O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ideia é que o governo estadual do Paraná detenha apenas 15% das ações da Copel (CPLE6), enquanto o restante será distribuído em uma oferta pública secundária
Em um modelo que pode agradar bastante o mercado, o governo do Estado do Paraná informou que deseja pulverizar o capital da Companhia Paranaense de Energia, a Copel (CPLE6). Na prática, uma privatização.
Atualmente, o governo estadual é o principal controlador da companhia de energia, mas gostaria de reduzir essa fatia para apenas 15% do capital social. Também está previsto que mantenha 10% do total de votos no conselho, conforme as ações que garantem esse direito.
A ideia é que o restante do capital da Copel permaneça sem acionista controlador, em um modelo que o mercado chama de "corporation" — como acontece com a Vale (VALE3), por exemplo, desde que deixou de ser uma empresa estatal.
Isso seria possível por meio de uma oferta pública secundária de ações e/ou units da Copel.
Poucos minutos após a abertura do pregão desta segunda-feira, CPLE6 subia 22,07%, cotado a R$ 8,74 — patamar em que terminaram o dia também.
Segundo o comunicado arquivado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a operação busca a captação de dinheiro para o governo paranaense, além da valorização das ações que permanecerem nas mãos do órgão.
Leia Também
Ao detalhar as regras previstas para a mudança de estatuto da Copel, o governo estadual estipulou que nenhum acionista ou grupo de acionistas poderá exercer votos que representem mais de 10% da quantidade total de votos em assembleias.
O limite vale também para acordos que podem gerar direito a voto, como a formação de blocos.
Outras exigências são que a sede da Copel continue no Paraná, além da criação de ações preferenciais de classe especial que pertencerão ao Estado. Assim, fica garantido o poder de veto em assembleias.
Para que todas as mudanças tenham efeito e a empresa de energia elétrica passe a ter seu capital pulverizado, ainda é preciso ter autorização do Legislativo e do Tribunal de Contas do Estado do Paraná.
Um projeto de lei será apresentado aos deputados estaduais, mas sem data prevista.
Neste mês, as ações da Copel (CPLE6) acumulam alta de 18,11%. No ano, a alta é de 47,88%.
Vale lembrar que sempre que uma empresa estatal deixa de ser controlada pelo poder público, os ativos tendem a ganhar um impulso.

Quando os primeiros estudos sobre a pulverização do capital da companhia ou outras maneiras de extrair valor da empresa viraram notícia, o papel chegou a subir mais de 10% em um único pregão.
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente
Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor
Apesar de lucro e receita acima do esperado na fintech, o mercado reage ao contexto geopolítico, com maior aversão ao risco no pregão
O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF (MBRF3) e Minerva Foods (BEEF3) após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25)
Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu
O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026
A CSN companhia confirmou a negociação e que a venda da sua divisão de cimentos foi incluída como garantia para obter condições mais vantajosas
O retorno sobre o patrimônio (RoE) ajustado atingiu 24,4% nos últimos três meses do ano passado, um aumento de 5,4 pontos porcentuais ante o mesmo intervalo de 2024
O Capitânia Logística (CPLG11) firmou contrato de 12 anos com empresa do Mercado Livre para desenvolver galpão sob medida em Jacareí, São Paulo
Mesmo sem exposição direta, banco estatal do Espírito Santo sente efeito do rombo bilionário no sistema; veja o que diz a administração
O que pesou sobre os papéis foi a expectativa pelo balanço da companhia referente ao quarto trimestre (4T25), que será apresentado ainda hoje (18), após o fechamento do mercado, e que deve vir com aumento na sinistralidade – de novo
3corações reforça presença na mesa do brasileiro, do café da manhã ao jantar. Essa é a segunda vez que a General Mills vende suas operações no Brasil
Transição para modelo de co-CEOs com executivos da casa não preocupa o banco, que vê continuidade na estratégia e reforço na execução da companhia
Empresas foram excluídas de dezenas de outros índices da B3 em meio a ações pressionadas e rebaixamentos de crédito no mercado
Potencial parceria surge após uma sequência de iniciativas que não conseguiram consolidar a recuperação da companhia, enquanto mercado se questiona: agora vai?