O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo o banco, o corte no quadro de funcionários está “em linha com a estratégia de fortalecer e simplificar” o plano operacional
Engana-se quem acha que a onda de demissões tem atingido somente startups. O tradicional banco Credit Suisse realizou cortes no quadro de funcionários, na última sexta-feira (16).
Ao menos 21 colaboradores da área de negócios de gestão de fortunas (wealth management) do Brasil foram desligados.
Segundo a agência de notícias Bloomberg, executivos do banco estão discutindo o corte de milhares de empregos em todo o mundo como uma forma de reduzir custos em mais de US$ 1 bilhão (R$ 5,2 bilhões no câmbio atual).
No Brasil, o Credit Suisse tem aproximadamente 1.000 funcionários, sendo metade deles no negócio de gestão de fortunas.
Por fim, as demissões foram divulgadas em primeira mão pelo site Pipeline, do jornal Valor Econômico.
O Seu Dinheiro procurou a assessoria do Credit Suisse. O banco informou, em nota, que as demissões estão "em linha com a estratégia de fortalecer e simplificar" o modelo operacional.
Leia Também
Confira a íntegra da nota:
"Em março deste ano, as operações de Wealth Management do Credit Suisse na América Latina e no Brasil foram combinadas em uma única unidade de negócios, em linha com nossa estratégia para fortalecer e simplificar nosso modelo operacional. Como parte dessa reorganização, foram identificadas redundâncias de funções que resultaram em redução de pessoal, particularmente nas funções de apoio."
Vale ressaltar que, em agosto, Marcello Chilov assumiu a cadeira de CEO do banco após liderar dois anos a área de wealth management - setor em que aconteceram os desligamentos recentes.
*Com informações de Bloomberg e Valor Econômico
Agora restam apenas ritos formais de homologação pelos conselhos de administração. A expectativa é que a eficácia da incorporação de ações ocorra no dia 30 de abril.
Com o Brent em alta, o Itaú BBA revisou seus modelos para as petroleiras brasileiras; confira que esperar de Petrobras, Prio e PetroReconcavo após a atualização que elevou os preços-alvo do setor
Segundo cálculos do banco, pacote do governo pode adicionar até US$ 1,5 bilhão por trimestre ao caixa da estatal
A correta atualizou a tese da companhia para refletir os desenvolvimentos estratégicos recentes e os resultados divulgados
Banco destaca resiliência da Vale frente a outras mineradoras e projeta forte fluxo de caixa, mesmo com pressão de custos
A empresa diz que o contínuo ciclo de baixa da indústria petroquímica mantém os preços e os spreads pressionados, o que prejudica suas receitas. Por outro lado, as dívidas da empresa continuam crescendo como uma bola de neve
Antonio Carlos Garcia ocupava o cargo desde janeiro de 2020 e renunciou para assumir a posição na Azul, no lugar de Alexandre Wagner Malfitani
A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos
As mudanças na estatal ocorrem por conta das eleições de outubro, já que quem for se candidatar precisa deixar os cargos no Executivo até hoje (4)
Gestora carioca escreveu carta aberta à operadora de saúde, com críticas à reeleição do Conselho e sua alta remuneração ante os maus resultados da empresa
Montadora de carros elétricos do bilionário Elon Musk têm números abaixo das expectativas em meio a redirecionamento de negócios
Mineradora mais que dobra reservas e segue entregando, mas banco afirma que boa parte da história já está no preço
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã