O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
RESUMO DO DIA: Com a cautela internacional e a desaceleração das commodities, o Ibovespa terminou o pregão em queda.
Lá fora, os investidores repercutiram a perspectiva de que os juros em níveis altos nos EUA e na Europa devem permanecer por um longo período.
A decisão do banco central norte-americano, o Federal Reserve (Fed), de manter a taxa de referência no intervalo entre 5,25% e 5,50% ao ano continuou injetando mais aversão ao risco nos mercados ao longo do dia.
Hoje, foi a vez do Banco Central da Inglaterra (BoE) manter o juros em 5,25% ao ano, também com a sinalização de que a política monetária deve ficar "suficientemente restritiva".
Por aqui, a agenda do dia foi mais esvaziada, com destaque para os vetos à Lei do Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf) pelo presidente em exercício, Geraldo Alckmin.
O Ibovespa terminou as negociações em baixa de 2,15%, aos 116.145 pontos.
Leia Também
O dólar fechou a R$ 4,9352 no mercado à vista, com alta de 1,13%.
Confira o que movimentou os mercados nesta quinta-feira (21):
O Ibovespa encerrou o pregão em queda de mais de 2%, aos 116 mil pontos, com maior aversão ao risco dos investidores de olho na permanência de juros mais altos nos EUA e na Europa por mais tempo.
Na ponta positiva do Ibovespa, Suzano (SUZB3) liderou os ganhos apoiada pela valorização do dólar ante o real.
Com o processo de privatização em vista, os papéis da Sabesp (SBSP3) recuperaram as perdas recentes após um imbróglio entre a companhia e a prefeitura de São Paulo na véspera – mas que, na visão de analistas, não inviabiliza a desestatização da companhia.
Natura (NTCO3) avançou com rumores de que três empresas britânicas têm interesse em comprar a The Body Shop.
CSN Mineração (CMIN3) subiu após o Morgan Stanley elevar a recomendação dos papéis de neutra para compra.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 56,01 | 2,04% |
| SBSP3 | Sabesp ON | R$ 61,69 | 2,03% |
| NTCO3 | Natura ON | R$ 16,24 | 1,95% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 4,62 | 1,54% |
| VBBR3 | VIBRA energia ON | R$ 19,54 | 0,83% |
Na ponta negativa, as ações da Magazine Luiza (MGLU3) lideraram as perdas pressionadas pelo avanço dos juros futuros (DIs), com o aumento da cautela externa. O setor de varejo acompanhou a queda.
Veja as maiores quedas do Ibovespa hoje:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 2,35 | -6,75% |
| SOMA3 | Grupo Soma ON | R$ 6,81 | -6,71% |
| ARZZ3 | Arezzo ON | R$ 64,91 | -5,71% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 2,27 | -5,42% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 6,33 | -5,24% |
Com a agenda esvaziada, o Ibovespa acompanhou o tom negativo das bolsas internacionais e o recuo das commodities. O índice fechou com baixa de 2,15%, aos 116.145 pontos.
O minério de ferro fechou em queda de 1,90%, com a tonelada a US$ 117,17 em Dalian, na China. Já os contratos do petróleo tipo Brent para novembro terminaram as negociações em leve queda de 0,04%, com o barril a US$ 89,62 na Intercontinental Exchange (ICE).
As bolsas de valores internacionais recuaram com a perspectiva de juros elevados por mais tempo nas principais economias do mundo.
Nos EUA, o Fed manteve os juros de referência no intervalo entre 5,25% e 5,50% ao ano, com a possibilidade de aumentos até o fim de ano.
Hoje (21), mais cedo, Banco Central da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) manteve o juro em 5,25% ao ano, também com a sinalização de que a política monetária deve ficar "suficientemente restritiva" por um período mais longo.
A Cisco, maior fabricante de equipamentos de redes de computadores do mundo, anunciou a sua maior compra da história nesta quinta-feira (21).
A companhia adquiriu a empresa de software de segurança cibernética Splunk por US$ 28 bilhões, equivalente a R$ 137,98 bilhões, nas cotações atuais.
O montante consiste no valor de US$ 157 por ação em dinheiro, um prêmio de 31% em relação ao preço de fechamento da Splunk no pregão anterior.
O preço total ainda equivale a aproximadamente 13% do valor de mercado da Cisco, de atualmente US$ 215,9 bilhões (R$ 1,03 trilhão).
As bolsas de Nova York fecharam a sessão em queda, com os investidores mais cautelosos com a permanência dos juros em nível elevado por mais tempo.
Confira como encerrou o dia em Wall Street:
Vale lembrar que ontem (20), o Federal Reserve (Fed) manteve os juros de referência no intervalo entre 5,25% e 5,50% ao ano, com a possibilidade de aumentos até o fim de ano.
Os investidores também repercutiram dados do mercado de trabalho. O relatório de pedidos de auxílio-desemprego registrou queda de 20 mil novas solicitações, na semana encerrada em 16 de setembro, a 201 mil. O dado veio abaixo das projeções de 225 mil pontos.
O dólar fechou a sessão a R$ 4,9352, com alta de 1,13%.
A moeda americana foi impulsionada pela expectativa de manutenção dos juros mais restritivos por mais tempo.
Nos EUA, o Fed manteve os juros de referência no intervalo entre 5,25% e 5,50% ao ano, com a possibilidade de aumentos até o fim de ano.
Hoje (21), mais cedo, Banco Central da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) manteve o juro em 5,25% ao ano, também com a sinalização de que a política monetária deve ficar "suficientemente restritiva" por um período mais longo.
Os contratos do petróleo tipo Brent para novembro terminaram as negociações em leve queda de 0,04%, com o barril a US$ 89,62 na Intercontinental Exchange (ICE).
Os futuros do petróleo WTI fecharam com recuo de 0,30%, a US$ 93,24 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex).
A commodity foi pressionada pela cautela dos investidores após o Federal Reserve (Fed) decidir pela manutenção dos juros e que a política monetária mais restritiva deve seguir por mais tempo.
O reinado do bilionário Rupert Murdoch à frente de seu império de mídia está chegando ao fim.
A Fox e a News Corporation anunciaram nesta quinta-feira (21) que o australiano deixará o cargo de presidente do conselho de ambas as empresas em novembro.
Atualmente com 92 anos de idade, Rupert Murdoch será sucedido por um de seus filhos.
Lachlan Murdoch se tornará o único presidente da News Corp. e continuará na condição de presidente executivo e CEO da Fox Corp.
Com a piora das bolsas de NY e desaceleração das ações da Petrobras (PETR4), o Ibovespa renovou mínima com queda de 2,10%, aos 116.207 pontos.
Em um ano que já ficou marcado pelo surgimento de diversos casos de recuperações judiciais e calotes, um dos que mais chamou a atenção dos investidores é o de um grupo de fundos imobiliários que tem laços com uma das fontes da inadimplência em seus portfólios.
Mas um desses laços pode estar enfraquecido e prestes a tornar-se alvo de uma batalha judicial, conforme indica o novo relatório gerencial do FII Devant Recebíveis Imobiliários (DEVA11).
No documento divulgado ontem (20), a Devant, gestora do fundo, informa aos cotistas que enfrenta problemas de comunicação e transparência com a Forte Securitizadora, emissora de Certificados Recebíveis Imobiliários (CRIs) que estão no portfólio.
Entre esses títulos estão os lastreados em empreendimentos da Gramado Parks, grupo de turismo, hotelaria e multipropriedades. A companhia deixou de fazer os pagamentos de juros e amortizações dos títulos em março deste ano e três das holdings do grupo entraram em recuperação judicial no mês seguinte.
Pressionado pela cautela externa após o Fed sinalizar que deve manter os juros mais restritivos por mais tempo, o setor de varejo recua em bloco no Ibovespa.
Magazine Luiza (MGLU3) lidera as perdas.
Confira as cotações das companhias que operam entre as maiores quedas do pregão hoje:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 2,36 | -6,35% |
| SOMA3 | Grupo Soma ON | R$ 6,90 | -5,48% |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 10,81 | -5,01% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 2,29 | -4,58% |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 14,02 | -4,37% |
O Ibovespa opera em queda acima de 1%. Com o avanço do dólar, em meio à cautela dos investidores, as companhias exportadoras avançam.
Suzano (SUZB3) lidera os ganhos. Na véspera, a companhia anunciou reajustes nos preços de celulose na Ásia, Europa e EUA, que devem entrar em vigor em outubro. Hoje, a alta das ações SUZB3 são impulsionadas pela valorização do dólar ante o real – o que também beneficia os papéis da Klabin (KLBN11).
Natura (NTCO3) avança com rumores de que três empresas britânicas têm interesse em comprar a The Body Shop. A companhia anunciou a possibilidade de venda do ramo de negócio no fim de agosto.
CSN Mineração (CMIN3) sobe após o Morgan Stanley elevar a recomendação dos papéis de neutra para compra.
Confira as cotações:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 56,44 | 2,82% |
| SBSP3 | Sabesp ON | R$ 61,77 | 2,17% |
| NTCO3 | Natura ON | R$ 16,18 | 1,57% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 4,61 | 1,32% |
| KLBN11 | Klabin units | R$ 24,36 | 1,25% |
Com o peso da cautela das bolsas de NY, o Ibovespa recua 1,57%, aos 116.826 pontos.
Já o dólar opera em alta de 0,88%, cotado a R$ 4,9236 no mercado à vista.
O avanço da moeda americana impulsiona as empresas voltadas à exportação como Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN11), que operam entre as maiores altas do Ibovespa.
Ainda com investidores repercutindo a perspectiva de juros em níveis mais altos por mais tempo, as bolsas de Nova York aceleram as perdas ao longo do pregão:
Juros altos e ações de varejo são uma combinação que costuma dar errado. E a perspectiva de que o alívio na Selic seja um pouco mais lento do que o esperado pesa sobre o setor hoje na B3 — e em particular sobre o Magazine Luiza (MGLU3).
De modo geral, as bolsas no Brasil e no exterior reagem com cautela nesta quinta-feira (21) às decisões sobre juros aqui e nos Estados Unidos.
Lá fora, os investidores repercutem a perspectiva de que os juros em níveis altos nos EUA e na Europa devem permanecer por um longo período.
Ontem (20), o banco central norte-americano, o Federal Reserve (Fed), manteve a taxa de referência no intervalo entre 5,25% e 5,50% ao ano. Por aqui, o Copom seguiu com o ritmo de corte em 0,50 pontos percentuais na taxa Selic, agora a 12,75% ao ano.
Negociadas fora do Ibovespa, as ações da GetNinjas (NINJ3) sobem 2,73%, a R$ 4,52, na B3.
O tom positivo é dado pela aprovação de redução de capital da companhia para R$ 223,45 milhões. O valor corresponde a R$ 4,40 por ação, exatamente a cotação de fechamento dos papéis NINJ3 ontem na B3, por sinal.
Na segunda parte da sessão, as ações da Magazine Luiza (MGLU3) operam em queda acima de 6%e lideram as perdas do Ibovespa e do setor varejista.
Os papéis são pressionados pelo avanço dos juros futuros (DIs) mais longos, com a perspectiva de juros mais restritivos nos EUA.
Com qual frequência você muda de ideia? Todo dia, toda semana, uma vez por mês?
Confesso que, da mesma maneira que nunca havia me questionado sobre o quanto penso no Império Romano, também nunca havia pensado sobre qual é a frequência com a qual eu mudo de ideia.
Isso até me deparar com esta entrevista de Marc Randolph, fundador e primeiro CEO da Netflix, ao Collaborative Fund.
A pergunta feita a Randolph foi direta e simples: “Sobre o que você mudou de ideia recentemente?”
Com a cautela externa intensificada após os bancos centrais da Inglaterra e dos EUA sinalizarem que devem manter os juros mais restritivos por mais tempo, o Ibovespa opera em queda.
O principal índice da bolsa brasileira recua 1,70%, aos 116.641 pontos.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 4,61 | 1,32% |
| SBSP3 | Sabesp ON | R$ 61,32 | 1,42% |
| CPLE6 | Copel PN | R$ 9,14 | 1,22% |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 55,41 | 0,95% |
| VBBR3 | VIBRA energia ON | R$ 19,45 | 0,36% |
E as maiores quedas do pregão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 2,36 | -6,35% |
| SOMA3 | Grupo Soma ON | R$ 6,91 | -5,34% |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 10,78 | -5,27% |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 13,93 | -4,98% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 6,35 | -4,94% |
Os principais índices europeus fecharam em tom negativo, com a perspectiva de juros mais restritivos por mais tempo nos EUA e no Reino Unido.
Hoje, o BC inglês (BoE) manteve a taxa de juros em 5,25% ao ano e manteve o tom 'hawkish'.
Com a perspectiva de juros mais restritivos por mais tempo, os investidores operam mais cautelosos. O Ibovespa recua com o tom negativo de Nova York e a desaceleração das commodities.
Por aqui, a agenda também é esvaziada.
Ontem (20), o Copom anunciou um novo corte de 50 pontos-base na taxa Selic, agora a 12,75% ao ano. Nos EUA, o Fed manteve os juros de referência no intervalo entre 5,25% e 5,50% ao ano, com a possibilidade de aumentos até o fim de ano.
Hoje (21), mais cedo, Banco Central da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) manteve o juro em 5,25% ao ano, também com a sinalização de que a política monetária deve ficar "suficientemente restritiva" por um período mais longo.
O Ibovespa cai 1,73%, aos 116.641 pontos.
Entre os destaques do índice estão:
PONTA POSITIVA
PONTA NEGATIVA
O dólar opera a R$ 4,9140, com alta de 0,71%, no mercado à vista.
Os juros futuros (DIs) estendem os ganhos na cauda mais longa, acompanhando o avanço dos rendimentos dos Treasuries pós-Fed.
O Ibovespa sustenta os 116 mil pontos, em meio à cautela externa e recuo das commodities. O principal índice da bolsa brasileira cai 1,56%.
Já o dólar avança a R$ 4,91, com alta de 0,64%, no mercado à vista. Na comparação com as divisas globais, como euro e libra, a moeda americana sobe 0,21%.
A Receita Federal divulgou mais cedo que arrecadou um montante de R$ 172,785 bilhões em agosto. No ano, a arrecadação soma R$ 1,517 trilhão.
Na comparação anual, a arrecadação de agosto registrou queda real de 4,14% ante o mesmo mês de 2022.
Em entrevista coletiva, o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, afirmou que a queda na arrecadação federal em 2023 deve-se ao desempenho das commodities e dos recolhimentos atípicos que ocorreram em 2022. As desonerações do PIS e Cofins também afetaram o montante.
Na visão da Ativa Investimentos, o destaque da arrecadação foi a retomada da Cide-Combustíveis, que somou R$ 274 bilhões.
"Mantemos as projeções de que o governo central de agosto deverá apresentar déficit de R$30,5bi e que a arrecadação de 2023 deverá fechar em R$2,33tri", afirma Étore Sanchez, economista-chefe da Ativa Investimentos.
Ontem (21), o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic em 0,50 ponto percentual (p.p.). Com isso, a taxa básica de juros deixa o patamar de 13,25% e vai para 12,75% ao ano.
É hora de ir às compras na bolsa brasileira? O analista da Empiricus, Matheus Spiess, comenta os impactos da queda do juros no Ibovespa (IBOV) e ainda, onde os investidores devem mirar para aproveitar o cenário.
Também nesta quarta-feira (20), o conselho de administração da Copel (CPLE6) aprovou a distribuição de R$ 958 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP) referentes a 2023.
Além dos proventos, o conselho também aprovou a contratação das assessorias necessárias para estruturar e executar o projeto de potencial desinvestimento na Compagas, a Companhia Paranaense de Gás.
Quais são as perspectivas para a empresa? Saiba se vale a pena ter ações da companhia com o analista Ruy Hungria.
Acompanhe:
As ações da Locaweb (LWSA3) acompanham a deterioração dos papéis das empresas de tecnologia em Wall Street, pressionadas pela perspectiva de que os juros nos EUA devem seguir restritivos por mais tempo.
Os papéis da Locaweb (LWSA3) lideram as perdas com recuo de 5,09%, a R$ 6,35 no Ibovespa.
As ações da CSN Mineração (CMIN3) destoam da cautela local e do enfraquecimento do minério de ferro e lideram os ganhos do Ibovespa.
Os papéis CMIN3 registram alta de 1,76%, a R$ 4,63, após o Morgan Stanley elevar a recomendação neutra para overweight, equivalente à compra.
A disputa pela The Body Shop ficou mais acirrada, com a entrada de mais duas empresas britânicas nas negociações com a Natura (NTCO3).
Além da Elliot Advisors – cujas conversas iniciadas semanas atrás só foram reveladas no último domingo (17) –, a Alteri Investors e a Epiris também manifestaram interesse na aquisição da The Body Shop, segundo a agência Sky News.
A expectativa é que um acordo provisório sobre a operação seja assinado até o final de outubro, ainda de acordo com a publicação. Os valores das ofertas ainda não foram divulgados.
O Seu Dinheiro procurou a Natura, que não quis comentar sobre as negociações. A assessoria afirmou que o único posicionamento oficial é o comunicado ao mercado publicado em 28 de agosto, quando a companhia de cosméticos anunciou a possibilidade de venda da The Body Shop.
Repercutindo a perspectiva de que os juros norte-americanos devem ficar mais restritivos por mais tempo, as bolsas de Nova York acentuam as perdas:
Com o avanço do dólar, os juros futuros (DIs) estendem os ganhos em toda a curva em dia de cautela externa pós-Fed. Confira:
| CÓDIGO | NOME | ULT | ABE |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,25% | 12,26% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,56% | 10,56% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,29% | 10,28% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,55% | 10,51% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,87% | 10,80% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 11,08% | 11,03% |
A valorização do dólar no mercado à vista, em meio a incertezas sobre a trajetória dos juros nos EUA, as companhias exportadoras Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN11) avançam no Ibovespa.
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 55,36 | 0,86% |
| KLBN11 | Klabin units | R$ 24,14 | 0,33% |
Ontem (20), a Suzano (SUZB3) anunciou reajuste de preços da celulose na Ásia, Europa e nos EUA a partir de outubro, sendo:
A empresa já havia anunciado ajustes nos preços em agosto, que começaram a valer em setembro.
Com os novos valores, o preço de celulose de fibra curta vai para US$ 900 a tonelada na Europa, por exemplo.
As bolsas de Nova York começaram o pregão, no dia seguinte do Fed, em tom negativo.
Os investidores repercutem o tom mais 'hawkish' da decisão do BC norte-americano, que deixou em aberto a possibilidade de uma nova elevação nos juros ainda neste ano e política monetária restritiva por mais tempo.
Além disso, os índices repercutem os dados semanais de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA, que vieram abaixo do esperado.
Confira o desempenho das bolsas em NY:
Em dia de cautela generalizada pós-Fed, apenas três ações operam em alta no Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BHIA3 | Casas Bahia ON | R$ 0,77 | +2,67% |
| CPLE6 | Copel PN | R$ 9,12 | +1,02% |
O Ibovespa iniciou a sessão em queda de 1,38%, aos 117.068 pontos, acompanhando o exterior.
Os investidores repercutem as decisões do Fed e do Copom, com destaque para a política monetária dos EUA. O BC norte-americano decidiu pela manutenção dos juros no intervalo de 5,25% a 5,50% ao ano, e deixou a "porta aberta" para uma nova elevação nas próximas reuniões.
O enfraquecimento das commodities também pesa sobre os ativos domésticos.
Os recibos de ações (ADRs) das companhias brasileiras Vale e Petrobras, operam em queda no pré-mercado em Nova York e acompanham o tom negativo pós-Fed.
Com a decisão de manutenção dos juros pelo Fed, mas com um tom ainda 'hawkish', o mercado das commodities operam em queda.
O petróleo tipo Brent iniciou o dia em realização, mas ensaia alta de 0,12%, com o barril a US$ 93,61.
O relatório de pedidos de desemprego semanal registrou queda de 20 mil novas solicitações, na semana encerrada em 16 de setembro, a 201 mil. O dado veio abaixo das projeções de 225 mil pontos.
O BOM, O MAU E A QUEDA: ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE A REDUÇÃO DA TAXA DE JUROS
As notícias relacionadas à política monetária estão em evidência ao redor do globo. Somente hoje, teremos três decisões de autoridades, uma na Inglaterra, outra na Turquia e mais uma na África do Sul. O cenário é altamente volátil e agitado.
Ontem, durante a chamada "Super-Quarta", testemunhamos o encerramento das reuniões dos Bancos Centrais do Brasil e dos EUA, que resultaram em decisões conforme o esperado, mas com um tom um tanto mais conservador e cauteloso.
No cenário americano, ainda é possível que ocorra uma elevação adicional, mesmo que marginal, nas taxas de juros, enquanto aqui no Brasil reduzimos a possibilidade de um eventual corte de 75 pontos-base até o final do ano (o ritmo atual deverá ser mantido).
Refletindo os sinais negativos de Wall Street no encerramento de ontem, os mercados asiáticos fecharam em baixa nesta quinta-feira, em grande parte devido às renovadas preocupações sobre as perspectivas das taxas de juros, após o Federal Reserve dos EUA sinalizar a manutenção das taxas em níveis elevados até 2024 (a próxima reunião de política monetária do Fed está marcada para 31 de outubro a 1º de novembro).
Os mercados europeus também começam o dia em queda e o mesmo ocorre com os futuros das bolsas americanas. Antevê-se que não seja uma quinta-feira muito frutífera.
Até as commodities não escapam da desvalorização nesta manhã, com queda nos preços do barril de petróleo e do minério de ferro.
A ver…
00:42 — A nossa querida âncora monetária
No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) seguiu o previsto e reduziu a taxa Selic em 50 pontos-base, levando-a para 12,75%.
A decisão em si não surpreendeu, sendo destaque o tom do comunicado, que adotou uma linguagem ligeiramente mais cautelosa ("hawkish").
Em comparação com a reunião anterior, tivemos poucas alterações na mensagem, mas foram mencionados novos riscos relacionados à China, EUA e à situação fiscal local.
As mudanças nas taxas dos títulos do Tesouro dos EUA e a questão fiscal no Brasil parecem fundamentais para entender esse movimento.
Uma diferença significativa foi a indicação explícita de possíveis cortes adicionais da mesma magnitude para as próximas reuniões (sim, plural), esvaziando a possibilidade de um corte de 75 pontos até dezembro, visto que até lá dois diretores do BC serão substituídos.
Antes, alguns investidores consideravam como possível um corte mais expressivo.
Com a reunião, o Banco Central enfatizou implicitamente a importância da âncora monetária (na falta de previsibilidade fiscal), apontando para uma Selic de 11,75% ao final do ano, o que pode gerar um ajuste nas expectativas de mercado hoje, que estavam precificando quedas mais acentuadas nos juros — embora 75 pontos de corte em dezembro não sejam impossíveis, são considerados altamente improváveis.
Isso não altera a previsão de uma provável Selic de 9% até o final de 2024, considerando a dinâmica de crescimento aparentemente mais forte e as expectativas de inflação para os próximos anos.
A leitura indica que uma política monetária ainda contracionista é necessária, especialmente diante de um processo de desinflação possivelmente mais lento, influenciado por fatores internacionais, como a alta do petróleo e do dólar.
O Copom deverá detalhar esse movimento na Ata da próxima semana, com foco nas projeções de inflação e nos impactos econômicos, como o PIB robusto no segundo trimestre. É importante lembrar que um choque negativo de curto prazo não deve alterar a tendência positiva de um ciclo de flexibilização no longo prazo.
01:59 — "Higher for longer"
Nos Estados Unidos, o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do Federal Reserve optou por manter a sua meta para a taxa de juros dentro da faixa-alvo de 5,25% a 5,50%, ao mesmo tempo em que enfatizou a contínua robustez da economia americana.
Esta postura indica uma perspectiva cada vez mais agressiva para o futuro em termos de política monetária de curto e médio prazo, como evidenciado tanto pelo presidente do Fed, Jerome Powell, quanto pelo resumo das projeções econômicas apresentadas pelos responsáveis.
Esse posicionamento reflete um crescimento econômico mais vigoroso e uma taxa de desemprego mais baixa do que o inicialmente estimado pelo Fed, após os aumentos consecutivos da taxa de juros em mais de cinco pontos percentuais desde março de 2022.
A projeção do Fed para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2023 foi revisada para 2,1%, em comparação com a estimativa anterior de 1,0% feita em junho.
Além disso, os decisores políticos reduziram suas previsões para a taxa de desemprego para 3,8%, frente ao 4,1% anterior (o que manteria a taxa estável em relação aos 3,8% registrados em agosto).
Isso tende a gerar maior inflação e, consequentemente, implica em taxas de juros mais altas, deixando no ar a possibilidade de uma leve elevação de 25 pontos-base até o final do ano.
02:46 — A volta dos IPOs… Pelo menos nos EUA…
Ontem, a Klaviyo Inc., empresa de marketing e automação de dados, teve uma boa alta em seu primeiro dia de negociação após sua oferta pública inicial, com um preço acima da faixa original em que havia sido oferecida.
As ações encerraram o dia com uma valorização de mais de 9%, atingindo US$ 32,76. Em outro exemplo, a Instacart, uma empresa de entrega de alimentos, também teve um início de negociação interessante nesta semana, começando com um prêmio de 40% em relação ao preço do IPO.
Embora parte desse aumento tenha sido revertido ao longo do dia, a empresa ainda terminou o primeiro dia com um ganho de mais de 10%, demonstrando força.
Atualmente, há um entusiasmo generalizado pelos IPOs, que tiveram uma semana excepcional após a listagem da fabricante de chips Arm Holdings, como mencionado anteriormente. Essa estreia na semana passada marcou o fim de uma seca de quase dois anos sem novas listagens significativas nas bolsas dos EUA.
É evidente que há uma demanda para que novas empresas entrem no mercado. As receitas provenientes de IPOs este ano já dobraram em relação ao ano passado, que registrou uma queda de 90% em 2021. Contanto que não tenhamos uma safra desfavorável como a de 2021, o ciclo pode ser positivo para as ações.
03:35 — E os ingleses?
A decisão tomada hoje pelo Banco da Inglaterra (BoE, em inglês) foi um desafio. Os dados recentes de inflação ainda apontam para pressões consideráveis no país, e parte da recente queda na inflação pode ser atribuída a componentes voláteis.
Além disso, houve uma revisão significativa para cima no crescimento econômico. Diante desse cenário, o mercado indicava uma probabilidade substancial de mais um aumento na taxa de juros, de 25 pontos-base, elevando-a para 5,5% ao ano.
Acabou que o BoE manteve a taxa inalterada em 5,25% ao ano, mas a decisão não foi unânime.
Não podemos ignorar o risco de um "excesso de zelo"; afinal, um remédio em excesso também pode prejudicar o paciente.
Considerando a sequência de 14 aumentos consecutivos nas taxas de juros, muitos acreditam que o Banco da Inglaterra poderia ter encerrado o ciclo de aperto monetário, seguindo a abordagem adotada pelo Banco Central Europeu na semana passada.
Isso não altera a perspectiva de que as taxas de juros deverão permanecer em níveis elevados por vários meses adicionais.
04:23 — Quebrando o gelo
Após a reunião bilateral entre Lula e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky ontem, o ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, anunciou que terá uma conversa pessoal com o chanceler russo, Sergei Lavrov.
O Brasil se candidatou para mediar as negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, gerando otimismo de que a conversa com Zelensky, que inicialmente hesitava em aceitar a abordagem de Lula, possa representar um avanço nesse sentido.
Uma observação feita por Lula parece bastante pertinente: "negociação em uma mesa sai muito mais barato que uma guerra, não tem vítima, não tem morte e não tem tiro".
No entanto, é evidente que o presidente brasileiro não tem sido um exemplo coerente nesse diálogo, defendendo valores democráticos ao mesmo tempo que mantém uma relação com o colega autocrático Putin.
Pelo menos esse primeiro encontro com o presidente ucraniano conseguiu amenizar a tensão, uma vez que a relação estava um tanto conturbada desde o problema com a agenda durante o G7 no Japão.
Os juros futuros (DIs) operam em linha de estabilidade, mas com viés de alta com o avanço dos rendimentos dos Treasuries e do dólar no mercado à vista.
Além disso, os investidores ajustam as posições após a decisão do Copom de corte de 50 pontos-base, com a taxa Selic a 12,75% ao ano.
Confira a abertura dos DIs hoje:
| CÓDIGO | NOME | ABE | FEC |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,26% | 12,26% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,56% | 10,53% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,28% | 10,24% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,51% | 10,48% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,80% | 10,80% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 11,03% | 10,99% |
O dólar abre a R$ 4,8978, com alta de 0,36%, no mercado à vista.
O Ibovespa futuro abre em queda de 0,79%, aos 118.600 pontos.
O índice recua em retomada da cautela dos investidores internacionais após o Fed manter o juros no intervalo de 5,25% a 5,50% ao ano, com sinalização de política monetária mais restritiva por mais tempo.
A decisão do Copom, que cortar a Selic em 50 pontos-base, veio em linha com o esperado pelo mercado.
Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta! Ou pelo menos uma parte dele. É mais ou menos isso que a GetNinjas (NINJ3) decidiu propor aos acionistas.
O conselho de administração da empresa que conecta clientes e prestadores de serviços aprovou uma redução do capital de R$ 223,5 milhões.
O valor corresponde a R$ 4,40 por ação, exatamente a cotação de fechamento dos papéis NINJ3 ontem na B3, por sinal.
A justificativa da devolução é que o conselho da GetNinjas considera o capital que possui atualmente excessivo. Em outras palavras, é como se a empresa reconhecesse que não tem o que fazer com o dinheiro. A companhia contava com R$ 270 milhões em caixa no fim do segundo trimestre.
Os bancos centrais da Suécia e da Noruega elevaram juros básicos nesta quinta-feira, 21, enquanto o BC da Suíça optou por uma inesperada manutenção de sua taxa principal.
O Riksbank, como é conhecido o BC sueco, aumentou sua taxa básica de juros em 0,25 pontos percentuais, para 4%, e sinalizou mais altas em meio à persistência da inflação doméstica.
Em novo esforço para combater a inflação, o Norges Bank, a autoridade monetária norueguesa, igualmente elevou seu juro em 25 pontos-base, a 4,25%.
A instituição também indicou que um novo aumento poderá vir antes do fim do ano, a depender do comportamento dos preços no país.
Por sua vez, o BC suíço (SNB) manteve seu juro principal em 1,75%, na contramão das expectativas do mercado, que esperava um aumento das taxas para 2%.
O petróleo reduziu perdas após a decisão do Banco da Inglaterra (BOE, na sigla em inglês) de manter taxa de juros em 5,25%.
Notícias de que a Rússia irá cortar temporariamente as exportações de diesel e gasolina para estabiliza o mercado interno ainda apoiam os preços.
Isso porque Moscou deve reduzir a oferta global de derivados da commodity.
“As restrições temporárias ajudarão a saturar o mercado de combustíveis, o que, por sua vez, reduzirá os preços para os consumidores”, disse a assessoria de imprensa do governo, em comunicado no canal Telegram.
Por volta das 8h35, o petróleo do tipo Brent, referência no mercado internacional, recuava 0,82%, negociado a US$ 92,76 o barril.
No mesmo horário, o petróleo WTI para novembro cedia 0,74%, a US$ 89,00 o barril.
A bolsa de Londres reduziu as perdas após o Banco da Inglaterra (BOE, na sigla em inglês) decidir manter taxa de juros em 5,25%.
Enquanto isso, os rendimentos do bônus britânico (Gilts) subiram com a decisão depois que o BoE comunicou que pretende reduzir seu estoque de bônus britânicos em 100 bilhões de libras nos próximos 12 meses.
Por volta das 8h16, o FTSE 100 recuava 0,26% em Londres e o juro do Gilt de 10 anos subia a 4,405%, de 4,215% ontem.
O BoE, como é conhecido o Banco da Inglaterra, manteve a taxa básica de juros em 5,25% ao ano.
A decisão da autoridade monetária do Reino Unido veio à tona depois de uma inesperada desaceleração da inflação ao consumidor britânico.
A manutenção dos juros não foi unânime, porém. Ela foi defendida por cinco dos nove diretores do BoE. Os outros quatro votaram pela alta dos juros.
O Banco Central deu sequência na última quarta-feira aos procedimentos para a reduzir a taxa básica de juros (Selic).
O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu por um novo corte de 0,50 ponto percentual.
Com isso, a Selic passou de 13,25% para 12,75% ao ano.
O corte da taxa básica de juros veio dentro do esperado pelo mercado financeiro.
A expectativa agora é para os próximos passos do Copom e sobre qual será o patamar de aterrissagem dos juros ao fim do ciclo.
A chamada Super Quarta contou com o anúncio da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos).
O Fomc, o comitê de política monetária do Fed, interrompeu mais uma vez a alta dos juros em setembro.
O comitê anunciou na tarde de quarta-feira (20) a manutenção das taxas de juros de referência na faixa entre 5,25% e 5,50% ao ano.
A taxa básica de juros nos EUA encontra-se atualmente no maior nível desde 2001, e pode ir além.
Ainda ontem, o Fed sinalizou que uma nova alta nos juros deve acontecer até o fim deste ano.
Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no vermelho nesta quinta-feira.
Os investidores prolongam as perdas da véspera diante da sinalização de juros altos por mais tempo pelo Fed — apesar da manutenção das taxas de referência na decisão de ontem.
A agenda de lá traz hoje apenas dados sobre vendas de moradias usadas e a pesquisa semanal sobre pedidos de auxílio-desemprego.
Veja como estavam os índices futuros de Nova York por volta das 7h:
As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta quinta-feira.
Os investidores repercutem a decisão de política monetária do Fed na quarta-feira.
A autoridade monetária norte-americana manteve as taxas de juros de referência entre 5,25% e 5,50%, mas sinalizou que elas podem voltar a subir ainda este ano.
Os participantes do mercado local agora aguardam o fim da reunião do Banco da Inglaterra. A decisão será tomada dias depois do anúncio de uma inesperada desaceleração da inflação no Reino Unido.
Veja como estavam as principais bolsas europeias por volta das 7h09:
As principais bolsas de valores da Ásia fecharam em queda nesta quinta-feira.
Os investidores da região reagiram ao resultado da reunião de política monetária do banco central norte-americano.
Veja como fecharam as principais bolsas asiáticas hoje:
O Ibovespa encerrou as negociações da última quarta-feira (20) em alta de 0,72%, aos 118.625 pontos.
Por sua vez, o dólar à vista ganhou fôlego com a cautela pós-Fed.
A moeda norte-americana terminou o dia a R$ 4,8802, com alta de 0,15%.
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores
Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo