O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com o negócio, a antiga PetroRio se tornará operadora da concessão de Albacora Leste; a participação restante, de 10%, continuará pertencendo à Repsol Sinopec Brasil
O processo de desinvestimentos da Petrobras (PETR4) está rendendo um bom dinheiro para a petroleira — e, logo, a estatal deve colocar mais alguns bilhões de dólares em caixa. O Cade aprovou, sem restrições, a venda da fatia da empresa na concessão do campo de Albacora Leste para a subsidiária da PRIO (PRIO3).
A PetroRio Jaguar anunciou em abril a compra da participação de 90% da Petrobras no campo, localizado em águas profundas na Bacia de Campos. Porém, o fechamento da operação bilionária depende de certas condições precedentes, como a aprovação do Cade.
Com o negócio, a PRIO se tornará operadora da concessão de Albacora Leste, enquanto a participação restante, de 10%, continuará pertencendo à Repsol Sinopec Brasil.
"Para o Grupo PetroRio, a operação está alinhada com seu modelo de negócios e estratégia de geração de valor. Já para a Petrobras, a operação faz parte do Programa de Parcerias e Desinvestimentos da Petrobras, estando alinhada ao Plano Estratégico 2022-2026, que prevê a otimização do portfólio da companhia", disse o Cade.
Não é novidade que a Petrobras (PETR4) quer se desfazer de alguns de seus ativos para gerenciar melhor seu portfólio e melhorar sua alocação de capital, concentrando-se cada vez mais na exploração em águas profundas — e a venda da participação em Albacora Leste segue essa dinâmica.
“A gestão de portfólio permite que a Petrobras consiga focar seus recursos nos seus projetos prioritários para geração de valor”, disse César Cunha de Souza, gerente executivo de águas profundas da Petrobras.
Leia Também
O campo de Albacora Leste, situado na área norte da Bacia de Campos, registrou produção média diária de 25,4 mil barris de óleo por dia entre janeiro e março de 2022, além de 615,3 mil metros cúbicos por dia de gás.
A compra da participação é um passo importante para a PRIO (PRIO3). Assim que o negócio for concluído, os números de produção e reserva da petroleira devem dobrar e maximizar a geração de valor para a companhia.
“Nossos planos incluem investimentos extensivos no campo, gerando empregos, impostos e até criando cursos e programas de treinamento para sustentar a operação da nova plataforma adquirida. Tudo isso com um grande foco na preservação do meio ambiente, segurança, redução da pegada de carbono e extensão da vida útil dos ativos”, disse Roberto Monteiro, CEO da PRIO.
A venda da fatia de 90% da Petrobras (PETR4) na concessão de Albacora Leste para a PRIO (PRIO3) foi anunciada em abril. O negócio foi fechado por até US$ 2,2 bilhões, sendo que cerca de US$ 292,7 milhões serão pagos na assinatura do contrato, em data a ser definida.
A maior fatia do pagamento, de US$ 1,66 bilhão, deverá ser paga pela PRIO na conclusão da transação.
Enquanto isso, os US$ 250 milhões restantes serão embolsados em pagamentos contingentes, a depender das cotações futuras do petróleo do tipo Brent, referência no mercado internacional.
Vale destacar que os valores não consideram os ajustes que eventualmente seriam feitos até o fechamento da transação.
A conclusão da operação ainda depende do não exercício do direito de preferência pela Repsol Sinopec Brasil e da aprovação da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).
A Kepler Weber (KEPL3) fechou acordo para combinação de negócios com a Grain & Protein Technologies (GPT), após cerca de quatro meses de negociações, mostra fato relevante divulgado ao mercado nesta segunda-feira (2). A GPT, empresa com sede global em Illinois, nos EUA, propôs pagar R$ 11 por ação da companhia de armazenamento de grãos. […]
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou