O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa do setor de educação vem sofrendo com a redução dos recursos do Fies e com o efeito da pandemia sobre seu público-alvo, o que leva a uma baixa anual acumulada de quase 50% dos seus papéis
“Eu voltei agora pra ficar… Porque aqui, aqui é meu lugar”. O clássico de Roberto Carlos poderia ser a música-tema de um comercial da Cogna (COGN3), que viu no segundo semestre do ano passado um crescimento na captação de alunos.
Mas, diferente da canção do rei — que diz que “tudo estava igual como era antes… quase nada se modificou” —, esse impulso não foi suficiente para convencer o Goldman Sachs a melhorar sua avaliação para COGN3.
O banco cortou o preço-alvo da ação em 12 meses, de R$ 3,20 para R$ 2,80, o que significa agora um potencial de alta de 11,1%, considerando o valor do fechamento na sexta-feira, de R$ 2,50. A classificação dos papéis é neutra.
As ações da Cogna vêm sofrendo desde 2017, pois a redução de recursos do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) — o programa de financiamento ao ensino superior privado do governo federal — atingiu em cheio as empresas de educação.
Com a pandemia, os papéis foram ainda mais castigados, dado que os efeitos econômicos da crise atingiram em cheio o público-alvo do grupo, tirando a educação superior da lista de prioridades dessas pessoas. Com a combinação explosiva, as ações da Cogna acumulam queda anual de quase 50%.
Apesar do cenário adverso, a Cogna tem chances de passar de ano. No segundo semestre de 2021, a captação de alunos presenciais subiu 22% em comparação com o mesmo período do ano anterior e atingiu 32 mil - acima dos 30 mil previstos pelo Goldman.
Leia Também
Já a graduação à distância viu um aumento de 40% na mesma base de comparação, para 215 mil alunos, superando a estimativa de 161 mil do banco.
O Goldman Sachs revisou suas estimativas para a Cogna. A projeção de receita para 2021 passou de R$ 5,131 milhões para R$ 5,168 milhões. O banco também melhorou a estimativa de receita para 2022 e 2023, passando para R$ 4,965 milhões e R$ 5,482 milhões, respectivamente.
“Aumentamos nossas estimativas de receita de 2022-2023 após o sólido ACV [Annual Contract Value ou Valor de Contrato Anual] de 2022 na Vasta (VSTA) e vemos a recuperação dos ingressos no campus que começaram no segundo semestre de 2021 e provavelmente continuarão no primeiro semestre de 2022”, diz o Goldman em relatório.
Segundo o banco, as estimativas de margem Ebitda do período 2021-2023 permaneceram praticamente inalteradas, pois melhores provisões na Kroton foram compensadas por estimativas de margem mais baixas na Vasta.
Veja os riscos de alta ou baixa para COGN3 segundo o Goldman Sachs:
Como a maioria das pessoas, a Cogna também fez um balanço sobre seu desempenho e se prepara para os desafios do novo ano. No início do quarto trimestre, o CEO da Cogna, Rodrigo Galindo, fez uma análise sobre 2021. Para ele, o ano que passou foi de retomada.
Mesmo com o impacto do fim do Fies, a companhia viu uma alta de 70% de rentabilidade nos primeiros nove meses do ano. 2022, no entanto, ainda deve ser impactado pelo fim do programa governamental e a receita volte a crescer apenas em 2023.
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais