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O TIAA, empresa de investimentos que administra fundos de pensão de professores nos Estados Unidos, agora possui apenas 0,14% do capital da Americanas
Um dos maiores acionistas da Americanas (AMER3) decidiu pular do barco e praticamente zerou a posição após a descoberta do rombo contábil de R$ 20 bilhões na varejista.
O TIAA, empresa de investimentos que administra fundos de pensão de professores nos Estados Unidos, agora possui apenas 1.271.824 ações da Americanas. Esse número equivale a apenas 0,14% do capital da varejista.
Antes da revelação dos problemas, o TIAA contava com 54.574.009 papéis da Americanas — ou seja, 6,05% do total. Desta forma, a participação do fundo norte-americano ficava atrás apenas da Capital Group e dos acionistas de referência, os empresários Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles.

O comunicado sobre a venda das ações foi encaminhado pela Nuveen, empresa que faz parte da Teachers Insurance and Annuity Association of America (TIAA). De acordo com as regras da CVM, todo acionista que aumenta ou reduz a participação em mais de 5% precisa informar o mercado.
Por fim, em apenas uma semana, as ações da Americanas caíram 85% na B3. Com apenas R$ 800 milhões no caixa, a companhia deve caminhar para a recuperação judicial.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
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