O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O site de conteúdo adulto tem 2,1 milhões de criadores que podem vender conteúdo e 188 milhões de fãs cadastrados que podem comprar vídeos ou pagar para enviar mensagens para seus artistas favoritos
Durante décadas, o dono da Playboy, Hugh Hefner, foi considerado uma espécie de rei do entretenimento adulto. Agora, essa coroa parece ter um novo dono: Leonid Radvinsky, o proprietário ucraniano-americano de 40 anos do OnlyFans.
A OnlyFans pagou mais de US$ 500 milhões ao seu proprietário recluso nos últimos dois anos, após registrar lucros recordes — só no ano passado, seus usuários gastaram US$ 4,8 bilhões na plataforma.
Os resultados financeiros significam que o OnlyFans é uma das startups de tecnologia britânicas mais bem-sucedidas financeiramente nos últimos anos.
As contas mais recentes da empresa mostram que os lucros antes dos impostos aumentaram 615%, para US$ 432 milhões nos 12 meses até setembro de 2021. Já a receita líquida da OnlyFans cresceu 160%, para US$ 932 milhões.
Só no ano passado, os criadores do OnlyFans ganharam US$ 3,86 bilhões em 2021, um aumento de 115% em relação a 2020, elevando os pagamentos da empresa aos criadores para mais de US$ 8 bilhões desde a fundação do site, em 2016.
Assim como a Playboy, o OnlyFans também consegue atrair famosos. O site funciona como um mercado para artistas adultos, que carregam seu próprio material e ficam com 80% da receita.
Leia Também
Os 20% restantes vão para o OnlyFans e cobrem o custo de administrar o negócio, lidar com o processamento do cartão de crédito e fornecer uma renda muito saudável para Radvinsky.
Ele vem pagando a si mesmo até US$ 45 milhões por mês em pagamentos de dividendos.

O modelo de negócios elimina os tradicionais estúdios de pornografia e permite que os criadores mantenham a grande maioria da receita dos usuários.
No entanto, isso também exige que eles assumam a responsabilidade por seu próprio marketing e um fluxo constante de novos materiais para os assinantes.
Em 2021, a modelo e personalidade de TV Blac Chyna foi a criadora mais bem paga do OnlyFans, faturando cerca de US$ 20 milhões por mês, de acordo com o serviço de pesquisa Statista.
A atriz e cantora Bella Thorne ficou em segundo lugar com cerca de US$ 11 milhões por mês, seguida pela rapper Cardi B com US$ 9,34 milhões por mês, de acordo com Statista.
No ano passado, o OnlyFans provocou protestos de artistas adultos depois de anunciar planos para banir a pornografia, citando a necessidade de cumprir as políticas de seus parceiros bancários.
Na ocasião, os bancos ameaçaram cortar os serviços de processamento de pagamento da plataforma.
Uma semana depois, o site abandonou os planos de banir material sexualmente explícito depois de dizer que “tinha as garantias necessárias para apoiar a comunidade diversificada de criadores”.
O material adulto sobreviveu, mas a pressão dos bancos ajudou a provocar uma mudança na liderança do OnlyFans — o que levou à nomeação da ex-chefe de marketing, Amrapali Gan, como executiva-chefe.
Olhando para o futuro, o OnlyFans diz uma de suas prioridades estratégicas é manter e promover sua marca “fora das verticais tradicionais” — particularmente em novos mercados e promovendo a OFTV, seu serviço de streaming gratuito que exclui a pornografia.
Enquanto continua a apoiar artistas adultos, o OnlyFans também fez um esforço conjunto para recrutar celebridades tradicionais para sua plataforma.
Recentemente, encomendou um reality show das estrelas britânicas da TV Chloe, Demi e Frankie Sims após a saída de “The Only Way Is Essex” para OFTV.
*Com informações do The Guardian e da Variety
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro