O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com base no desempenho do Magalu no segundo trimestre, o banco elevou o preço-alvo para os papéis da empresa de R$ 3 para R$ 5 — o que representa um potencial de valorização de 6% com relação ao fechamento de quarta-feira (14)
Há algum tempo as ações do Magazine Luiza (MGLU3) não são mais as queridinhas da bolsa. Inflação e juro alto resultaram na redução do poder aquisitivo dos consumidores, atingindo em cheio o desempenho do Magalu e de seus papéis.
Mas esse é um cenário que tem tudo para começar a aparecer no espelho retrovisor da empresa, a exemplo do que mostrou o desempenho do segundo trimestre.
Embora ainda tenha registrado prejuízo, o Magazine Luiza conseguiu reduzir as perdas entre abril e junho na comparação com o período de janeiro a março. O Magalu saiu de um resultado negativo de R$ 161,3 milhões no primeiro trimestre para perdas de R$ 135 milhões no segundo trimestre.
E é justamente olhando para essa sinalização de recuperação que o Citi atualizou as previsões para as ações MGLU3. Como resultado, o preço-alvo para o papel subiu de R$ 3 para R$ 5 — o que representa um potencial de valorização de 6% em relação ao fechamento desta quarta-feira (14).
Mas o otimismo do banco com o Magazine Luiza é cauteloso. A recomendação para as ações do Magalu foi mantida em neutra.
Segundo o Citi, três fatores explicam a manutenção da recomendação neutra para as ações do Magazine Luiza (MGLU3):
Leia Também
"Estamos começando a nos aquecer para o caso de melhoria do ambiente macro, mas preferimos ter mais clareza sobre um ponto de inflexão sustentável para eletrônicos de consumo antes de revisitar nossa tese", escrevem os analistas João Pedro Soares, Felipe Reboredo, Sergio Matsumoto e Cristian Ashwell.
A previsão do Citi para a receita consolidada para 2022 do Magazine Luiza (MGLU3) foi reduzida em 1,75% (R$ 37,413 bilhões) e 1,1% para 2023 (R$ 43,071 bilhões), devido à perda de receita do período entre abril e junho deste ano.
Por outro lado, a margem bruta foi elevada em 67 pontos base em 2022, para 27,6%, e em 73 pb em 2023, para 27,7%, levando em conta uma maior receita de serviços, ou seja, maior mix de mercado; o repasse gradual das taxas de juros sobre as taxas de comissão; e a inflação sobre os produtos.
Com relação às despesas gerais e administrativas, o Citi se mantém mais conservador, por enxergar pouco espaço para o Magazine Luiza cortar despesas.
Segundo o Citi, as ações do Magazine Luiza (MGLU3) são de alto risco, mas o banco não optou por essa classificação para os papéis devido ao perfil de governança, gestão consistente, excelente crescimento de primeira linha, balanço patrimonial premium e execução geral.
Os riscos de alta e baixa para atingir nosso preço-alvo do Citi, incluem:
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência
Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem