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A mineradora informou que o montante a ser distribuído poderá sofrer variação em razão de eventual alteração do número de ações em tesouraria
A Vale (VALE3) não é queridinha à toa. Apesar dos recentes reveses com os preços do minério de ferro, a mineradora figura como favorita entre as empresas do setor e um dos motivos é a capacidade de pagamento de dividendos bilionários.
Nesta semana, o Santander, por exemplo, elegeu a Vale como a melhor escolha para quem quer ter exposição à mineração e siderurgia.
Segundo o banco, ainda que as ações VALE3 acumulem alta de 19% desde agosto, em dólares, e ganho médio de 12% em relação a outras empresas globais do setor, há um ponto de entrada atraente e uma relação entre risco e recompensa que vale a pena. Confira a cobertura completa do relatório.
Nesta quinta-feira (01), a Vale deu mais um motivo para atrair atenção dos acionistas. A companhia anunciou o pagamento de R$ 1,319 bilhão em juros sobre capital próprio (JCP), ou R$ 0,292012688 por ação em valor bruto.
Vale lembrar que no caso do JCP há a incidência de 15% de imposto de renda retido na fonte.
A empresa informa, ainda, que o valor do JCP por ação poderá sofrer variação em razão de eventual alteração do número de ações em tesouraria dado o programa de recompra vigente.
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A data de corte para os detentores de ações da Vale negociadas na B3 será no dia 12 de dezembro de 2022 e para os detentores dos ADRs negociados em Nova York, 14 de dezembro deste ano.
A partir de 13 de dezembro, os papéis da Vale será negociados ex-dividendos e passarão por um ajuste na cotação referente aos proventos já alocados. Então você pode optar por comprar a ação agora e ter direito aos dividendos ou esperar a data de corte e adquirir os papéis por um valor menor, mas sem o direito ao JCP.
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
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