O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mostrando a recuperação da varejista, as vendas mesmas lojas, métrica fundamental para as empresas do setor, avançou 18,9% no período
Quem é rei nunca perde a majestade. Até a pandemia de covid-19, a Lojas Renner (LREN3) era considerada a grande estrela do varejo de vestuário da bolsa brasileira. Mas as dificuldades impostas pelo isolamento trouxeram o fechamento dos shoppings e junto com ele as dificuldades das vendas on-line.
Esse cenário, no entanto, parece fazer parte do passado da LREN3. Nesta quinta-feira, a empresa apresentou seus resultados financeiros do quarto trimestre e de 2021.
A Lojas Renner viu seu lucro líquido subir 17,5% entre outubro e dezembro, para R$ 415,8 milhões, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Já a receita líquida do varejo totalizou R$ 3,5 bilhões, o que representa um aumento de 22% na mesma base de comparação.
As vendas mesmas lojas, uma métrica fundamental para as empresas do setor, avançou 18,9% no quarto trimestre. Segundo a Renner, o fluxo ainda menor que o usual para o período foi compensado pela "maior conversão e aumento de ticket e itens por sacola".
No acumulado anual, no entanto, o resultado não foi tão positivo. O lucro líquido recuou 42,2% em relação a 2020, encerrando o ano em R$ 633,1 milhões. Já a receita líquida do varejo apresentou quase a mesma variação, mas para cima: subiu 43,5%, para R$ 9,5 bilhões em 2021.
Junto com os resultados, a Renner anunciou a distribuição de R$ 141,4 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), ou o equivalente a R$ 0,143910. Vale lembrar que o valor está sujeito à incidência de imposto de renda retido na fonte.
Leia Também
Os acionistas que estiverem na base da empresa até o próximo dia 22 de março terão direito a receber os proventos. A data do pagamento ainda será definida em assembleia geral.
Para fazer frente aos desafios, recentemente a Lojas Renner anunciou uma série de mudanças.
Em janeiro deste ano, a empresa apresentou um programa de recompra que envolve 18 milhões de ações ordinárias e, na época do anúncio, estava avaliado em mais de R$ 400 milhões.
Além do programa de recompra, o conselho de administração da Lojas Renner elegeu também em janeiro um novo diretor financeiro e de relações com investidores.
Daniel Martins dos Santos chegou à Lojas Renner depois de mais de 20 anos dedicado à área de finanças da Unilever no Brasil, na Suíça e na Espanha.
E as iniciativas da varejista de vestuário não pararam na recompra de ações ou na dança das cadeiras entre seus executivos.
No início deste mês, a Renner anunciou o lançamento de um fundo de Corporate Venture Capital (CVC) chamado RX Ventures.
Um CVC nada mais é do que um fundo criado por uma empresa já estabelecida para investir em startups e outros negócios.
No caso da Renner, o objetivo é investir no crescimento das empresas mais novas que estejam focadas em criar soluções inovadoras de moda e lifestyle.
Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%
Mudança de regra pode afetar diretamente as expectativas de retorno e geração de caixa da companhia de saneamento paranaense
Lucro líquido chegou a R$ 102,3 milhões no período, em meio a estratégia mais focada em rentabilidade e menos dependente de crescimento de frota; veja os destaques do resultado
Levantamento com dados da CVM e da Anbima mostra forte presença da UHY em fundos ligados ao ecossistema do Banco Master, além de conexões com a Fictor, vínculos indiretos entre estruturas e indícios de investimentos cruzados entre os veículos
Data de corte se aproxima e ações devem virar “ex” nos próximos dias; veja o calendário dos proventos da Vibra
Mais dinheiro no setor, mudança no IR e ajustes no MCMV podem turbinar vendas; veja quem deve ganhar
A operadora adiou a divulgação dos resultados do terceiro e do quarto trimestres de 2025, além das demonstrações financeiras anuais, e segue sem nova data para apresentação dos números ao mercado
Investidor precisa ficar atento à data de corte para não perder o direito ao provento
Laudo da Laspro libera avanço da recuperação, mas identifica números conflitantes, dependência de aportes internos e confusão patrimonial entre as empresas
Genial Investimentos revisa tese e aponta riscos que colocam em xeque a percepção de estabilidade da transmissora
Em reunião com analistas, CEO diz que transição foi planejada e que modelo atual veio para ficar; veja o que esperar do bancão agora
Liminar judicial dá 60 dias de fôlego à antiga Alliar, enquanto empresa tenta negociar dívidas e evitar um desfecho mais duro
A ação, no entanto, está em queda, com o arrefecimento da guerra no Oriente Médio, após o anúncio de Donald Trump, e a queda do petróleo tipo brent
Presidente da Amazon Brasil defende que a parceria une a tecnologia da plataforma norte-americana com o portfólio e a tradição da Casas Bahia
A CSN pretende utilizar os recursos do empréstimo para refinanciar dívidas existentes no curto e médio prazo; venda da CSN Cimentos foi dada como garantia
Operação envolve transferência de ativos e dívidas para nova empresa sob controle dos investidores; saiba o que esperar do potencial negócio
Depois que a operação for fechada, a Claro será obrigada a abrir um registro de uma oferta pública para a aquisição das ações restantes da Desktop, em função da alienação de controle da empresa
Com recuperação extrajudicial, o real problema do GPA é bem maior. Veja quais as chances de isso vir a pesar de fato para a empresa e quais são os principais entraves para a reestruturação da companhia
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa
Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela