O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As companhias selaram a combinação dos negócios, com a incorporação da brMalls pela Aliansce Sonae em um negócio na casa de R$ 6,6 bilhões.
Foi um longo namoro, com direito a noiva arredia e várias propostas recusadas. Mas enfim as empresas de shopping centers Aliansce Sonae (ALSO3) e brMalls (BRML3) vão consumar o casamento.
As companhias selaram a combinação dos negócios, com a incorporação da brMalls em um negócio na casa de R$ 6,6 bilhões. Juntos, os shoppings administrados pelas companhias foram responsáveis por quase R$ 30 bilhões em vendas no ano passado.
A data da união foi marcada para o próximo dia 6 de janeiro. Esse será o dia de referência para a definição dos acionistas da brMalls que receberão as ações de emissão da Aliansce Sonae como parte do pagamento.
Após várias idas e vindas, o "sim" da brMalls aconteceu em abril deste ano, mas os preparativos para a união incluíam uma série de condições. Uma das últimas era a aprovação pelo Cade, o órgão de defesa da concorrência, que saiu em novembro.
A Aliansce Sonae pagará em dinheiro e ações pela brMalls, que deixará o pregão da B3 após a conclusão do negócio.
A parcela em dinheiro sai no dia 20 de janeiro, no valor de aproximadamente R$ 1,6289 por ação BRML3 — o equivalente a R$ 1,35 bilhão e com correção pelo CDI até o dia 13.
Leia Também
Além disso, os acionistas da brMalls receberão 0,398551577675763 ação ordinária da Aliansce Sonae (ALSO3) para cada uma que possuírem.
Ainda falta definir a data de início da negociação das novas ações da Aliansce Sonae na bolsa e a data em que ocorrerá o crédito das ações companhia nas contas de custódia dos acionistas da brMalls.
Até selarem a subida ao altar da B3 com a definição dos preparativos nesta terça-feira, Aliansce Sonae e brMalls tiveram um namoro “entre tapas e beijos”.
A Aliansce Sonae começou a cortejar a brMalls no fim do ano passado, mas a recepção inicial não foi nada favorável.
Então para convencer a noiva, a Aliansce Sonae precisou insistir. Além de melhorar os termos financeiros duas vezes — a proposta aceita foi 17,2% maior do que a primeira oferta lançada pelo grupo no início do ano — a empresa buscou a união de outras formas e comprou ações da brMalls diretamente na B3.
A proposta incluiu ainda agrados à administração da brMalls, com cláusulas para aceleração dos planos de stock options — opções que dão direito à compra ações por parte dos funcionários de uma empresa — e outros benefícios nos planos de remuneração.
Por fim, os executivos da brMalls também terão direito a um pacote indenizatório em caso de desligamento involuntário, sem justa causa, até 12 meses após a consumação da operação.
Os benefícios virão a calhar, já que os atuais executivos da Aliansce Sonae seguirão nos principais cargos de diretoria da empresa combinada. Confira a seguir os nomes:
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro
Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?