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A empresa de Mark Zuckerberg deve iniciar um programa de demissão em massa a partir da próxima quarta-feira (9), segundo jornal
A temporada de balanços nem acabou nos EUA e os ajustes para melhora das receitas começaram a ser postos nas mesas das gigantes de tecnologia. A Meta, dona do Facebook, por exemplo, deve iniciar um programa de demissão em massa a partir da próxima quarta-feira (9), segundo o jornal Wall Street Journal.
Contudo, a decisão já estava anunciada. Em junho, em uma reunião interna, Mark Zuckerberg disse que a empresa teria “provavelmente, um monte de pessoas que não deveriam estar aqui”.
Meses depois, em setembro, antes da divulgação dos resultados do terceiro trimestre, surgiram rumores de que a Meta planejava cortar despesas em ao menos 10% nos próximos meses — sendo uma das medidas, o corte no quadro de funcionários.
O que se confirmou após o balanço trimestral, divulgado há menos de um mês. Em teleconferência dos resultados, o dono da empresa afirmou que os investimentos, no próximo ano, devem se concentrar em um “pequeno número de áreas de crescimento de alta prioridade”.
“Isso significa que algumas equipes crescerão significativamente, mas a maioria das outras equipes permanecerá estável ou encolherá no próximo ano. No total, esperamos terminar 2023 com aproximadamente o mesmo tamanho ou até mesmo uma organização um pouco menor do que somos hoje”, disse Zuckerberg na época.
Sem um número oficial de quantas pessoas devem ser desligadas, este será o primeiro corte no quadro de pessoal da história da empresa de Mark Zuckerberg e deve atingir todos os negócios da Meta, ou seja, o Facebook, Instagram e WhatsApp. No final de setembro, a Meta informou que tinha mais de 87 mil colaboradores.
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Por volta das 12h30 (horário de Brasília), as ações da Meta — negociadas em Nasdaq — operam em alta de 4,70%, a US$ 95,34. Contudo, no acumulado do ano, a empresa registra queda de 71,62%.
Entre julho e setembro, a Meta teve lucro líquido de US$ 4,4 bilhões, o que representa uma queda de 52% em relação ao mesmo período do ano anterior. O lucro por ação ajustado saiu de US$ 3,22 para US$ 1,64.
A receita também veio menor na comparação anual, porém acima do que era projetado: US$ 27,7 bilhões no terceiro trimestre, uma baixa de 4% em relação ao mesmo período de 2021.
Entre os motivos para a queda do desempenho da Meta estão:
Para 2026, a expectativa é de 15 novas unidades Riachuelo, em postos que já estão praticamente fechados, disse Miguel Cafruni, diretor financeiro, em entrevista ao Seu Dinheiro.
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