🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

MORDE E ASSOPRA

A mensagem da ata do Fed que deu um gás nas bolsas em Nova York e fez o Nasdaq saltar mais de 1%

Apesar de agradar os investidores, o resumo da reunião de política monetária deste mês também mostra poucos sinais de desaceleração da inflação nos EUA e ressalta os riscos de apertos mais agressivos do juro

Carolina Gama
23 de novembro de 2022
16:56 - atualizado às 14:57
Desenho de um bombeiro apagando as chamas de um incêndio dentro de uma casa
O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, contra o incêndio da inflação - Imagem: Freepick-Print/Banco Central da Suíça - montagem: Brenda Silva

Tudo na vida tem o lado bom e o lado ruim. Com a ata do Federal Reserve (Fed) não é diferente. Só que dessa vez o mercado resolveu se ater ao que é positivo: a sinalização de aumentos menores do juro nos EUA

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O resumo da reunião de política monetária do início do mês, divulgado nesta quarta-feira (23), mostrou que os dirigentes do banco central norte-americano concordam que a elevação da taxa básica deve acontecer em menor grau daqui para frente. 

Atualmente, o juro está na faixa de 3,75% a 4% ao ano — o maior patamar em 14 anos. 

“Uma maioria substancial dos membros [do Fomc] julgou que uma desaceleração no ritmo de aumento [do juro]  provavelmente seria apropriada em breve”, diz a ata. 

O documento ressalta que um grau menor de aperto monetário daria aos dirigentes do Fed uma chance de avaliar o impacto da sucessão de aumento do juro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A sinalização está em linha com as declarações feitas por vários membros do Fed nas últimas semanas e também com o que o mercado espera que o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) faça — a grande aposta é de uma alta de 0,5 ponto percentual (pp) em dezembro, após quatro aumentos consecutivos de 0,75 pp.

Leia Também

O resultado não podia ser outro: Wall Street acelerou os ganhos assim que o documento foi revelado. O Nasdaq chegou a subir mais de 1%, enquanto o Dow Jones — que estava praticamente no zero a zero antes de a ata sair — acelerou os ganhos para perto de 0,45%. 

O Fed assoprou, mas mordeu também

Apesar de insinuar que movimentos menores de aumento de juro estão por vir, a ata do Fed também mostrou poucos sinais de desaceleração da inflação. 

Quase uma questão de honra, o presidente do Fed, Jerome Powell, já disse repetidas vezes que o foco é trazer a inflação para perto da meta de 2%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ferramenta primária de todo banco central para segurar a inflação é o aumento do juro. Só que alguns membros do Fomc expressaram na reunião de novembro preocupação com os riscos para o sistema financeiro caso o Fed continue avançando no mesmo ritmo agressivo de aperto monetário. 

A ata observa que alguns membros do Fomc indicaram que “reduzir o ritmo de aperto monetário pode diminuir o risco de instabilidade no sistema financeiro”. 

Mas não há unanimidade a esse respeito. Outra parte do comitê indicou que gostaria de esperar para diminuir o ritmo de alta de juro. 

A cereja do bolo é que os dirigentes disseram que veem o equilíbrio dos riscos na economia norte-americana agora inclinado para o lado negativo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No rastro das pistas

Os investidores estavam procurando pistas não apenas sobre como seria o próximo aumento do juro, mas também até onde o Fed terá que ir no ano que vem para conseguir um progresso satisfatório contra a inflação.

As apostas mostram que mais alguns aumentos da taxa básica devem acontecer em 2023, elevando o juro para cerca de 5%. Depois disso pode haver uma pausa para, quem sabe, algumas reduções da taxa antes do final do ano.

Tudo isso vai depender do comportamento da inflação. Em outubro, o índice de preços ao consumidor norte-americano subiu 7,7% em relação ao ano anterior, a leitura mais baixa desde janeiro. 

No entanto, uma medida que o Fed segue mais de perto, o núcleo do índice de preços para gastos pessoais (PCE), que exclui alimentos e energia, mostrou um aumento anual de 5,1% em setembro, alta de 0,2 ponto percentual em relação a agosto e a leitura mais alta desde março.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esses dados foram divulgados após a reunião do Fed de novembro.

Vários dirigentes do Fed interpretaram esses números de forma positiva, mas precisarão ver mais antes de considerarem afrouxar o aperto monetário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
EUA DE OLHO

Do silêncio branco ao xadrez global: como é viver na Groenlândia, país que virou palco da disputa geopolítica de Donald Trump

15 de janeiro de 2026 - 11:29

Com sol escasso no inverno, dias intermináveis no verão e uma população menor que a de muitas cidades brasileiras, a Groenlândia saiu do isolamento e entrou no centro da geopolítica global

UNS CHORAM, OUTROS VENDEM LENÇOS

Ícone da moda de luxo, Saks pede falência nos EUA e abre espaço para a Macy’s na 5ª Avenida

14 de janeiro de 2026 - 18:37

A dona da Bloomingdale’s deve ser uma das poucas a se beneficiar com a entrada na rival no Chapter 11 — e os números mostram que ela está pronta para essa oportunidade

E O PRÊMIO VAI PARA...

Framboesa de Ouro: depois do Globo de Ouro, também tem Brasil entre os piores filmes do ano

14 de janeiro de 2026 - 17:01

Premiação que “celebra” os tropeços do cinema inclui nomes brasileiros na lista de indicados e mostra como sucesso e decepção caminham lado a lado 

BARRADOS DE ENTRAR?

Os 23 países com vistos suspensos por Trump que vão jogar a Copa do Mundo nos Estados Unidos

14 de janeiro de 2026 - 16:31

Suspensão de vistos atinge 75 países e inclui 23 seleções classificadas ou na repescagem da Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México

LISTA EXTENSA

Quais países tiveram o visto dos EUA barrado por Donald Trump? Confira a lista completa

14 de janeiro de 2026 - 15:36

Medida do governo Trump entra em vigor em 21 de janeiro, atinge 75 países e faz parte de uma revisão nos critérios de triagem e concessão de vistos pelos Estados Unidos

BARRADOS NO BAILE DE TRUMP

EUA barram emissão de vistos para brasileiros, idosos e pessoas obesas; confira os detalhes da medida que afeta 75 países

14 de janeiro de 2026 - 13:02

No total, Brasil e mais 74 países são alvo do endurecimento da política anti-imigração de Trump, que já revogou o recorde de mais de 100 mil vistos desde que voltou à Casa Branca, em janeiro do ano passado

MELHOR QUE SÃO PAULO E NOVA YORK

É uma ‘favela’, mas a qualidade de vida nela é maior do que a de muitas cidades pelo mundo

14 de janeiro de 2026 - 11:48

Bairros populares de Basileia desafiam estereótipos ao combinar renda mais baixa, serviços públicos eficientes, alto IDH e qualidade de vida acima da média global

SEM ROUANET

De onde veio o dinheiro para o filme O Agente Secreto? Spoiler: não teve Lei Rouanet

13 de janeiro de 2026 - 14:29

Filme brasileiro premiado no Globo de Ouro teve orçamento de cerca de R$ 27 milhões, apoio do Fundo Setorial do Audiovisual e coprodução internacional

AFUNDANDO?

Essa cidade cresceu vertiginosamente e acaba de se tornar a maior do mundo, mas está afundando e corre o risco de sumir do mapa 

13 de janeiro de 2026 - 9:47

Um novo estudo da ONU coloca Jacarta no topo do ranking global de população urbana, mas a capital da Indonésia afunda a olhos vistos, enquanto o país já prepara uma substituta

TEMPORADA DE PRÊMIOS

Os filmes que venceram o Globo de Ouro e o Oscar no mesmo ano — e o que isso revela sobre a corrida de O Agente Secreto

12 de janeiro de 2026 - 14:01

A coincidência entre Globo de Ouro e Oscar não é regra, mas, quando ocorre, costuma indicar um consenso dentro da Academia de cinema

SABOR CERTIFICADO

Do laboratório à mesa: quando a busca pelo sabor perfeito leva a queijos, chocolates, sorvetes, doces de leite e outros alimentos reconhecidos pelo mercado

12 de janeiro de 2026 - 11:22

Em alguns alimentos, a ciência não reinventou o gosto: eliminou o erro, transformou sensação em método e criou padrões reconhecidos por júris internacionais 

DEVO, NÃO NEGO...

E agora, Milei? Congresso dos EUA diz que Argentina vai dar outro calote

11 de janeiro de 2026 - 17:15

Em 2026, a Argentina deve pagar algo em torno de US$ 15 bilhões aos credores externos, incluindo o Fundo Monetário Internacional (FMI)

DEPOIS DA VENEZUELA...

Marco Rubio será presidente de Cuba? As novas ambições de Trump para a ilha 

11 de janeiro de 2026 - 15:01

O secretário de Estado norte-americano nasceu na Flórida, mas é filho de imigrantes cubanos, e tem posições agressivas sobre o país caribenho

O último playboy?

Quem foi Philippe Junot, empresário que entrou para a história ao se casar com Carolina de Mônaco

9 de janeiro de 2026 - 11:57

Da Riviera Francesa ao Palácio de Mônaco, Philippe Junot ficou conhecido mundialmente por um casamento que marcou a história da realeza europeia

OLHO NO ÓLEO

EUA dizem que precisam controlar receitas do petróleo da Venezuela por tempo indeterminado; primeiras vendas já começaram

8 de janeiro de 2026 - 15:47

O governo norte-americano iniciou a comercialização do petróleo venezuelano e promete usar os recursos para estabilizar a economia, ressarcir empresas e ampliar influência política na região

SALTO DE 50%

Orçamento militar bombado: de onde vem o dinheiro para Trump bancar US$ 1,5 trilhão para o Exército?

8 de janeiro de 2026 - 9:25

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirma que a elevação do orçamento militar para US$ 1,5 trilhão em 2027 será financiada por tarifas comerciais

QUEM VAI SE DAR BEM

5 setores e 8 empresas: as ações gringas para ficar de olho em uma potencial reconstrução da Venezuela

8 de janeiro de 2026 - 6:12

Além das janelas de oportunidade entre setores e empresas, o BTG Pactual também avaliou como mercados no Brasil, Argentina, Chile, Peru e Colômbia podem se beneficiar e se prejudicar após a queda de Maduro

VAI VIRAR MODA?

A torneira dos dividendos fechou: proibição de Trump ao setor de defesa pode pegar no Brasil e mexer com seu bolso?

7 de janeiro de 2026 - 19:36

Para que as empresas norte-americanas de defesa distribuam dividendos e recomprem ações, o republicano impôs condições; ele também defendeu um teto para a remuneração de executivos

O BRILHO OFUSCA O RISCO

Disparada do ouro é um alerta para os investidores globais, avisa Ray Dalio

6 de janeiro de 2026 - 19:50

O metal precioso encerrou o ano passado com o maior ganho desde pelo menos 1979, superando em muito o índice S&P 500

A BOLA DA VEZ

De olho na Venezuela, a grande aposta de Michael Burry agora é na ação de uma refinaria

6 de janeiro de 2026 - 17:29

O petróleo venezuelano está entre os mais pesados e com maior teor de enxofre do mundo, e apenas um número limitado de refinarias está equipado para processá-lo com eficiência

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar