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A reguladora de mercado norte-americana afirma que a Vale (VALE3) divulgou informações "falsas e enganosas" sobre segurança da barragem

A SEC, reguladora do mercado de capitais dos Estados Unidos que equivale à CVM brasileira, abriu processo contra a Vale (VALE3) nesta quinta-feira (28). A autarquia acusa a empresa por fraude em informação a investidores sobre a barragem de Brumadinho (MG), antes da tragédia em 2019.
Segundo a reguladora, a Vale produziu documentos “falsos e enganosos” sobre a segurança da barragem.
"O colapso matou 270 pessoas, causou danos ambientais e sociais imensuráveis e levou a uma perda de mais de US$ 4 bilhões na capitalização de mercado da Vale", afirma o comunicado da SEC.
Além disso, a autarquia norte-americana alega que, desde 2016, a mineradora manipulou "múltiplas auditorias" sobre segurança de suas barragens e, sobre políticas organizacionais, como as questões de ESG - sigla em inglês para social, ambiente e governança.
Sendo assim, a SEC considera que Vale (VALE3) enganou investidores, governos e a comunidade e que a empresa sabia que a barragem de Brumadinho (MG) não atendia aos padrões de segurança reconhecidos internacionalmente.
"Enquanto supostamente ocultava os riscos ambientais e econômicos representados por sua barragem, a Vale enganou os investidores e levantou mais de US$ 1 bilhão em nossos mercados de dívida, enquanto seus títulos eram negociados ativamente na Nyse [a Bolsa de Nova York]", comenta Melissa Hodgman, diretora associada da Divisão de Execução da SEC, no comunicado.
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A mineradora confirmou a ação judicial aberta pela SEC nesta quinta-feira, em comunicado enviado à CVM. No documento, a Vale negou as acusações da reguladora dos EUA.
“A Companhia reitera o compromisso que assumiu logo após o rompimento da barragem, e que a tem guiado desde então, para a remediação e a reparação dos danos causados pelo evento”, diz em comunicado.
Apesar do processo aberto pela SEC, os papéis da Vale (VALE3) operam em alta de 2,37% hoje, negociados a R$ 84,12 às 14h55. Mas o cenário recente não tem sido um dos mais animadores: em abril, suas ações acumulam perdas de 13% ao mês.
Ontem (27), a empresa divulgou os resultados do 1T22. A mineradora reportou uma queda de 20% e atingiu um lucro líquido em relação aos primeiros três meses de 2021, a US$ 4,4 bilhões, o que desagradou o mercado. Outro ponto de desconforto veio do endividamento, com dívida líquida a quase US$ 5 bilhões no primeiro trimestre.
Mas, apesar desses fatores negativos, uma novidade serviu para acalmar parcialmente os ânimos do mercado: a Vale anunciou um novo programa de recompras de ações que pode englobar até 500 milhões de ações ordinárias e ADRs - recibos de ações negociados no exterior.
*Com informações de Estadão Conteúdo
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