O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Equipe do JP Morgan também atualizou o preço-alvo dos papéis da Suzano (SUZB3) de R$ 58 para R$ 67 — potencial de alta de 34,8%
Ainda que o mercado esteja receoso com as ações ligadas a commodities por conta do atual nível de preço das matérias-primas, o setor de papel e celulose parece andar na contramão de todas as expectativas. De olho nisso, o JP Morgan elevou a recomendação dos papéis da Suzano (SUZB3) para compra, com preço-alvo passando de R$ 58 para R$ 67 — potencial de alta de 34,8%, considerando o último fechamento.
Embora haja uma preocupação com a trajetória de preço da celulose — que atingiu níveis recordes e, portanto, deverá passar por uma correção —, os analistas do banco acreditam que essa queda não será tão acentuada quanto o previsto e ainda deve demorar.
As constantes interrupções de fornecimento, gargalos logísticos e problemas de capacidade devem ser obstáculos para que o preço da celulose volte a patamares normais.
E isso pode ser positivo para a Suzano, que passa também a ser a principal escolha na carteira do JP Morgan.
Além disso, a equipe observa que as ações do setor de papel e celulose tiveram um desempenho inferior aos preços da celulose, enquanto o cenário de investimento para outras matérias-primas como o minério se deteriora. Assim, em uma base relativa, os lucros da celulose tendem a ser maiores e oferecem melhores oportunidades aos investidores, mostrando-se um ativo mais resiliente.
Um exemplo dessa lógica está na recomposição das recomendações do JP Morgan. Enquanto a Gerdau (GGBR4) é a principal escolha do banco em seu setor — de olho nos pagamentos de dividendos, principalmente —, as ações do setor de celulose hoje estão à frente da Usiminas (USIM5) e da CSN (CSNA3) entre as demais indicações.
Leia Também
"Verificamos que a dinâmica de preços ainda está apertada na China, mas há demanda reprimida por celulose em um cenário de normalização de preços", diz o relatório.
Após as mudanças feitas pelo JP Morgan, as ações da Suzano (SUZB3) refletiram a empolgação dos investidores. Os papéis fecharam em alta de 3,48%, a R$ 51,42, segunda maior alta do Ibovespa em um dia amplamente negativo para a bolsa brasileira.
Além disso, a alta do dólar (+2,79% a R$ 5,3047) também impulsionou os ganhos da Suzano, como costuma acontecer com as exportadoras diante da valorização da moeda americana.

Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro
Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?
Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%