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A receita líquida teve um crescimento mais tímido, de 27,8%, e foi a R$ 97,2 bilhões nos últimos três meses do ano
O mercado está de olho em como a crise dos fertilizantes afetará a JBS (JBSS3) e outras grandes produtoras de proteína animal da B3. Mas nesta segunda-feira (21) os investidores dão uma pausa nas preocupações com o futuro e analisam os números da empresa no quarto trimestre do ano passado.
E eles podem ser mais do que suficientes para ofuscar as preocupações, pois a companhia reportou lucro líquido de R$ 6,473 bilhões entre outubro e dezembro, uma alta de 61% na comparação com o mesmo período de 2020. No acumulado anual o crescimento foi ainda mais expressivo e o indicador saltou 345,5%, para R$ 20,5 bilhões.
A receita líquida teve um crescimento mais tímido, de 27,8%, e foi a R$ 97,2 bilhões nos últimos três meses do ano. Outro indicador a apresentar alta foi o Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, da sigla em inglês) ajustado, que passou de R$ 7 bilhões para R$ 13,1 bilhões na mesma base de comparação.
Confira também os destaques operacionais e financeiros entre as unidades e marcas que a JBS possui no Brasil e no exterior:
| Marca | Receita líquida em 2021 | Ebitda em 2021 |
| JBS USA Beef | R$ 146,6 bi (+30,7% a/a) | R$ 26 bi (+101,6% a/a) |
| JBS USA Pork | R$ 41,1 bi (+27,7% a/a) | R$ 4,2 bi (+25,2 a/a) |
| PPC | R$ 79,7 bi (+28% a/a) | R$ 9,1 bi (+53% a/a) |
| Seara | R$ 36,5 bi (+36,6% a/a) | R$ 3,9 bi (-8,6% a/a) |
| JBS Brasil | R$ 53,8 bi (+29% a/a) | R$ 2,3 bi (-24,8% a/a) |
Ao longo do ano, a JBS esteve diversas vezes no noticiário com aquisições de empresas ao redor do mundo. E algumas das recém-chegadas já contribuíram com US$ 396 milhões para a receita líquida e US$ 30 milhões para o Ebitda da companhia.
Entre elas está a Vivera. A compra da terceira maior produtora de plantbased na Europa custou US$ 406 milhões aos cofres da JBS e foi concluída em junho. Pouco mais de três meses depois a empresa também concluiu a aquisição dos negócios de Meats and Meals da Kerry Food Group por US$ 952 milhões.
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Segundo explica a companhia em comunicado, o negócio "passará a ser chamado Pilgrim’s Food Masters e atenderá as relações com clientes-chave, fornecendo uma variedade de produtos de valor agregado e alimentos preparados com um portfólio de marcas fortes".
No final do ano, entre os meses de novembro e dezembro, a JBS acelerou o ritmo de M&A e anunciou três operações:
Mais cedo, antes da divulgação do balanço do quarto trimestre, o conselho de administração da JBS aprovou o cancelamento de todas as ações mantidas na tesouraria da companhia, cerca de 129 milhões de papéis.
Com isso, o capital social da empresa passou a ser dividido em 2,2 bilhões de ativos JBSS3. Mas esse número pode mudar em breve. A exemplo do que ocorreu no trimestre anterior, o conselho também deu o sinal verde para o início de um novo programa de recompra de ações.
Serão adquiridos até 116,1 milhões de papéis, o que corresponde a até 10% do número de ativos em circulação, nos próximos 18 meses.
Segundo a companhia, o objetivo é “maximizar a geração de valor para o acionista por meio de uma administração eficiente da sua estrutura de capital”. Mas o que realmente muda para os investidores com o programa?
Até que a JBS decida qual será o destino das ações recompradas, os efeitos para os acionistas ainda são incertos. Mas os dois cenários mais prováveis você confere abaixo:
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