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Resultado

Oi (OIBR3) reverte lucro e tem prejuízo de R$ 1,669 bilhão no 4T21; veja os destaques do balanço

No negócio de fibra, um dos focos da “nova Oi”, a empresa chegou a 3,4 milhões de casas conectadas, com uma receita anual de R$ 2,9 bilhões

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5 de maio de 2022
8:39 - atualizado às 9:52
Fachada de loja da Oi (OIBR3), com o logo da empresa em amarelo sobre uma marquise verde
Os resultados da Oi (OIBR3) estavam inicialmente marcados para sair no dia 29 de março - Imagem: Divulgação

Com mais de um mês de atraso, a Oi (OIBR3) finalmente divulgou os resultados referentes ao quarto trimestre de 2021. Entre outubro e dezembro, a Oi registrou prejuízo líquido de R$ 1,669 bilhão, revertendo o lucro do mesmo período do ano anterior.

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No ano como um todo, o prejuízo caiu 20,4% na comparação com 2020. Mesmo assim, trata-se de um resultado negativo de R$ 8,381 bilhões.

De todo modo, trata-se do retrato de uma empresa que mudou completamente, diante da recente conclusão da venda da unidade de telefonia móvel para as rivais Claro, TIM e Vivo.

Tanto os números de receita e Ebitda para o quarto trimestre divulgados nesta quinta-feira vieram melhores do que o previsto pelo BTG Pactual.

Ao considerar toda a empresa, incluindo as operações vendidas, a receita somou R$ 4,6 bilhões no quarto trimestre, queda de 4,3%. No ano, a redução foi de 4,5%, para R$ 17,9 bilhões.

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A Oi já vem divulgando há alguns trimestres o chamado "Ebitda de rotina", uma medida da geração de caixa sem considerar as unidades vendidas. Por essa leitura, o Ebitda da companhia atingiu R$ 1,612 bilhão, alta de 8,1% em relação ao quarto trimestre de 2020. Em 2021, o Ebitda de rotina caiu 6%, para R$ 5,495 bilhões.

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Mas quando se inclui nessa conta os investimentos (Capex), o fluxo de caixa operacional da Oi fica negativo em R$ 339 milhões no quarto trimestre.

No total, a operadora investiu R$ 1,961 bilhão no quarto trimestre, um crescimento de 12,6%. Em 2021, o Capex da empresa foi de R$ 7,545 bilhões, alta de 3,1%.

Fibra x cobre

No negócio de fibra, um dos focos da "nova Oi", a empresa chegou a 3,4 milhões de casas conectadas, com uma receita anual de R$ 2,9 bilhões, um avanço de 113%. Dentro do plano de recuperação, a operadora vendeu parte do negócio para um fundo do BTG Pactual e manterá uma participação de 42% após a conclusão da operação.

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A participação da fibra chegou a 64% das receitas no segmento residencial da Oi. A empresa aposta na tecnologia para conter a queda na telefonia fixa e banda larga tradicional (por cobre). O número de clientes que ainda contam com telefonia e internet por cobre encerrou o ano em 3,5 milhões, uma queda de 46,8%.

Dívida e caixa da Oi

A Oi encerrou o ano com uma dívida líquida de R$ 32,6 bilhões e uma posição de caixa de R$ 3,3 bilhões — uma redução de R$ 844 milhões no trimestre e de R$ 1,266 bilhão no ano.

Ambos os números, contudo, devem sofrer mudanças nos próximos balanços com a conclusão da venda da Oi Móvel e da participação no negócio de fibra. A queda do dólar também deve trazer alívio para a dívida, já que boa parte parte do que a companhia deve está na moeda norte-americana.

Adiou por quê?

Os resultados da Oi (OIBR3) estavam inicialmente marcados para sair no dia 29 de março e depois foram adiados duas vezes. 

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Uma série de motivos levaram a esses adiamentos, entre eles, a complexidade de dividir os ativos da sua unidade móvel para as rivais Vivo, TIM e Claro.

Na ocasião, a Oi citou ainda a necessidade de obtenção de pareceres dos auditores independentes para as demonstrações financeiras das três empresas.

Venda da Oi Móvel

A venda da operação móvel da Oi (OIBR3) para as rivais foi fechada em dezembro de 2020 — passo considerado um fundamental para que a empresa saia da recuperação judicial.

O processo de aprovação foi longo e só terminou no dia 20 de abril, quando a empresa informou ao mercado que a operação foi finalizada por R$ 15,9 bilhões.

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Na ocasião, a Oi informou que as rivais pagaram R$ 14,5 bilhões. O restante do valor, que equivale a 10% do preço da operação, ficaria retido pelas compradoras por até 120 dias para possíveis compensações de valores que a Oi possa ter de pagar em função de eventuais ajustes.

Com a conclusão da venda, a Oi informou também que quitou integralmente um crédito com garantia real do BNDES no valor de R$ 4,6 bilhões.

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