O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No negócio de fibra, um dos focos da “nova Oi”, a empresa chegou a 3,4 milhões de casas conectadas, com uma receita anual de R$ 2,9 bilhões
Com mais de um mês de atraso, a Oi (OIBR3) finalmente divulgou os resultados referentes ao quarto trimestre de 2021. Entre outubro e dezembro, a Oi registrou prejuízo líquido de R$ 1,669 bilhão, revertendo o lucro do mesmo período do ano anterior.
No ano como um todo, o prejuízo caiu 20,4% na comparação com 2020. Mesmo assim, trata-se de um resultado negativo de R$ 8,381 bilhões.
De todo modo, trata-se do retrato de uma empresa que mudou completamente, diante da recente conclusão da venda da unidade de telefonia móvel para as rivais Claro, TIM e Vivo.
Tanto os números de receita e Ebitda para o quarto trimestre divulgados nesta quinta-feira vieram melhores do que o previsto pelo BTG Pactual.
Ao considerar toda a empresa, incluindo as operações vendidas, a receita somou R$ 4,6 bilhões no quarto trimestre, queda de 4,3%. No ano, a redução foi de 4,5%, para R$ 17,9 bilhões.
A Oi já vem divulgando há alguns trimestres o chamado "Ebitda de rotina", uma medida da geração de caixa sem considerar as unidades vendidas. Por essa leitura, o Ebitda da companhia atingiu R$ 1,612 bilhão, alta de 8,1% em relação ao quarto trimestre de 2020. Em 2021, o Ebitda de rotina caiu 6%, para R$ 5,495 bilhões.
Leia Também
Mas quando se inclui nessa conta os investimentos (Capex), o fluxo de caixa operacional da Oi fica negativo em R$ 339 milhões no quarto trimestre.
No total, a operadora investiu R$ 1,961 bilhão no quarto trimestre, um crescimento de 12,6%. Em 2021, o Capex da empresa foi de R$ 7,545 bilhões, alta de 3,1%.
No negócio de fibra, um dos focos da "nova Oi", a empresa chegou a 3,4 milhões de casas conectadas, com uma receita anual de R$ 2,9 bilhões, um avanço de 113%. Dentro do plano de recuperação, a operadora vendeu parte do negócio para um fundo do BTG Pactual e manterá uma participação de 42% após a conclusão da operação.
A participação da fibra chegou a 64% das receitas no segmento residencial da Oi. A empresa aposta na tecnologia para conter a queda na telefonia fixa e banda larga tradicional (por cobre). O número de clientes que ainda contam com telefonia e internet por cobre encerrou o ano em 3,5 milhões, uma queda de 46,8%.
A Oi encerrou o ano com uma dívida líquida de R$ 32,6 bilhões e uma posição de caixa de R$ 3,3 bilhões — uma redução de R$ 844 milhões no trimestre e de R$ 1,266 bilhão no ano.
Ambos os números, contudo, devem sofrer mudanças nos próximos balanços com a conclusão da venda da Oi Móvel e da participação no negócio de fibra. A queda do dólar também deve trazer alívio para a dívida, já que boa parte parte do que a companhia deve está na moeda norte-americana.
Os resultados da Oi (OIBR3) estavam inicialmente marcados para sair no dia 29 de março e depois foram adiados duas vezes.
Uma série de motivos levaram a esses adiamentos, entre eles, a complexidade de dividir os ativos da sua unidade móvel para as rivais Vivo, TIM e Claro.
Na ocasião, a Oi citou ainda a necessidade de obtenção de pareceres dos auditores independentes para as demonstrações financeiras das três empresas.
A venda da operação móvel da Oi (OIBR3) para as rivais foi fechada em dezembro de 2020 — passo considerado um fundamental para que a empresa saia da recuperação judicial.
O processo de aprovação foi longo e só terminou no dia 20 de abril, quando a empresa informou ao mercado que a operação foi finalizada por R$ 15,9 bilhões.
Na ocasião, a Oi informou que as rivais pagaram R$ 14,5 bilhões. O restante do valor, que equivale a 10% do preço da operação, ficaria retido pelas compradoras por até 120 dias para possíveis compensações de valores que a Oi possa ter de pagar em função de eventuais ajustes.
Com a conclusão da venda, a Oi informou também que quitou integralmente um crédito com garantia real do BNDES no valor de R$ 4,6 bilhões.
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem