O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Melhora no lucro se estendeu à rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROAE, na sigla em inglês) do Itaú, que atingiu 20,4% no período
Seguindo a fila de divulgação dos balanços do primeiro trimestre, o Itaú Unibanco (ITUB4) registrou lucro líquido recorrente de R$ 7,361 bilhões entre janeiro e março de 2022.
O resultado representa um avanço de 15% na comparação com o mesmo período do ano passado e ficou acima do esperado pelo consenso da Bloomberg, que estimava um lucro de R$ 7,240 bilhões.
De acordo com o Itaú, entre os fatores que mais influenciaram os resultados está o crescimento da margem financeira com clientes, que subiu 23,9% em relação ao primeiro trimestre de 2021 e chegou a R$ 20,039 bilhões.
Em comunicado, o banco afirma que o número "foi impulsionado pelo maior volume de crédito e pela mudança de mix de produtos, com maior crescimento relativo de produtos com melhores spreads e crescimento das receitas com cartões, devido a maior faturamento."
A melhora no lucro se estendeu à rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROAE, na sigla em inglês) do Itaú, que atingiu 20,4% no período. O índice é maior que o registrado tanto no mesmo período do ano passado quanto no trimestre anterior, que marcaram 18,5% e 20,2%, respectivamente.
"Depois de um 2021 de importante recuperação, reunimos todas as condições para atravessar 2022 mantendo um balanço extremamente robusto, graças a um provisionamento adequado e compromisso com uma gestão focada em eficiência e a entrega do melhor atendimento aos nossos clientes”, afirmou em nota o diretor financeiro do Itaú, Alexsandro Broedel.
Leia Também
De acordo com o Itaú, houve um salto no custo do crédito, que totalizou R$ 6,968 bilhões no primeiro trimestre, alta de 69,5% em relação ao mesmo período do ano passado.
O banco informou que esse aumento ocorreu devido à alta de 57,8% das despesas de provisão para créditos de liquidação duvidosa (PDD), em razão da expansão da carteira de crédito de varejo ao longo do período.
A carteira de crédito total do Itaú, por sua vez, encerrou o primeiro trimestre com avanço de 13,9% em relação ao mesmo período de 2022, somando R$ 1,032 trilhão. O número também é 0,5% maior que o registrado no quarto trimestre.
Vale notar que a carteira de crédito imobiliário avançou 5,4%, mas o Itaú frisa que o crescimento já apresentou desaceleração em função do cenário de elevada taxa básica de juros.
Por outro lado, a inadimplência total também subiu no período, mas a um ritmo mais fraco do que o observado nos concorrentes. No total, as dívidas vencidas há mais de 90 dias chegaram a 2,6%, ou seja, 0,3 ponto percentual que no primeiro trimestre de 2021 e apenas 0,1 ponto percentual em relação ao quarto trimestre.
Como vem sendo registrado nos últimos trimestres, a receita do Itaú com serviços de conta corrente continua pressionada. Houve queda de 3,5% em relação ao quarto trimestre, chegando a R$ 1,901 bilhão.
Comparando com o primeiro trimestre de 2021, porém, o banco teve alta de 5%. De acordo com o Itaú, a alta se deve ao início da tarifação do Pix nos pacotes PJ a partir de agosto do ano passado. Além disso, houve também cobrança do Pix avulso e aumento da base de clientes.
Na linha que inclui prestação de serviços e resultado de seguros, houve queda de 2,6% na comparação com o trimestre anterior. Segundo o Itaú, o recuo está ligado a receitas mais baixas com cartões, que são sazonalmente menores no primeiro trimestre.
Já na comparação com o mesmo período de 2021, a mesma linha cresceu 9,6%. Curiosamente, o destaque ficou justamente com o que penalizou o número na comparação trimestral: as receitas com cartões. Houve alta de 18,6% na receita com cartões devido a maior faturamento, tanto em emissão quanto em adquirência (intermediação dos pagamentos realizados com cartões de crédito e de débito).
O banco manteve suas estimativas (guidance) para o desempenho operacional de 2022. Confira abaixo:
| Consolidado | |
| Carteira de crédito total | 9% a 12% |
| Margem financeira com clientes | 20,5% a 23,5% |
| Margem financeira com o mercado | R$ 1 bi a R$ 3 bi |
| Custo do crédito | R$ 25 bi a R$ 29 bi |
| Receita de prestação de serviços e resultado de seguros | 3,5% a 6,5% |
| Despesas não recorrentes de juros | 3% a 7% |
| Alíquota efetiva de IR/CS | 30% a 33% |
Banco destaca resiliência da Vale frente a outras mineradoras e projeta forte fluxo de caixa, mesmo com pressão de custos
A empresa diz que o contínuo ciclo de baixa da indústria petroquímica mantém os preços e os spreads pressionados, o que prejudica suas receitas. Por outro lado, as dívidas da empresa continuam crescendo como uma bola de neve
Antonio Carlos Garcia ocupava o cargo desde janeiro de 2020 e renunciou para assumir a posição na Azul, no lugar de Alexandre Wagner Malfitani
A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos
As mudanças na estatal ocorrem por conta das eleições de outubro, já que quem for se candidatar precisa deixar os cargos no Executivo até hoje (4)
Gestora carioca escreveu carta aberta à operadora de saúde, com críticas à reeleição do Conselho e sua alta remuneração ante os maus resultados da empresa
Montadora de carros elétricos do bilionário Elon Musk têm números abaixo das expectativas em meio a redirecionamento de negócios
Mineradora mais que dobra reservas e segue entregando, mas banco afirma que boa parte da história já está no preço
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG