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O movimento ocorre poucos dias após a companhia anunciar que, atendendo a um pedido da gestora, vai convocar uma Assembleia Geral Extraordinária para discutir a exclusão da “poison pill” de seu estatuto social
A Polo Capital foi ao mercado nesta semana com um objetivo: comprar ações da Tenda (TEND3). A gestora não se intimidou com a alta dos papéis, que subiram 12,3% nos últimos dias e aumentou sua participação na construtora de 20,5% para 26,12%.
O movimento ocorre poucos dias após a companhia anunciar que, atendendo a um pedido da Polo Capital, vai convocar uma Assembleia Geral Extraordinária para discutir a exclusão da "poison pill" de seu estatuto social. O dispositivo é utilizado para manter o equilíbrio e resguardar os acionistas minoritários.
Vale lembrar que a pílula de veneno dificulta a tomada de controle de uma empresa com capital pulverizado na bolsa, quando um acionista pode em muitos casos dar as cartas mesmo sem alcançar mais de 50% de participação.
No caso da Tenda, o estatuto social determina que qualquer investidor que atingir 30% do capital precisa lançar uma oferta pública de aquisição das ações dos demais acionistas a preços iguais ou superiores ao pago pelos investidores nos seis meses anteriores.
Então por que retirar essa cláusula do estatuto agora, quando a Polo Capital está cada vez mais próxima do gatilho? Se por um lado a poison pill ajuda a barrar ofertas hostis, por outro dificulta a entrada de um investidor de referência, que queira entrar na companhia mas não tenha interesse em assumir o controle.
Em outras palavras, a pílula de veneno pode ser um mecanismo tanto positivo como negativo para os acionistas minoritários, dependendo do momento da empresa.
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A iniciativa de derrubar a poison pill não é exclusiva da Tenda. No início do ano, a IMC (MEAL3) convocou os acionistas para mudar o estatuto a pedido da UV Gestora, que tinha planos de aumentar a participação na rede de restaurantes.
Segundo fontes consultadas pelo Seu Dinheiro, a Polo Capital não pretende usar a eventual derrubada da cláusula para interferir de maneira mais ativa no dia a dia da incorporadora.
"No atual momento da companhia, a poison pill ficou anacrônica. Acaba tendo só a parte ruim [do mecanismo], que é a de afastar investidores", diz uma fonte favorável ao fim da pílula de veneno.
O tom do comunicado sinaliza que a abordagem da gestora é amigável e tem como objetivo a atração de possíveis novos investidores que estejam dispostos a dar suporte à execução do plano estratégico.
A Polo Capital já tem um papel de protagonismo na condução dos negócios da Tenda — o presidente do conselho de administração, Cláudio Carvalho de Andrade, é sócio da gestora.
Procurada pelo Seu Dinheiro, a Tenda (TEND3) informou que não irá comentar o tema.
Quem for convencido pela tentativa “amigável” da Polo de atrair novos investidores deve se deparar com uma situação nada tranquila na Tenda (TEND3).
A companhia, que é uma das maiores construtoras do programa Casa Verde e Amarela, teve prejuízo líquido consolidado de R$ 114,4 milhões no segundo trimestre, revertendo o lucro de R$ 33,8 milhões obtido em igual período do ano anterior.
O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado ficou negativo em R$ 59,2 milhões, contra um resultado positivo de R$ 66,6 milhões no 2T21.
Já a receita líquida totalizou R$ 626,9 milhões, recuo de 10,3%, na mesma base de comparação anual. Segundo a Tenda, a queda se deu pelo ritmo menor de andamento das obras e pelo volume menor de repasses de clientes para o financiamento bancário no período.
A incorporadora também reportou queda expressiva de 11,5 pontos percentuais na sua margem bruta ajustada e consolidada, que foi para 16,3%. O decréscimo foi puxado pela operação da própria marca Tenda, que encolheu 10,4 pontos porcentuais, chegando a 17,4%.
Ainda de acordo com a Tenda, três fatores impactaram as margens:
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