O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Antes mesmo do sinal verde, a companhia já havia anunciado que pretende protocolar os registros para uma oferta global de ações no segundo trimestre deste ano
Por seis votos a um, o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta terça-feira (15) a primeira etapa da privatização da Eletrobras (ELET6).
A notícia deve ser bem-recebida pelo mercado, que espera o desfecho de um dos processos de privatização mais aguardados dos últimos anos. As ações da estatal se mantiveram em alta hoje durante a análise do TCU e encerram o dia com ganhos de 5,78%, a R$ 34,75.
O voto contrário contabilizado no placar foi dado por Vital do Rêgo. Mais cedo, o ministro do TCU apresentou um relatório que apontava uma série de falhas na definição dos preços propostos pelo governo para a venda da Eletrobras.
"Falhas na modelagem e nos parâmetros de precificação utilizados resultam no desfazimento de patrimônio da União por valor menor do que de fato ele representa, com consequências deletérias para o setor elétrico”, declarou ele durante a sessão.
Segundo os cálculos da secretaria do órgão, o patrimônio da estatal vale pelo menos R$ 130,4 bilhões, quase o dobro dos R$ 67 bilhões estimados pelo governo.
Para equilibrar os valores, os ministros pedirão a inclusão de uma cláusula que impeça a Eletrobras de participar de leilões de venda de potência. Para habilitar-se às disputas, a empresa vencedora da privatização deverá fazer um aditivo e, possivelmente, pagar à União.
Leia Também
Além da subprecificação, Rêgo também critico a transferência de controle para a iniciativa privada. De acordo com o ministro, privatizar uma estatal responsável pela geração de energia é inédito em países com matriz enérgica predominantemente hidráulica.
Antes mesmo do sinal verde, a companhia já havia anunciado que pretende protocolar os registros para uma oferta global de ações no segundo trimestre deste ano.
Os pedidos de follow on serão destinados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e à U.S. Securities and Exchange Commission (SEC), que regula o mercado financeiro dos Estados Unidos. O objetivo é distribuir ações ordinárias e ADRs, recibos de papéis negociados nas bolsas norte-americanas.
A quantidade de ativos envolvidos na operação e a faixa indicativa de preços, porém, ainda não foram definidos, conforme destacou a empresa em comunicado enviado à CVM.
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura