O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As ações do Twitter fecharam em alta de 4,32% hoje em meio à expectativa do anúncio do processo, cotadas a US$ 34,06 — bem abaixo dos US$ 54,20 oferecidos por Musk
O Twitter protocolou nesta terça-feira (12) na Corte de Delaware um processo que deve dar início a uma longa disputa judicial entre a plataforma e o homem mais rico do mundo. O objetivo é forçar Elon Musk a seguir com a compra da empresa.
O bilionário decidiu romper o acordo de compra da rede social, um negócio avaliado em US$ 44 bilhões, na sexta-feira (8). O motivo: o número de contas falsas ou “spam” na plataforma.
Após o anúncio de desistência e fim das negociações, Bret Taylor, presidente do conselho de administração do Twitter, prometeu uma batalha judicial contra Musk — e cumpriu.
Na ocasião, Taylor afirmou que o conselho seguia “comprometido em fechar a transação no preço e nos termos acordados” e que planejava entrar com ação legal “para fazer cumprir o acordo de fusão”.
As ações do Twitter fecharam em alta de 4,32% hoje em meio à expectativa do anúncio do processo, cotadas a US$ 34,06 — bem abaixo dos US$ 54,20 oferecidos por Musk.
Segundo o documento enviado pelo Twitter para a Justiça, não.
Leia Também
"Musk aparentemente acredita que ele, ao contrário de qualquer outra parte sujeita às leis de Delaware, está livre para mudar de ideia, estragar a companhia, romper suas operações, destruir valores dos investidores e sair andando," afirma a empresa.
O objetivo do Twitter é forçar o cumprimento do acordo de US$ 44 bilhões assinado em abril passado, quando o bilionário fez uma oferta de compra da rede social e suas operações.
Minutos após o Twitter anunciar o processo, Musk publicou em seu perfil na rede social: "oh, a ironia".
Ainda que Elon Musk desisti de ficar com o Twitter, ele terá que desembolsar uma quantia polpuda por romper o acordo de compra.
Na reunião com o Conselho, quando o Twitter aprovou a transação com Musk, a plataforma estabeleceu a condição de que, caso uma das partes rompesse o contrato, seria imputada multa de US$ 1 bilhão.
Para sair do acordo sem pagar a multa, o bilionário alega que o Twitter omitiu informações, prejudicando o comprador. Já o Twitter afirma ter entregado todas as informações requisitadas por Musk.
A Corte de Delaware julgará o caso nos próximos meses, conforme estipula o acordo de compra assinado pelas duas partes em abril passado — o tribunal é conhecido por resolver conflitos muito mais rapidamente do que outras cortes.
Na semana passada, Elon Musk anunciou que desistiu da compra por duvidar dos números apresentados pelo Twitter.
O bilionário acredita que a quantidade de contas falsas (que incluem robôs) na plataforma é de quase 20% do total de usuários ativos, embora a rede social afirme ser de 5%.
A quantia é importante para mensurar o potencial de receita da companhia, que depende de anúncios para gerar caixa.
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast
Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos