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Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira estariam negociando com os credores o prazo do lock-up

Os acionistas de referência da Americanas (AMER3) dificilmente conseguirão se livrar tão cedo de seus papéis na varejista. Os credores pressionam para que o trio formado por Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira se comprometa com um lock-up.
Bastante comum em aberturas de capital, o lock-up é um mecanismo que impede determinados acionistas de venderem suas ações antes de um prazo pré-estabelecido.
De acordo com reportagem do jornal Valor Econômico, os sócios já teriam aceitado a exigência de não vender suas ações na Americanas pelos próximos três anos.
Por meio de um comunicado, a Americanas confirma a exigência feita pelos credores a Lemann, Telles e Sicupira, mas destaca que não existe definição sobre o prazo.
“A abrangência desse lock-up ainda está em discussão no âmbito do acordo mais amplo”, diz a Americanas em comunicado ao mercado.
No entanto, esse acordo ainda depende de um consenso por parte dos credores em relação à mais recente proposta apresentada pela varejista, prossegue a empresa.
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Na tarde de hoje, enquanto o Ibovespa opera em leve queda, AMER3 apresenta alta de 6%.
Um rombo contábil de R$ 20 bilhões no balanço da Americanas foi revelado pelo ex-CEO Sérgio Rial em janeiro deste ano.
Recrutado com alarde em agosto de 2022, Rial passou apenas alguns dias na função para a qual foi contratado.
Ele renunciou logo depois de revelar o rombo e agora é investigado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pela forma como comunicou a situação ao mercado.
Na manhã desta terça-feira (13), a Americanas admitiu que o rombo derivou de uma fraude.
A empresa responsabilizou pelo esquema o ex-CEO Miguel Gutierrez (antecessor de Rial), além de três diretores e três executivos. Ao mesmo tempo, a companhia isentou de culpa o trio de acionistas de referência.
Lemann, Telles e Sicupira deixaram o controle da Americanas apenas dois meses antes da revelação do rombo.
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