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A produtora de papel e celulose agradou ao reverter em lucro líquido de R$ 10,3 bilhões o prejuízo de R$ 2,6 bilhões registrado no primeiro trimestre do ano passado
O Ibovespa tornou-se um mar vermelho nesta quinta-feira (5). Com o mercado digerindo (muito mal) o discurso do presidente do Federal Reserve sobre a política monetária dos EUA, apenas duas ações escapam da queda: Klabin (KLBN11) e Suzano (SUZB3).
Por volta das 13h00, os papéis da Suzano sobem 1,28%, a R$ 52,03; já a Klabin avança 2,07%, a R$ 22,70. E a tábua de salvação que impede as duas de se afogarem na aversão ao risco global é o resultado financeiro da primeira empresa.
A produtora de papel e celulose caiu nas graças dos investidores ao reverter em lucro líquido de R$ 10,3 bilhões o prejuízo de R$ 2,6 bilhões registrado no primeiro trimestre do ano passado.
O Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) ajustado cresceu 10%, na mesma base de comparação, e chegou a R$ 5,1 bilhões entre janeiro e março.
O indicador só não cresceu mais graças à valorização do real frente ao dólar no período, o que diminuiu os ganhos na receita da exportadora.
Mas o movimento também teve um contraponto benéfico: a queda na relação entre a dívida líquida e o Ebitda para 2,4x. Como a maior parte da dívida da Suzano está em moeda estrangeira, o efeito da alta do real é positivo nesse caso.
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Conforme explica o Bank of America em relatório divulgado hoje, as cifras também foram impulsionadas pelo crescimento no custo da celulose.
Segundo a Suzano, o preço médio do produto no mercado externo foi de US$ 639 por tonelada no período, valor 20% superior ao do 1T21.
E vem mais por aí: “Um novo aumento de US$ 30 por tonelada já foi anunciado para maio por alguns produtores”, diz o BofA. Vale lembrar que a Suzano é a maior produtora mundial de celulose de eucalipto.
Considerando este cenário e a cotação atual da Suzano na B3, os analistas consideram que há um ponto de entrada “atraente” e recomendam a compra dos papéis. O preço-alvo do BofA, definido em R$ 91 por ação, implica em um potencial de alta de quase 75% para SUZB3.
Além do resultado financeiro, a Suzano também agradou os investidores com o anúncio de um novo programa de recompra de ações.
A empresa poderá recomprar até 20 milhões de ações nos próximos 18 meses, montante que equivale a cerca de 2,8% dos papéis em circulação.
Segundo a Suzano, a operação busca “maximizar a geração de valor para os acionistas” e também sinaliza a “confiança da administração na performance da companhia”. Mas o que realmente muda para os investidores com o programa?
Até que a companhia decida qual será o destino das ações recompradas, os efeitos para os acionistas ainda são incertos. Mas os dois cenários mais prováveis você confere abaixo:
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
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