pelo avanço de Vale (VALE3) e das companhias ligadas ao minério de ferro, além do apetite ao risco em Wall Street. As petrolíferas, por sua vez, limitam os ganhos do índice.
Os contratos mais líquidos do petróleo tipo Brent aceleram perdas de quase 4% após a Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep) adiar a reunião ministerial, que aconteceria no próximo domingo (26), para 30 de novembro.
Em nota, a Opep não informou o motivo do adiamento. Os países aliados, que integram a Opep+, também participariam da reunião do cartel antes prevista para o próximo fim de semana.
O Ibovespa retomou os 126 mil pontos, apoiado ao avanço dos índices futuros de Nova York e em dia de agenda mais esvaziada.
Por aqui, os juros futuros (DIs) se afastam das máximas da sessão anterior e aliviam os ganhos em toda a curva — o que tende a beneficiar os ativos cíclicos, ou seja, mais sensíveis ao juro.
Confira as maiores altas da abertura:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BHIA3 | Casas Bahia ON | R$ 0,60 | 3,45% |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 8,67 | 2,85% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 6,31 | 2,44% |
| CIEL3 | Cielo ON | R$ 3,88 | 2,37% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 9,06 | 2,26% |
Na ponta negativa, a queda de mais de 2% do petróleo no mercado internacional pesa sobre as companhias ligadas à commodity.
Confira as maiores quedas após a abertura do Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 46,86 | -2,33% |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 34,77 | -1,28% |
| RECV3 | PetroReconcavo ON | R$ 19,61 | -1,01% |
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 25,10 | -0,99% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 37,35 | -0,98% |
A companhia de energia Enel informou há pouco que suspendeu o processo de venda da Coelce (COCE5), subsidiária da empresa que atua no Ceará (CE).
Segundo a Enel, a suspensão é temporária. Sendo assim, as negociações das ações da Coelce devem seguir paralisadas até as 10h21 (horário de Brasília) na B3.
O Ibovespa iniciou a sessão em tom positivo, com alta de 0,29%, aos 125.922 pontos após a abertura.
O desempenho acompanha os índices futuros de Nova York. Com a agenda esvaziada no quesito de indicadores econômicos, a trajetória das commodities e das bolsas no exterior devem repercutir sobre o Ibovespa.
Por aqui, os investidores seguem acompanhando a tramitação de pautas econômicas em Brasília.
Os recibos de ações das companhias Vale e Petrobras operam em queda, na contramão do desempenho dos índices futuros de Nova York.
O mercado de commodities opera sem direção única nesta quarta-feira (22).
O minério de ferro encerrou em alta de 1,53%, com a tonelada cotada a US$ 139,15.
Os contratos mais líquidos do petróleo Brent recua 2,67%, com o barril a US$ 80,25. Já os futuros do WTI cai 2,75%, a US$ 75,63 o barril.
UMA TRÉGUA TEMPORÁRIA: O FIM DOS CONFLITOS NO ORIENTE MÉDIO AINDA ESTÁ DISTANTE
Os investidores internacionais se preparam para o feriado do Dia de Ações de Graças nos EUA, que fechará o mercado americano amanhã e reduzirá o pregão de sexta-feira.
Na agenda, antecipam-se dados nos EUA, como pedidos de seguro-desemprego, encomendas de bens duráveis e de capital e o sentimento do consumidor.
Diante da necessidade de mais pistas sobre a direção da política monetária, após a ata da última reunião do Federal Reserve revelar cautela contínua da autoridade, os investidores devem se concentrar nesses números.
Os banqueiros centrais reiteram consistentemente que as taxas permanecerão elevadas. Na Ásia, em linha com o observado ontem no Ocidente, o mercado de ações teve um desempenho menos robusto nesta quarta-feira.
Os mercados europeus e os futuros americanos tentam timidamente uma alta nesta manhã. Nos bastidores, discute-se o bom resultado da Nvidia, que pode ajudar o mercado hoje.
Outros pontos de atenção incluem o retorno de Sam Altman à OpenAI após dias de drama e a suspensão temporária dos combates na Faixa de Gaza.
A ver…
00:40 — Não podemos nos valer de "dinizismo" para as questões fiscais
No Brasil, após lidarmos com mais um episódio de "dinizismo" na seleção ontem à noite, os investidores locais podem se animar novamente, especialmente com algumas informações recentes da entrevista de Roberto Campos Neto, presidente do BC, à Bloomberg.
Ele afirmou claramente que a taxa Selic pode diminuir ainda mais, potencialmente impulsionando o mercado doméstico nos próximos meses.
O ritmo de corte de 50 pontos-base para as próximas duas reuniões, em dezembro e janeiro, é considerado apropriado. Após esse período, ele mencionou que dependerá de vários dados locais e internacionais, mas o caminho está delineado.
Suas palavras foram interpretadas como otimistas, o que pode dar impulso ao mercado. Isso faz sentido, dado que as taxas estão tão restritivas que ainda podemos continuar o processo de redução.
À medida que a inflação diminui, as taxas reais aumentam, proporcionando espaço para reduzir as taxas e ainda permanecer em território restritivo.
Em outras palavras, há margem para cortes adicionais nas taxas de juros. Contudo, um ponto de atenção recai sobre o aspecto fiscal, com a possibilidade de mudanças na meta de déficit até março do próximo ano.
Quanto a esse tópico, a votação do projeto de lei de taxação das offshores e dos fundos exclusivos na CAE do Senado, bem como a análise da proposta das apostas esportivas, foram adiadas para hoje.
A apreciação da LDO para 2024 está programada apenas para a semana que vem.
Por enquanto, as coisas estão em um ritmo moderado.
01:38 — E se a Selic continuar caindo…
Um relatório do Goldman Sachs chamou a atenção ao argumentar que os volumes de negociação na B3 não devem registrar um aumento significativo até que a taxa Selic, atualmente em 12,25% ao ano, atinja um patamar inferior a 10%.
De fato, o corpo diretivo da Bolsa brasileira destacou que, na última vez em que a Selic alcançou 9%, os volumes começaram a aumentar; no entanto, com taxas na casa dos dois dígitos, todo o processo foi interrompido.
Diante da contínua trajetória de queda dos juros, espera-se que as ofertas iniciais de ações sejam retomadas em 2024.
Fontes da própria B3 indicam que mais de 50 empresas estão se preparando para ingressar nesse cenário.
O ano de 2023 foi histórico nesse contexto, pois nunca tivemos dois anos consecutivos sem um único IPO desde o Plano Real (embora tenha havido casos de apenas um IPO em dois anos, nenhum é algo inédito).
02:14 — A solução da Nvidia
Nos Estados Unidos, a divulgação da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve foi em grande parte desconsiderada pelos mercados, dada a "velhice" das informações frente à quantidade de dados acessados desde o último encontro do Fed.
Dessa forma, os detalhes das deliberações internas do banco central não trouxeram grandes surpresas, embora tenham sido interpretados como marginalmente mais "hawkish" (contracionistas) do que a interpretação geral do mercado.
A principal conclusão do documento é que os decisores de política monetária estão universalmente alinhados com a posição de "mais juros por mais tempo", aguardando uma evolução consistente e sustentável dos dados. Nenhuma novidade até aqui.
Entretanto, um destaque de ontem foi o desempenho da Nvidia, que superou as expectativas de receita. A receita do terceiro trimestre apresentou um aumento notável de 206% em relação ao ano anterior, atingindo US$ 18,1 milhões, superando as estimativas de Wall Street, que giravam em torno de US$ 16,2 bilhões.
As ações da empresa mais que triplicaram este ano, desempenhando um papel significativo na ascensão impulsionada pela tecnologia no S&P 500.
Os bons resultados persistem para o fabricante de chips, o que pode contribuir para manter algum otimismo hoje.
Adicionalmente, aguardamos o relatório de bens duráveis de outubro, prevendo uma queda de 3,4% em relação ao mês anterior. Números abaixo das expectativas podem ser bem recebidos pelo mercado.
03:07 — Os caminhos para "los hermanos"
Ainda em relação à vitória de Javier Milei, o presidente eleito reafirmou seus planos de privatizar a estatal de petróleo e gás YPF, como parte de sua promessa de reduzir drasticamente o tamanho do Estado.
Milei explicou que o primeiro passo será garantir a recuperação dos resultados da empresa para obter um valor mais elevado na venda.
Ele também planeja transferir para o setor privado o controle de empresas de comunicação, incluindo a Rádio Nacional e a agência de notícias Telám. Esse debate pode oferecer lições valiosas para o Brasil em 2026.
Entretanto, é importante destacar que Milei não terá maioria no Congresso nem apoio nos governos provinciais, sendo necessário buscar alianças para avançar com seus planos, que incluem propostas como a dolarização e o fim do Banco Central.
Durante a última fase de sua campanha, houve uma colaboração significativa com o ex-presidente Mauricio Macri e a ex-candidata Patricia Bullrich, o que resultou em uma moderação em seu discurso, uma mudança positiva.
A Argentina está navegando por territórios desconhecidos, embora seja improvável que adotem medidas extremas que exijam a aprovação do Congresso.
Aliás, as perspectivas de Milei estão diretamente ligadas à sua capacidade de moderar seu discurso e sua agenda.
No que diz respeito à estruturação do governo, Federico Sturzenegger, ex-presidente do Banco Central durante o governo de Mauricio Macri, emerge como o principal candidato ao Ministério da Economia.
Outros nomes cogitados incluem Luis Caputo, ex-chefe da mesa de trading para a América Latina no JPMorgan e ex-presidente do Deutsche Bank na Argentina, Luciano Laspina, deputado federal e economista-chefe do Banco Ciudad de Buenos Aires, considerado uma possível conexão com a aliança de Bullrich, Demian Reidel, economista próximo a Sturzenegger, e Guillermo Nielsen, ex-presidente da petrolífera YPF. Acompanharemos de perto…
04:17 — Quatro dias de pausa
O governo de Israel votou na terça-feira para aprovar um acordo que, segundo relatos, possibilitará ao Hamas liberar cerca de 50 reféns (mulheres e crianças, incluindo três cidadãos americanos). Este acordo faz parte de um cessar-fogo de quatro dias, com a condição de liberar entre 12 e 13 pessoas diariamente.
Israel concordou em estender a pausa nos combates por um dia adicional para cada 10 reféns adicionais libertados.
Em contrapartida, Israel vai soltar 150 prisioneiros palestinos detidos em suas prisões. Além disso, serão permitidos 300 caminhões de ajuda por dia, provenientes do Egito, entrarem em Gaza.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, assegurou a aceitação do acordo pelo governo, ao mesmo tempo que garantiu que a guerra continuará após a segurança dos reféns.
As negociações foram mediadas pelo Qatar, onde reside o líder do Hamas, Ismail Haniyeh. Vale ressaltar que o acordo de reféns é uma questão humanitária, não relacionada ao mercado financeiro.
No entanto, os investidores podem interpretar isso como um sinal de que os riscos de um conflito mais amplo diminuíram.
Este representa o maior avanço diplomático e a primeira grande interrupção nos combates desde o início da guerra, marcando um passo significativo para evitar uma escalada.
O Ibovespa futuro abriu em leve alta de 0,04%, aos 126.550 pontos.
Por sua vez, o dólar à vista cai 0,18%, cotado a R$ 4,8896.
Se dependesse do voto apenas dos eleitores que atuam no mercado financeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva dificilmente seria reeleito.
Isso porque a popularidade do petista, que nunca foi das maiores na região da Faria Lima, caiu ainda mais, de acordo com pesquisa da Genial/Quaest.
A proporção do mercado financeiro que avalia positivamente o governo caiu 3 pontos porcentuais entre setembro e novembro, de 12% para 9%.
Enquanto isso, a avaliação negativa subiu 5 pontos porcentuais, de 47% para 52%.
| Horário | País / Região | Evento |
| 8h | Brasil | Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, profere palestra em evento promovido pela Frente Parlamentar pelo Livre Mercado, no Senado |
| 9h | Brasil | PNAD Contínua do terceiro trimestre |
| 10h | Brasil | Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participa de mesa de debates em evento da Secretaria de Política Econômica (SPE) |
| 10h30 | Estados Unidos | Pedidos de bens duráveis em outubro |
| 10h30 | Estados Unidos | Pedidos de auxílio-desemprego |
| 15h | Brasil | Ministra do Planejamento, Simone Tebet, participa de debate sobre desenvolvimento regional no Fórum de Brasília |
Os futuros de Wall Street apontam para uma abertura em alta nesta quarta-feira.
Os investidores mantém o viés positivo antes da pausa para o feriado de Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos.
Confira:
Os investidores europeus não dão um único sinal aos mercados acionários da região.
O tom, contudo, é majoritariamente positivo, enquanto os investidores digerem a semana mais curta em Wall Street.
No Reino Unido, os negócios operam em compasso de espera, aguardando a atualização do orçamento britânico.
Confira:
Os principais índices asiáticos encerraram a sessão desta quarta-feira sem um único sinal.
Ontem, o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) reforçou as preocupações sobre a inflação nos Estados Unidos, o que ligou o sinal amarelo para os investidores para uma possível nova alta de juros por lá.
A semana mais curta em Nova York reduz a liquidez global e aumenta a volatilidade dos índices, o que ajuda a explicar a falta de sinal único.
Confira:
O Ibovespa interrompeu a sequência de ganhos e fechou em queda, acompanhando o exterior — cujo ritmo foi ditado pela divulgação da ata do Federal Reserve (Fed).
E não adiantou nem mesmo o presidente do Banco Central brasileiro, Roberto Campos Neto, dizer que há uma "possibilidade grande" de a inflação ficar dentro da meta em 2023 e 2024. O mau humor com os principal documento do banco central dos EUA falou mais alto.
Os investidores até tentaram se concentrar em outros assuntos, a exemplo do projeto que trata da taxação dos fundos exclusivos e offshore e a Lei das Diretrizes Orçamentárias, mas a ata do Fed foi o grande destaque do dia.
O documento, aguardado pelo mercado, reiterou de que o comitê da política monetária (Fomc, na sigla em inglês) mantém a porta aberta para novas elevações de juros nos Estados Unidos. E, pior: nem colocou em discussão a possibilidade de cortar a taxa referencial no curto prazo.
Com esse cenário mais pessimista, o Ibovespa encerrou o pregão em baixa de 0,26% , aos 125.626 pontos.
O dólar à vista fechou a R$ 4,8983, com alta de 0,96%.
Confira o que movimentou os mercados na última terça-feira (21).
O fim de ano está chegando — e, com ele, a temporada de previsões para o ano seguinte. No caso da bolsa, o “número mágico” é a perspectiva para o desempenho do Ibovespa — o principal índice de ações da B3.
Existe praticamente um consenso hoje de que a bolsa brasileira está barata. Mas só agora com a retomada da renda variável é que analistas e investidores começam a ganhar confiança para projeções mais otimistas.
Enquanto a maioria das estimativas para a bolsa em 2024 deve sair apenas em dezembro, algumas casas decidiram se antecipar. É o caso do Itaú BBA, que projeta o Ibovespa em 145 mil pontos no fim do ano que vem.
Trata-se de um cenário conservador e que embute uma perspectiva de retorno total de 28% em relação ao patamar do fim de outubro — incluindo dividendos. Mas se tudo der certo, o Itaú BBA aponta que o Ibovespa tem potencial para alcançar a fabulosa marca de 199 mil pontos.
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
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Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
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Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
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A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
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As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
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Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
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