O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A empresa anunciou nesta semana um programa de recompra de até 110 milhões de ações no mesmo dia em que seus papéis chegaram ao menor nível desde janeiro
Para quem achou que os resultados da Rumo (RAIL3) no primeiro trimestre — com reversão de lucro em prejuízo — dariam um spoiler do que seria os primeiros três meses do ano para a controladora Cosan (CSAN3), ficou surpreso com a apresentação de resultados da empresa na madrugada da última sexta-feira (13).
O conglomerado que atua nos setores de açúcar, etanol e geração de energia surpreendeu e registrou lucro líquido de R$ 263,1 milhões entre janeiro e março. Entretanto, o desempenho ainda é 69,1% inferior ao registrado no mesmo período do ano anterior.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) ajustado, por sua vez, subiu 4,8% no período, para R$ 2,7 bilhões na mesma base de comparação.
Por fim, a receita líquida somou R$ 34,7 bilhões nos três primeiros meses do ano, o que representa um crescimento de 54,2% em relação aos três primeiros meses de 2021.
A Rumo (RAIL3), uma companhia do grupo Cosan (CSAN3), apresentou seus resultados trimestrais no último dia 5, o que foi visto como o prenúncio de um fraco desempenho do conglomerado no período.
A empresa de logística reportou prejuízo líquido de R$ 68 milhões entre janeiro e março, revertendo um lucro líquido de R$ 175 milhões do mesmo período do ano passado.
Leia Também
Segundo a Rumo, os números refletiram principalmente o impacto da alta de juros no resultado financeiro e o aumento nas despesas com depreciação, decorrentes dos investimentos em terminais, material rodante e via permanente.
O Ebitda, que mede o resultado operacional, foi de R$ 1 bilhão, crescimento de 20,4% em termos anuais. Já a receita líquida somou R$ 2,2 bilhões, alta de 26,3% na mesma base de comparação.
Tanto as ações da Cosan (CSAN3) com as de sua controlada Raízen (RAIZ4), líder mundial na produção de etanol, estão sob pressão nos últimos 30 dias —acumulando quedas na casa dos 20%. Boa parte da desvalorização está ligada ao cenário macroeconômico complicado.
Nesta semana, o BTG Pactual divulgou uma relatório sobre as duas empresas reforçando que as expectativas de maiores juros no Brasil e nos EUA e queda do Produto Interno Bruto (PIB) pelo mundo só pressionam ainda mais o dia-a-dia de Cosan e Raízen. Ainda assim, o banco tem recomendação de compra para as duas empresas.
E foi nesse cenário que a Cosan anunciou na segunda-feira (9) um programa de recompra de até 110 milhões de ações, ou o equivalente à 5,87% da quantidade total e até 9,39% das ações em circulação.
A empresa informou que o objetivo da operação é manter os papéis em tesouraria, o cancelamento ou a alienação.
Mas o que chamou atenção na ocasião é que a empresa anunciou o programa de recompra no mesmo dia que as ações bateram a mínima de fechamento do dia 10 de janeiro deste ano.
Naquela oportunidade, os papéis fecharam cotados a R$ 19,29. Na segunda-feira (9), as ações CSAN3 fecharam o pregão da B3 cotadas a R$ 17,63.
No pregão da última sexta-feira, os papéis da empresa terminaram o dia com alta de 2,64%, a R$ 19,04. Segundo conglomerado, o prazo do programa de recompra é de até 18 meses, contados da terça-feira (10).
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4