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Depois de acusações iniciais à Rússia, suspeita agora é de que o míssil que atingiu a Polônia tenha sido disparado pela Ucrânia
A primeira vítima da guerra é a verdade. A frase e suas variações costumam ser atribuídas ao dramaturgo grego Ésquilo. No entanto, por mais irônico que possa parecer, a própria autoria dessa constatação é contestada. O que temos de factual para hoje é que um míssil de fabricação russa atingiu uma área rural da Polônia, perto da fronteira com a Ucrânia, provocando a morte de duas pessoas.
A informação inicial dava conta de que a Rússia teria atacado a Polônia. Por si só, a notícia fez soar os alarmes nas chancelarias de todo o mundo.
A Polônia faz parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). E uma das cláusulas fundamentais da aliança militar é que um ataque deliberado a um membro é um ataque a todos.
Se a Rússia tivesse diretamente atacado a Polônia, a cláusula de autodefesa mútua poderia ser acionada. As consequências seriam imprevisíveis.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, chegou a falar em “escalada do conflito”. Apenas algumas horas depois de ter apresentado um “plano de paz”.
Mas parece que não foi bem assim. A tensão diante da suspeita inicial de que a Rússia teria atacado um integrante da Otan dissipou-se parcialmente nas horas seguintes.
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Isso porque, aparentemente, apesar de o míssil ter sido fabricado pela Rússia, suspeita-se agora que o projétil tenha sido disparado pela Ucrânia, caindo acidentalmente na Polônia.
Moscou, obviamente, negou a autoria do disparo. Para os russos, a acusação representa uma “provocação deliberada”.
O mais provável, segundo relatos de fontes em serviços de espionagem ocidentais à Associated Press, é que, numa tentativa de repelir um ataque aéreo russo, um projétil da defesa antimísseis da Ucrânia tenha errado o alvo e caído no país vizinho.
É importante lembrar que parte considerável do arsenal ucraniano é composto de armas e munições de fabricação russa.
O presidente da Polônia, Andrzej Duda, admitiu que não é possível afirmar no momento quem disparou o míssil. Segundo ele, porém, trata-se de um “incidente isolado”.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que a trajetória do projétil descarta a teoria de que o míssil teria sido disparado de território russo.
Outros líderes da aliança pronunciaram-se no mesmo sentido.
Quem tentou sair do tom foi o ex-presidente russo Dmitri Medvedev, aliado histórico de Vladimir Putin.
“Ao promover uma guerra híbrida contra a Rússia, o Ocidente dá um passo na direção de uma guerra mundial”, tuitou Medvedev.
Enquanto o incidente é investigado, representantes dos países membros da Otan marcaram para hoje uma reunião de emergência em Bruxelas. As nações serão representadas por seus embaixadores na entidade.
Apesar de as informações disponíveis sejam preliminares, o comentário de Biden diminui as chances de invocação da cláusula de defesa mútua do Otan - algo que dragaria a aliança militar para dentro do conflito entre Moscou e Kiev.
Um dos motivos alegados pela Rússia para atacar a Ucrânia é a expansão da Otan para suas fronteiras.
Desde o início da guerra, embora Kiev tenha recebido bilhões em assistência financeira e bélica, autoridades ucranianas se ressentem do fato de as potências ocidentais não se terem engajado na defesa direta do país.
De qualquer modo, os desdobramentos do episódio vão depender de como as partes envolvidas vão lidar com suas versões da verdade.
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