O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O montante distribuído pela empresa de galpões logísticos equivale a cerca de R$ 0,86 por ação e cairá na conta dos acionistas ainda neste mês
Na esteira da temporada de balanços, muitas empresas estão anunciando o pagamento de dividendos aos acionistas. E o combo desta noite é um oferecimento da LOG Commercial Properties (LOGG3), que divulgou os resultados do quarto trimestre e proventos aos cotistas nesta terça-feira (8).
A empresa de galpões logísticos distribuirá R$ 87,6 milhões em dividendos, o equivalente a R$ 0,866641612 por papel ordinário, com base no lucro registrado no balanço do ano passado.
Quem quiser receber o dinheiro, que cairá na conta dos investidores em 21 de fevereiro, deverá estar na base acionária da empresa na próxima segunda-feira (14).
Para LOG, que é uma das maiores desenvolvedoras e locadoras de galpões logísticos classe A do Brasil, 2021 foi o melhor ano de sua história, "com recorde de desempenho em todos os indicadores operacionais".
O lucro líquido encerrou 2021 em R$ 383,2 milhões, uma alta de 168,8% em relação a 2020. As entregas de projetos, um dos núcleos centrais de sua operação, saltaram 220,8% na base anual, para 231 mil m² em Área Bruta Locável (ABL).
A vacância estabilizada de apenas 3,11% também é um dos destaques do período. "A grande demanda por ativos de qualidade como os da LOG, principalmente pelo setor de e-commerce, nos permite já termos 83% de pré-locação nos ativos que serão entregues em 2022", destaca a empresa.
Leia Também
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima