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Liliane de Lima

É repórter do Seu Dinheiro. Jornalista formada pela PUC-SP, já passou pelo portal DCI e setor de análise política da XP Investimentos.

ESTRATÉGIA?

Demissões seguem à vista: Credit Suisse desliga 21 funcionários no Brasil; saiba os motivos

Segundo o banco, o corte no quadro de funcionários está “em linha com a estratégia de fortalecer e simplificar” o plano operacional

Liliane de Lima
19 de setembro de 2022
18:04 - atualizado às 18:05
Fachada do Credit Suisse, que gere fortunas e fundos imobiliários, como o HGLG11, no Brasil
Fachada do Credit Suisse - Imagem: Shutterstock

Engana-se quem acha que a onda de demissões tem atingido somente startups. O tradicional banco Credit Suisse realizou cortes no quadro de funcionários, na última sexta-feira (16).

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Ao menos 21 colaboradores da área de negócios de gestão de fortunas (wealth management) do Brasil foram desligados.

Segundo a agência de notícias Bloomberg, executivos do banco estão discutindo o corte de milhares de empregos em todo o mundo como uma forma de reduzir custos em mais de US$ 1 bilhão (R$ 5,2 bilhões no câmbio atual).

No Brasil, o Credit Suisse tem aproximadamente 1.000 funcionários, sendo metade deles no negócio de gestão de fortunas.

Por fim, as demissões foram divulgadas em primeira mão pelo site Pipeline, do jornal Valor Econômico.

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O que diz o Credit Suisse?

O Seu Dinheiro procurou a assessoria do Credit Suisse. O banco informou, em nota, que as demissões estão "em linha com a estratégia de fortalecer e simplificar" o modelo operacional.

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Confira a íntegra da nota:

"Em março deste ano, as operações de Wealth Management do Credit Suisse na América Latina e no Brasil foram combinadas em uma única unidade de negócios, em linha com nossa estratégia para fortalecer e simplificar nosso modelo operacional. Como parte dessa reorganização, foram identificadas redundâncias de funções que resultaram em redução de pessoal, particularmente nas funções de apoio."

Vale ressaltar que, em agosto, Marcello Chilov assumiu a cadeira de CEO do banco após liderar dois anos a área de wealth management - setor em que aconteceram os desligamentos recentes.

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*Com informações de Bloomberg e Valor Econômico

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