O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Marvel aposta na uma onda de apoio ao trabalho e legado do ator Chadwick Boseman — que morreu em 2020, aos 43 anos, de câncer — para conseguir bater a marca de estreias deste ano nos cinemas com Pantera Negra
Pete 'Maverick' Mitchell (Tom Cruise) vê pelo retrovisor de sua Kawasaki H2 a figura de um rei. O piloto vai mesmo precisar da moto que chega a impressionantes 326 quilômetros por hora se não quiser ser ultrapassado. “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” terá o primeiro final de semana nos cinemas norte-americanos com a missão de desbancar o famoso piloto de caças de Top Gun, cuja bilheteria é a maior de 2022.
A tarefa é espinhosa: Maverick enfrenta mais do que uma legião de mulheres guerreiras marcadas pelo luto após a morte de seu líder. Ele encara um tributo ao ator Chadwick Boseman, que estrelou o primeiro Pantera Negra na figura do rei T'Challa.
E é nisso que a Marvel aposta. “Wakanda Para Sempre” estreia em meio a uma onda de apoio ao trabalho e legado de Boseman — que morreu em 2020, aos 43 anos, de câncer — e a marca indelével que o ator deixou no papel-título do filme original que foi um hit global de 1 bilhão de dólares.
Aqui no Brasil, o filme está em cartaz desde ontem e também promete movimentar os cinemas.
É possível que a poderosa nação africana não precise nem mesmo do vibranium — o metal que é fonte do poder e das riquezas de Wakanda — para bater recordes de bilheteria.
A expectativa em torno da estreia em um final de semana é tão intensa que muitos especialistas em cinema acreditam que a sequência de Pantera Negra pode desbancar não só “Top Gun: Maverick”, da Paramount e DA Skydance, como também “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, outro arrasa-quarteirão da Marvel.
Leia Também
Atualmente, “Multiverso da Loucura” detém a maior abertura do ano, com US$ 187 milhões na estreia em maio, nos EUA. Outras estreias de sucesso incluem:
Em 2018, “Pantera Negra” faturou mais de US$ 202 milhões na estreia nos EUA.
Agora, “Wakanda Forever” tem a chance de se tornar a maior abertura do mês de novembro e de 2022 — “Jogos Vorazes: Em Chamas” detém o título depois de arrecadar US$ 158 milhões quando estreou em 2013.
Vale lembrar que apesar de ocupar a quinta posição na estreia, Marevick é a maior bilheteria do ano até o momento, com US$ 1,484 bilhão mundialmente e US$ 716 milhões apenas nos EUA — uma tarefa e tanto para as guerreiras de Wakanda superarem.
O lançamento de “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” pode ser uma benção para os operadores de cinema, que sentiram os efeitos de uma lista mais modesta de lançamentos este ano.
A AMC Entertainment, a maior operadora de cinema do mundo, divulgou nesta semana mais uma perda trimestral, com as despesas com exibição de filmes e aluguel superando as vendas de ingressos e concessões.
Além da aposta no legado de Boseman — pesquisa do site de vendas de ingressos norte-americano Fandango com 1.000 pessoas mostra que 96% desses espectadores esperam que o novo filme seja um tributo ao ator — as vendas de ingressos não serão apenas para fãs do gênero de super-heróis.
Analistas de bilheteria e operadores de cinema esperam que os espectadores afro-americanos e hispânicos lotem os cinemas nos EUA neste fim de semana.
“Pantera Negra” e “Wakanda Forever” apresentam um elenco predominantemente preto, mas também tem vários atores hispânicos — esses dois dados foram importantes para o sucesso de bilheteria do primeiro filme e poderiam impulsionar as vendas de ingressos cinco anos depois.
De acordo com a Comscore, 37% da audiência do fim de semana de estreia de “Pantera Negra” era preta, representando mais que o dobro de outros filmes da Marvel. O público hispânico foi responsável por 18% das vendas de ingresso naquela ocasião.

Além do fim de semana de estreia, “Wakanda Forever” também se beneficiará de um calendário mais leve no cinema. O filme não tem competição direta até o lançamento de “Avatar: Caminho da Água”, da Disney, em 16 de dezembro.
Analistas de bilheteria esperam ainda que o boca a boca seja um grande fator para as vendas sustentadas de ingressos do filme nos cinemas norte-americanos.
Foi o que aconteceu com o primeiro filme de “Pantera Negra”, que teve um fim de semana de exibição considerado forte: as vendas de ingressos caíram 45% entre o primeiro e o segundo fim de semana em comparação com a queda de 60% a 70% que normalmente é esperada para filmes de grande sucesso.
Por 12 semanas seguidas, a queda nas vendas de fim de semana de “Pantera Negra” permaneceram abaixo de 50%, ainda de acordo com dados da Comscore.
A ausência de Chadwick Boseman deixou uma enorme lacuna para a sequência de "Pantera Negra". Sem seu principal astro, a franquia precisou redirecionar o foco e iniciar um novo caminho.
Com a decisão da Marvel de não escalar um outro ator para viver o rei T'Challa, as personagens femininas que acompanharam o herói no primeiro filme ganham protagonismo em "Pantera Negra: Wakanda Para Sempre".
Na trama, a poderosa nação africana de Wakanda encontra-se vulnerável após a morte do seu líder. Além de lidar com a perda do filho, a rainha Ramonda (Angela Bassett) precisa agir para defender seus país das potências mundiais que querem se aproveitar dessa fragilidade.
Para conseguir cumprir com suas responsabilidades, a soberana contará com a ajuda de outras mulheres também marcadas pelo luto: Shuri (Letitia Wright), irmã mais nova de T'Challa, a espiã Nakia (Lupita Nyong'o) e a guerreira Okoye (Danai Gurira) se unem à rainha na tentativa de encontrar novos caminhos para Wakanda, com apoio também de M'Baku (Winston Duke) e Everett Ross (Martin Freeman).
*Com informações da CNBC e do Cinepop
Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País
China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram
O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora
Explosões em Teerã marcam mudança de patamar na crise geopolítica; Teerã reage e atinge alvos ligados a forças americanas na região