O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Depois de reportagem publicada pelo Seu Dinheiro em meio ao tombo das ações da Natura na quarta-feira, empresa se manifesta por meio de fato relevante
Um boato provocou um grande estrago nas ações da Natura na sessão de quarta-feira. NTCO3 encerrou o último pregão em queda de 15,3% depois de um suposto vazamento do balanço da companhia para o primeiro trimestre de 2022. E os números teriam vindo ruins.
Conforme noticiado pelo Seu Dinheiro na própria quarta-feira, porém, não houve vazamento. O que ocorreu foi uma bateria de reuniões entre o departamento de relações com investidores e analistas de sell-side para alinhar as expectativas do mercado.
Uma série de informações sobre o desempenho da empresa no primeiro trimestre foi realmente compartilhada com os analistas. Entretanto, os números são preliminares, ainda estão sujeitos a ajustes e precisam ser devidamente auditados.
A informação veio de um gestor de ações de uma asset paulista, sob a condição de anonimato. ‘Sell-side’ é o termo usado no mercado para identificar os bancos e casas de análise que soltam relatórios com recomendações de investimento.
Em fato relevante divulgado no fim da noite de ontem, a Natura confirmou a notícia publicada pelo Seu Dinheiro.
“Em 20 de abril de 2022, a área de Relações com Investidores da companhia manteve reuniões com analistas de mercado, visando prestar esclarecimentos e informações de forma a auxiliar tais analistas a entender os negócios e as perspectivas da companhia”, disse a Natura.
Leia Também
Nessas reuniões, os representantes da Natura compartilharam resultados financeiros e não auditados, prossegue a nota. Na avaliação da empresa, as informações divulgadas na mídia refletem as “inferências e projeções dos próprios analistas de mercado”.
A Natura explicou que continua “a enfrentar pressões de custos como resultado do aumento da inflação e dos preços mais altos das commodities”.
Além disso, a empresa considera que a base de comparação é alta.
“Experimentamos um primeiro trimestre de 2021 particularmente forte, com um aumento de 25,8% na receita líquida em relação ao primeiro trimestre de 2020 em reais e 8,1% em termos de moeda constante no mesmo período, além de registrar uma Margem EBITDA Ajustado de dois dígitos”, diz o fato relevante.
A Natura aponta para um “progresso sequencial no Brasil”. O que preocupa os analistas é a situação da Avon.
Segundo a empresa, as operações da Avon International na Europa Central e Oriental foram impactadas pela guerra entre a Ucrânia e a Rússia. A Natura também adiantou queda nas vendas da The Body Shop na Europa.
Pelas informações apresentadas aos analistas, a Natura prevê receita líquida entre R$ 8,20 bilhões e R$ 8,25 bilhões. Trata-se de uma queda em relação ao primeiro trimestre de 2021 entre 12,7% e 13,3% em reais e entre 4,6% e 5,2% em dólar. A divergência resulta da forte valorização do real no primeiro trimestre de 2022.
A divulgação do resultado financeiro da Natura no primeiro trimestre está prevista para 5 de maio.
Iniciada a sessão deste meio de feriado prolongado, as ações da Natura rapidamente passaram a figurar entre os poucos ativos em alta hoje no Ibovespa.
Entretanto, o tom negativo do mercado nesta sexta-feira limitou a recuperação de NTCO3 depois da forte queda no pregão anterior, e o papel acabou fechando em baixa de 3,39%, a R$ 20,50.
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital, mas ADRs XXXX em Wall Street; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista
Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço