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Larissa Vitória

Larissa Vitória

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo portal SpaceMoney e pelo departamento de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

CASAMENTO APROVADO

Nasce uma gigante dos shoppings: Cade dá sinal verde para a fusão entre Aliansce Sonae (ALSO3) e brMalls (BRML3) sem restrições

As duas companhias já haviam se antecipado a possíveis remédios prescritos pelo órgão regulador realizando desinvestimentos milionários

Larissa Vitória
Larissa Vitória
17 de novembro de 2022
19:19
Montagem com a foto de consumidores andando em um shopping e os logos da Aliansce Sonae (ALSO3) e brMalls (BRML3)
Imagem: Divulgação

O último "sim" que faltava para a fusão entre Aliansce Sonae (ALSO3) e brMalls (BRML3) foi obtido nesta quinta-feira (17). O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a operação que criará uma gigante do setor de shoppings sem restrições.

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Vale destacar que as duas companhias haviam se antecipado a possíveis remédios prescritos pelo órgão regulador. Ambas realizaram desinvestimentos milionários para reduzir o potencial de riscos de concentração avaliados pelo Cade.

A fusão também já havia sido aprovada pelos acionistas das duas administradoras de shoppings em junho. "Movimentos de união como este trazem ganhos para todos - clientes, parceiros, acionistas e consumidores", reforça uma nota assinada por Rafael Sales, CEO da Alinasce Sonae, e Ruy Kameyama, CEO da brMalls, e divulgada após as assembleias.

Noiva cobiçada

Vale relembrar que a Aliansce Sonae não era a única pretendente da brMalls. E, ciente de que era cobiçada por outros players do setor, a noiva soube usar isso a seu favor e recusou as duas primeiras propostas de combinação de negócios.

Oficialmente, a administração alegou que os termos oferecidos eram insuficientes e subavaliavam o valor da companhia. Mas, segundo o sócio de uma gestora ouvido pelo Seu Dinheiro, os executivos tiveram outras razões para resistir ao assédio.

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“Claro que houve a preocupação de perder o emprego e o management buscou uma maneira de alinhar os interesses. Não quer dizer que isso seja errado, a verdade é que o executivo pensa diferente do dono.”

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Mas a Aliansce Sonae foi um pretendente insistente. Além de melhorar os termos financeiros duas vezes — a proposta aceita foi 17,2% maior do que a primeira oferta lançada pelo grupo no início do ano — a empresa buscou a união de outras formas e comprou ações da brMalls diretamente na B3.

Assim, em conjunto com o fundo canadense CPPIB, a Aliansce já é hoje a maior acionista individual da brMalls, com quase 11% do capital. As gestoras Squadra, Capital International e Atmos também detêm participações relevantes na companhia.

A proposta final da Aliansce (ALSO3) pela brMalls (BRML3)

Como já te contamos, a Aliansce precisou abrir o caixa para garantir a fusão. A proposta aceita pela brMalls prevê que os acionistas receberão R$ 1,25 bilhão em dinheiro e 326.339.911 ações da Aliansce pelo negócio — o equivalente a uma relação de troca de um papel BRML3 para 0,3940 ALSO3.

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Para agradar a administração, a Aliansce Sonae também incluiu no acordo cláusulas para aceleração dos planos de stock options — opções que dão direito à compra ações por parte dos funcionários de uma empresa — e outros benefícios outorgados nos planos de remuneração.

Os executivos da brMalls também terão direito a um pacote indenizatório em caso de desligamento involuntário, sem justa causa, até 12 meses após a consumação da operação.

Os novos termos agradaram: “A administração da brMalls entende que a combinação de negócios proporcionará uma nova companhia com liderança comercial, ganhos de escala, captura de sinergias e maior capacidade de investimento”, informou a empresa em nota divulgada após o “sim”.

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