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Depois do confinamento provocado pela covid-19, a indústria fitness enfrenta agora um cenário desafiador, com inflação alta, segundo o banco de investimentos
Quem nunca se deparou com “tá pago” ou “no pain, no gain” não está vivendo as redes sociais direito. É só abrir o Instagram, por exemplo, que sempre tem alguém que já treinou e posta com satisfação a foto dos resultados da malhação — e é nesse cenário que a Smart Fit (SMFT3) trilha um caminho de recuperação pós-pandemia.
As academias estiveram no olho do furacão em 2020, quando governos locais ordenaram o fechamento na tentativa de controlar a disseminação da covid-19.
A reabertura veio, mas dois anos depois, as empresas que atuam nesse setor agora lidam com um cenário macroeconômico desafiador, marcado pela aceleração da inflação.
E é justamente por causa disso que o Itaú BBA cortou o preço-alvo da Smart Fit de R$ 33,40 para R$ 21,00 — o que representa um potencial de valorização de 34,1% em relação ao fechamento dos papéis na sexta-feira (20). O banco, no entanto, manteve a recomendação de compra para as ações.
Confira as principais estimativas do Itaú BBA para a Smart Fit, em R$ milhões:
| 2022 | 2023 | 2024 | |
| Receita líquida | 2,949 | 4,537 | 5,415 |
| Lucro bruto | 1,219 | 2,1 | 2,603 |
| Ebitda ajustado | 591 | 1,307 | 1,711 |
| Lucro líquido | -98 | 298 | 497 |
Apesar da visão mais cautelosa, o Itaú BBA diz que as estimativas atuais para a Smart Fit (SMFT3) estão alinhadas com as de seus pares globais — com tendência de recuperação semelhante.
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Desde o IPO da Smart Fit, a ação SMFT3 caiu 30%. Segundo o banco, embora a Smart Fit tenha sinalizado uma recuperação lenta, uma das razões para o fraco desempenho dos papéis é a crença dos investidores de que essa retomada superaria as expectativas da administração.
Por isso, o Itaú BBA acredita que o principal risco ligado aos papéis da empresa está ligado à tendência de recuperação — que não só tem sido lenta, como se torna ainda mais desafiadora pela deterioração do cenário macro e inflacionário.
Dado que este a Smart Fit atua em um negócio de capacidade (com a maioria das despesas sendo fixas), o principal indicador chave de desempenho (KPI, na sigla em inglês) a ser monitorado, segundo o banco, são as receitas e o número de membros e academias.
A Smart Fit (SMFT3) registrou prejuízo líquido de R$ 75,4 milhões no primeiro trimestre de 2022, resultado 48% inferior ao reportado no mesmo período do ano anterior.
A empresa explicou que a recuperação parcial das perdas se deve principalmente ao aumento em R$ 45,1 milhões no Ebtida (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) e pela melhora em R$ 30,6 milhões no resultado financeiro — graças a uma redução da alavancagem financeira após a capitalização ocorrida em julho de 2021 com a oferta pública primária de ações.
O Ebitda, na sigla em inglês ajustado da Smart Fit cresceu 212% no período em base anual, totalizando R$ 66,4 milhões.
Já a margem Ebitda ajustada atingiu 10,7% nos três primeiros meses do ano, alta de 5 ponto percentual ante a margem registrada um ano antes.
A receita líquida da Smart Fit somou R$ 622 milhões entre janeiro e março deste ano, alta de 67% na comparação com igual período de 2021.
Segundo a Smart Fit, o desempenho se deu em razão do aumento da cobrança das mensalidades, dado que as academias permaneceram abertas durante todo o primeiro trimestre de 2022, e da abertura de 142 unidades próprias nos últimos 12 meses.
Em março, pelo 10° mês consecutivo, a base de clientes da Smart Fit (SMFT3) apresentou crescimento em todas as regiões, com 76 mil membros adicionados às academias.
A base de clientes de academias cresceu 306 mil no primeiro trimestre, atingindo 2,9 milhões de alunos — 2% acima da base pré-pandemia (primeiro trimestre de 2020) e 12% superior ao quarto trimestre de 2021.
Essa expansão resultou na elevação de 9% no número de alunos por academia entre janeiro a março versus outubro a dezembro de 2021.
Se consideradas apenas as academias Smart Fit existentes pré-pandemia, a base de clientes atingiu 81% do patamar de março de 2020, crescimento de 5,5p.p., com destaque para o aumento de 12p.p. no México.
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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