O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Até maio deste ano, o IRB Brasil já acumulava um prejuízo de R$ 285,3 milhões; resultado do segundo trimestre será conhecido hoje
Após a circulação de notícias de que o IRB Brasil (IRBR3) estuda fazer uma oferta de ações para levantar recursos, a companhia manifestou-se publicamente nesta segunda-feira (15) para esclarecer se está mesmo buscando algum dinheiro.
De acordo com reportagens publicadas no Brazil Journal e na Bloomberg, a oferta poderia movimentar cerca de R$ 1 bilhão e as conversas com bancos de investimento já estariam avançadas.
A expectativa é que o valor da ação seja fixado em R$ 1 — desconto de 56,5% se considerado o último fechamento.
Em comunicado, o IRB Brasil afirma que essa é uma possibilidade para financiar as operações da empresa, mas não confirma que de fato haverá uma oferta de ações.
Mas, caso ela aconteça, seria uma oferta pública subsequente de distribuição primária das ações ordinárias da companhia.
Além disso, a operação necessitaria de aprovações societárias — uma vez que os atuais acionistas seriam diluídos por um preço bastante baixo — e das condições do mercado.
Leia Também
Em fevereiro deste ano, a possibilidade de uma nova emissão de ações já havia sido pensada diante dos prejuízos do IRB.
Vale lembrar que o IRB Brasil enfrentou uma montanha-russa em seus resultados ao longo deste ano: foi lucro em janeiro, prejuízo em fevereiro, lucro em março, prejuízo em abril e mais um prejuízo em maio.
No acumulado dos primeiros cinco meses de 2022, o IRB reportou prejuízo de R$ 285,3 milhões, ante lucro líquido de R$ 9,4 milhões entre janeiro e maio de 2021.
A resseguradora divulga seu balanço referente ao segundo trimestre na noite de hoje, após o fechamento do mercado.
Olhando esses números, fica mais fácil entender as razões que podem levar a empresa a fazer um follow-on, já que ela também passa por sérias dificuldades desde 2020.
Na época, a gestora Squadra denunciou inconsistências contábeis nos balanços da empresa de resseguros, que foi obrigada a trocar todo o alto escalão ao ficar com sua saúde financeira exposta.
No mesmo ano, o IRB — que era uma das empresas queridinhas da bolsa brasileira — se viu obrigada a fazer um aumento de capital de R$ 2,3 bilhões para cumprir as regras da Superintendência de Seguros Privados (Susep).
Há pouco, durante a sessão de abertura do primeiro pregão da semana, as ações do IRB chegaram a cair 12,12% e tiveram as negociações suspensas após atingirem a oscilação máxima permitida.
Diante de tantas reviravoltas em sua história recente, os papéis do IRB evidenciam o tamanho da crise — no ano, as ações caem 42,53%, enquanto nos últimos 12 meses o tombo é de 58,75%.
Apenas no último mês que as ações subiram (+20,94%), beneficiadas pela desinclinação na curva de juros e pelo maior apetite ao risco no mercado.
Segundo dados compilados pela plataforma Trade Map, das sete recomendações para o papel, três são de manutenção e quatro são de venda.

Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra
O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui
Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância
O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA